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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Governadora Raquel Lyra encaminha Projetos de Lei à Alepe para auxílio de R$ 2.500 a famílias afetadas e criação de fundo para prevenção de danos causados pelas chuvas

Em mais uma ação para reduzir os impactos das chuvas dos últimos dias e garantir prevenções aos eventos climáticos, a governadora Raquel Lyra encaminhou à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na terça-feira (5), dois Projetos de Lei. O primeiro trata da implantação do Auxílio Pernambuco, destinando R$ 2.500 às famílias de baixa renda residentes nos municípios em situação de emergência, com valor total de R$ 8,7 milhões. O segundo, cria o Fundo de Proteção, Defesa Civil e Recuperação Ambiental de Pernambuco para ter recurso permanente a ser aplicado em ações de prevenção e redução dos impactos de eventos climáticos, como obras de barreiras e contenção.

“Encaminhamos para Alepe dois Projetos de Lei muito importantes para Pernambuco. O primeiro cria o Auxílio Pernambuco, no valor de R$ 2.500 para apoiar as famílias que foram vítimas das chuvas e perderam seus bens, para que essas pessoas possam iniciar a recuperação das suas vidas. O segundo, cria um fundo estadual de Proteção e Defesa Civil e Recuperação Ambiental, que prevê ações que são prioridades na gestão, como construção de muros de arrimos, dragagem, drenagem e habitação. Tudo isso para tornar nossas cidades mais resilientes às mudanças climáticas e permitir que a gente não assista a desastres como os vistos nos últimos dias”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Através do Auxílio Pernambuco, o Governo do Estado busca criar condições para diminuir os danos materiais causados a milhares de famílias de baixa renda, fortemente impactadas pelas fortes chuvas ocorridas nos últimos dias. O valor será repassado diretamente às famílias atingidas a partir dos dados cadastrais registrados na Secretaria de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS).

O Auxílio Pernambuco será destinado, exclusivamente, às famílias que cumpram, simultaneamente, os seguintes requisitos: comprovem, por documento emitido pelo respectivo município, que o imóvel em que residiam sofreu danos materiais em decorrência, exclusivamente, dos eventos que causaram a declaração de situação de emergência pelo Estado; sejam cadastradas no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico); e residam em um dos 27 municípios em situação de emergência. O valor destinado às famílias tem aumento de R$ 1.000 comparado ao ano de 2022, quando o Estado também registrou muitos danos e perdas em decorrência de fortes chuvas.

O processo de identificação das famílias e a respectiva autorização do pagamento do benefício deverá ser concluído no prazo de 180 dias, contados a partir da data de declaração da situação de emergência ou da publicação da Lei.

O Fundo de Proteção, Defesa Civil e Recuperação Ambiental de Pernambuco será destinado para prevenção e mitigação de desastres naturais, prevendo apoio direto aos municípios, aplicado para obras de contenção, dragagem, recuperação de rios e construção de barreias, por exemplo. O fundo permitirá receber doações e recursos federais. Os valores terão finalidade exclusiva de responder às situações de adversidades decorrentes de eventos ambientais, como as inundações causadas por fortes chuvas. O fundo será contínuo para essas ações, por considerar o histórico de eventos climáticos em Pernambuco. 


Fotos: Hesíodo Góes/Secom

Diogo Moraes destaca atuação para impedir que taxação antidumping sobre poliéster seja aplicada ao Polo de Confecções

O deputado estadual Diogo Moraes usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco, nesta terça-feira (05), para tranquilizar empresários, trabalhadores e lideranças do Polo de Confecções do Agreste pernambucano sobre um assunto que tem gerado questionamentos: a taxação antidumping sobre produtos de poliéster, matéria-prima essencial para a cadeia produtiva da região. O parlamentar reafirmou que o trabalho de articulação política junto ao Governo Federal, desenvolvido ao longo de mais de um ano, tem sido determinante para proteger os interesses do setor.

Em seu pronunciamento, Diogo Moraes destacou que a possibilidade de aplicação da tarifa antidumping chegou a ser incluída em pauta, mas foi retirada em outubro do ano passado, resultado direto da atuação contínua e diálogo com o Executivo Federal. Para o deputado, a retirada da pauta comprova que os esforços estão no caminho certo.

"Essa taxação antidumping não está por hora e não vai estar em nenhum momento sendo aplicada. Com a retirada de pauta lá em outubro, prova e mostra que nós estamos no caminho certo de proteger o nosso polo de confecções", afirmou.

O deputado ressaltou o papel junto ao deputado federal Felipe Carreras (PSB), que tem conduzido pessoalmente as tratativas em Brasília. Carreras se encontrou com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Pereira, e com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, para reforçar a posição contrária à aplicação das medidas antidumping e ao possível aumento das alíquotas de importação sobre o poliéster. O presidente nacional do PSB e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos, também atuou na pauta junto ao Governo Federal.

O Polo de Confecções do Agreste, que engloba municípios como Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru, depende diretamente do poliéster importado para sustentar sua produção, gerar renda e manter milhares de empregos. A aplicação de tarifas antidumping encareceria os insumos e comprometeria a competitividade de micro e pequenas empresas que estruturam a economia regional.

Diogo Moraes ponderou que a medida antidumping, quando debatida, servia primordialmente para proteger poucas empresas nacionais produtoras de poliéster que, isoladamente, não têm capacidade de abastecer toda a demanda do mercado interno. Na avaliação do parlamentar, impor barreiras às importações nesses casos prejudica toda a cadeia produtiva, especialmente o setor de confecções que depende do acesso a insumos a preços competitivos.

Ao encerrar seu pronunciamento, o deputado garantiu:

"Quero deixar o nosso polo de confecções tranquilo quanto a esta discussão da lei antidumping. Todo o trabalho que foi feito pelo Governo do Brasil, pelo Vice-Presidente Alckmin, pelo Presidente Lula, pelos ministros e pelos técnicos é para preservar regiões como esta, para preservar o trabalho do nosso povo e as indústrias brasileiras".




Edson Vieira defende Polo de Confecções e critica mudanças em tributos federais

O deputado estadual Edson Vieira (Podemos) se posicionou de forma firme, nesta terça (06), durante reunião plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco, contra propostas federais que podem impactar diretamente o Polo de Confecções do Agreste.

O debate girou em torno de mudanças tributárias que atingem o setor têxtil, especialmente a possível extinção ou redução da chamada “taxa das blusinhas”, aplicada a compras internacionais de até 50 dólares, além do aumento de impostos sobre insumos importados utilizados pela indústria nacional.

Edson reforçou a importância estratégica do Polo, que movimenta a economia e garante milhares de empregos em cidades como Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe.

“O Governo Federal precisa compreender que não faz sentido facilitar a entrada de roupas prontas importadas e, ao mesmo tempo, encarecer os insumos que as confecções brasileiras precisam para continuar produzindo”, pontuou o parlamentar.

Para Edson Vieira, as medidas colocam em risco a competitividade da produção local, atingindo desde pequenos empreendedores até toda a cadeia produtiva do setor.

Como encaminhamento, o parlamentar solicitou a realização de uma audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Casa, com o objetivo de aprofundar o debate e buscar soluções que protejam o Polo de Confecções.






Eduardo da Fonte apresenta projeto que criminaliza injúria capacitista contra pessoas com deficiência

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) apresentou, ao lado do deputado Lula da Fonte (PP/UP), o Projeto de Lei nº 2.194/2026, que tipifica como crime a injúria contra pessoas com deficiência motivada por capacitismo. A proposta altera a Lei Brasileira de Inclusão e prevê punição para casos de ridicularização, humilhação ou menosprezo.

O texto estabelece pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa, incluindo também quem induzir, incitar ou divulgar esse tipo de ofensa, especialmente em redes sociais. Nesses casos, a pena pode ser ampliada.

O projeto prevê agravantes quando a vítima estiver em situação de maior vulnerabilidade ou quando a conduta ocorrer em ambientes como escolas, serviços públicos ou em relações de autoridade. Também determina que o crime seja imprescritível e inafiançável.

Segundo Eduardo da Fonte e Lula da Fonte, a proposta corrige uma lacuna na legislação e reforça a proteção à dignidade das pessoas com deficiência, com resposta mais rigorosa a práticas discriminatórias.





Conselho da Câmara suspende três deputados da oposição por dois meses por ocupação da Mesa Diretora

Colegiado votou pela procedência da punição a Marcel Van Hattem, Zé Trovão e Marcos Pollon por "motim" no ano passado.

O conselho de ética da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, a suspensão do mandato por dois meses para três deputados da oposição que participaram da ocupação da Mesa Diretora da Casa em agosto do ano passado. Os afetados foram Marcel Van Hattem (Novo-RS), Zé Trovão (PL-SC) e Marcos Pollon (PL-MS).

A decisão vem quase nove meses depois do ocorrido e após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), mobilizar aliados para garantir a punição dos parlamentares. O episódio da ocupaçã da Mesa Diretora, onde o presidente da Casa senta para presidir as sessões plenárias, acabou sendo vista na época como um desgaste à sua autoridade no comando da Câmara.

Os deputados, por maioria, aprovaram o parecer do relator Moses Rodrigues (União Brasil-CE), que propôs a punição na semana passada. A suspensão, contudo, pode ainda passar por decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), caso haja recurso, sendo que a palavra final é do plenário.

A sessão, que durou mais de 8 horas, foi marcada por debates de parlamentares da oposição e da base aliada do governo Lula (PT). Mais para o final do encontro, por volta das 20h, uma confusão envolvendo o deputado Chico Alencar (Psol-RJ) e o advogado Jeffrey Chiquini tomou conta do colegiado. Enquanto o deputado falava, ele alegou que o advogado estaria rindo de seu discruso, o que Chiquini negou. Com a escalada da discussão, a Polícia Legislativa chegou a ser acionada, mas os ânimos foram acalmados e a sessão seguiu.

Pelo tardar da hora, a votação só ocorreu depois do cancelamento da sessão deliberativa do plenário prevista para esta terça, movimento que abriu espaço regimental para que o colegiado mantivesse a reunião até a conclusão da análise do caso. Isso porque, pelo regimento da Câmara, com a ordem do dia do plenário aberta, não é possível que haja outras votações simultâneas.

Ao longo do dia, os deputados alvos da punição se pronunciaram, criticando o que chamaram de “perseguição” e “injustiça”. Zé Trovão, em seu momento de fala, chegou a chorar, citando seus familiares e membros da sua equipe na Câmara.

Segundo Trovão, as pessoas contratadas pelo seu gabinete também sofrerão com sua punição. Ele afirmou que hoje “está sendo o pior dia da minha vida”.

— Essas lágrimas não são por conta do meu mandato, mas é por conta de quase 20 famílias que vão ficar dois meses sem ter como colocar o sustento na sua casa — afirmou.

A oposição chegou a tentar adiar a análise do parecer do relator por diversas vezes, mas as tentativas acabaram frustradas.

As representações contra o trio de deputados têm origem em pedidos que acusaram o trio de quebra de decoro parlamentar durante um protesto realizado em 6 de agosto de 2025 em prol da aprovação da anistia. Na ocasião, os deputados ocuparam a Mesa Diretora e impediram o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de assumir a condução da sessão.

No relatório, Moses Rodrigues afirma que a medida é necessária para deixar claro que o Parlamento não tolera condutas desse tipo. Segundo ele, a ação dos deputados não contribuiu para o processo legislativo, mas buscou interrompê-lo.

De acordo com os documentos analisados, Marcos Pollon teria se sentado na cadeira da presidência da Câmara, impedindo o retorno de Hugo Motta ao posto. Já Marcel Van Hattem também teria ocupado um assento na Mesa com o objetivo de bloquear o acesso do presidente. No caso de Zé Trovão, a acusação aponta que ele teria impedido fisicamente a subida de Motta, formando uma barreira no acesso à Mesa.

Os três deputados negam qualquer irregularidades. Zé Trovão afirma que a acusação não reflete os fatos. Marcel Van Hattem sustenta que a ação ocorreu como parte de um protesto político contra o que classificou como descumprimento de acordos no Congresso, argumentando que a ocupação estaria amparada pelo direito de reunião e pela obstrução parlamentar.

Pollon, por sua vez, defende que sua atuação foi um gesto político protegido pela imunidade parlamentar e que não houve intenção de impedir o funcionamento da Câmara, já que a interrupção teria sido momentânea.

Os deputados voltaram a se defender durante a sessão. Van Hattem, por exemplo, estava acompanhado do advogado Jeffrey Chiquini, filiado ao partido Novo e que atuou também na defesa de acusados pela trama golpista. Ele defendeu que a Câmara dos Deputados é a “casa do povo” e, portanto, a ocupação da Mesa foi legítima por se tratar de algo inerente aos brasileiros.

O argumento foi reforçado pelo entendimento de que ao ocupar a Mesa, o deputado gaúcho não impediu o andamento dos trabalhos da Câmara.

— Este é um processo contra pessoas que não cometeram crime nenhum, contra parlamentares que exerceram seus direitos como tantos outros parlamentares já o exerceram no passado e de uma forma absolutamente pacífica.

Pollon também se pronunciou, questionando os motivos do presidente da Casa não ter pautado o projeto da anistia. Segundo ele, a ocupação da Mesa foi um “ato de desespero”.

— Em um ato de desespero, a oposição ocupou a mesa, no que cumprimento os valorosos colegas que estão ao meu lado aqui que não fraquejaram e podem ter o orgulho de no final de suas vidas dizerem aos seus filhos que, em tempo de crise, não se omitiram e não se acovardaram — afirmou.

O debate ainda seguiu com o pronunciamento de outros deputados, tanto da oposição como da base governista que defendiam a suspensão dos colegas. Uma delas foi Maria do Rosário (PT-RS), que definiu o episódio como uma tentativa de impedir que o “terceiro na linha sucessória da Presidência da República” exercesse suas funções.

— Estão aqui respondendo por um crime concreto de impedir a realização dos trabalhos legislativos porque vossas excelências se filiam à mesma posição autoritária dos torturadores como o brilhante Ustra ou dos ditadores, como Geisel. E assim como vossas senhorias não se arrependem e os citam como heróis, nós os citamos como verdadeiros seres abjetos da política nacional que não devem ter de nossa parte qualquer respeito porque não são marcados pela palavra e pela dignidade — disse.




terça-feira, 5 de maio de 2026

Em Brasília, governadora Raquel Lyra encerra agenda com ministros em busca de recursos para Pernambuco

A governadora Raquel Lyra concluiu agendas em Brasília, nesta terça-feira (5), em reuniões com o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e com o ministro dos Transportes, George Santoro. Nos encontros, a gestora detalhou os encaminhamentos ao governo federal da solicitação de recursos para ações emergenciais e estratégicas em cidades atingidas pelas chuvas dos últimos dias. Entre as solicitações, estão obras de barragens e recuperação de trechos de rodovias danificados. A governadora também debateu os encaminhamentos com o senador Fernando Dueire e o deputado federal Túlio Gadêlha. O dia de trabalho teve início ainda na manhã desta terça em reunião no Ministério das Cidades, com o ministro Vladimir Lima.

“Realizamos agendas de trabalho em Brasília em um dia muito proveitoso com diversos encaminhamentos para dar continuidade às ações emergenciais e de proteção após as fortes chuvas que afetaram nosso Estado. Estou em Brasília, mas a equipe do Governo de Pernambuco continua em campo nas cidades, dando continuidade na assistência à nossa população”, destacou a governadora Raquel Lyra.

No Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, a gestora reforçou ao ministro a solicitação, feita em reunião na última segunda-feira (4), no Palácio do Campo das Princesas, para inclusão das obras de construção das Barragens de Engenho Maranhão, São Bento do Una, Engenho Pereira e Barra de Guabiraba no âmbito do Novo PAC, com valor estimado total em R$ 750 milhões.

*MOBILIDADE* - Ainda em Brasília, a governadora também se reuniu com o ministro dos Transportes, George Santoro. Na agenda, foram debatidas importantes obras viárias para Pernambuco, como a travessia de Toritama, no Agreste Setentrional, a rodovia de Inajá e Ibimirim, no Sertão do Moxotó, e o Viaduto da Vitarella, na Região Metropolitana. Segundo a pasta federal, as obras vão ter ordens de serviço dadas em breve.

Estiveram presentes na reunião a gerente de Projetos do Ministério dos Transportes, Paula Passos, o subsecretário de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes, Clovis Benevides, o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Fabricio Galvão, além do Assessor Especial do Ministério dos Transportes, Eduardo França, e da chefe de Gabinete do Ministério dos Transportes, Maria Rita. Acompanharam as agendas também os secretários estaduais Túlio Vilaça (Casa Civil) e João Salles (Assessoria Especial à Governadora e Relações Internacionais); a secretária executiva de Imprensa, Daniella Brito, e o assessor especial André Teixeira Filho.





DR. ESDRAS CABRAL DESPONTA COMO PRÉ-CANDIDATO EM ASCENSÃO EM PERNAMBUCO

O cenário político pernambucano para as eleições de 2026 começa a ganhar novos contornos, e um dos nomes que vem se destacando é o do Dr. Esdras Cabral, pré-candidato a deputado federal. Com atuação crescente no estado, especialmente no litoral e na Zona da Mata Norte, Cabral tem ampliado sua influência e consolidado sua presença junto a diferentes segmentos da sociedade.

Nos últimos meses, o pré-candidato tem intensificado sua agenda pública, participando de eventos, encontros e debates em diversas cidades. Um dos fatores que tem impulsionado sua visibilidade é o lançamento do livro “Esquerda: uma ideologia incompatível com a fé cristã”, obra que tem gerado repercussão e aberto portas para uma série de convites para palestras e diálogos em todo o estado.

De acordo com apoiadores, a mensagem defendida por Dr. Esdras Cabral tem encontrado eco principalmente em públicos ligados a valores conservadores e religiosos, o que tem contribuído para sua projeção política. A circulação do livro, aliada à presença ativa em eventos, tem fortalecido sua imagem como uma liderança em formação no cenário estadual.

Além da atuação no campo das ideias, Cabral tem buscado se posicionar como um nome que alia princípios e propostas, dialogando sobre temas como família, ética, desenvolvimento social e participação cidadã. Esse conjunto de fatores tem levado analistas políticos a observar com atenção o crescimento de sua pré-candidatura.

Nos bastidores, seu nome já começa a ser citado como uma possível surpresa no pleito de 2026, especialmente pelo ritmo de expansão de sua base de apoio e pela capacidade de mobilização em diferentes regiões de Pernambuco.

Ainda em fase de pré-campanha, Dr. Esdras Cabral segue ampliando sua agenda e consolidando alianças, sinalizando que pretende disputar o eleitorado com uma proposta que combina posicionamento ideológico e engajamento social.

Se mantiver o atual ritmo de crescimento, seu nome poderá figurar entre as novas forças políticas que buscam espaço no Congresso Nacional representando Pernambuco.

 

Imagem com Dr. Tassos Lycurgo

PP e União Brasil podem superar PL e formar maior bancada da Câmara em 2027

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