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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Fisco de Pernambuco endurece o discurso e atuará no estrito cumprimento do dever legal

Em Reunião Plenária da AGE Permanente, realizada nesta quarta-feira (01), na sede do Sindifisco-PE, auditores fiscais do Tesouro Estadual e julgadores administrativo tributários de Pernambuco decidiram, por unanimidade, desempenhar suas atividades no estrito cumprimento do dever legal, a partir de amanhã (02). 

A deliberação ocorreu após mais um ato do Governo Raquel Lyra que atenta contra os direitos dos trabalhadores do Fisco do Estado. “Após meses de diálogo e promessas formais, fomos surpreendidos por mais um ato de descaso da atual gestão. A governadora enviou à Assembleia Legislativa o PLC nº 4212 (PERC) sem a inclusão da rubrica indenizatória prometida. Este gesto é uma declaração explícita de desrespeito à categoria”, destaca Nilo Otaviano, presidente do Sindifisco. 

A categoria também votou pela paralisação das atividades e pela realização de nova reunião plenária na quinta-feira (09), além da contratação de escritório de advocacia especializado em direito sindical e movimentos grevistas para atuar em caso de possíveis retaliações. Até o dia da paralisação, o Sindicato realizará novas reuniões setoriais para avaliar e fortalecer a adesão ao movimento. 

Ainda durante a reunião, o Sindifisco denunciou que, mesmo afirmando não pretender rever nenhum acordo firmado em 2024, o Governo Raquel Lyra garantiu aos procuradores de Pernambuco aumentos salariais e o pagamento imediato de atrasados de honorários advocatícios sobre o 13º salário de vários anos. “Essa disparidade de tratamento é inaceitável e demonstra que a prioridade política atual do governo é beneficiar a categoria da qual a governadora faz parte”, enfatiza Nilo. 

Entenda – Desde janeiro, o Sindifisco tenta estabelecer um diálogo com o governo para tratar de reivindicações consideradas estruturais para a carreira e para o funcionamento da administração fazendária do Estado. O Sindicato destaca que os pleitos da categoria não provocam impacto financeiro adicional ao Tesouro Estadual. 

Conforme a entidade, a recomposição da paridade seria custeada por recursos já existentes no Fundo de Aperfeiçoamento das Atividades Fazendárias (FAAF), enquanto a aplicação do teto constitucional não representaria aumento salarial, mas apenas alteração na incidência de descontos sobre os vencimentos. Além de acabar com o Estado de ilegalidade do Governo Estadual, que, no tocante a esse tema, está contra a Constituição Estadual.

A categoria defende também a recriação de uma rubrica indenizatória vinculada à recuperação de créditos tributários. Segundo o Sindicato, a participação na recuperação de créditos foi extinta na Sefaz em 2024, mas continua sendo paga aos procuradores da Procuradoria-Geral do Estado (PGE).





Mendonça Filho defende atualização da tabela de faturamento do Simples Nacional e do MEI, defasadas desde 2018

O deputado federal Mendonça Filho, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas, defendeu nesta terça-feira (1º), durante sessão solene em homenagem ao Dia da Micro, Pequena e Média Empresa, na Câmara dos Deputados, a atualização da tabela de Faturamento do Simples Nacional, que está defasada desde 2018 e a adoção de medidas que fortaleçam o ambiente de negócios no Brasil.

Em seu pronunciamento, Mendonça afirmou que a pauta de correção dos limites de enquadramento do Simples Nacional precisa avançar no Congresso para beneficiar microempreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas, preservando a competitividade do setor. Ele destacou ainda que a tabela do Simples que está defasada há seis anos tem prejudicado o crescimento dos pequenos negócios, já que muitos acabam sendo desenquadrados ou pagando mais impostos ao ultrapassar limites que não acompanham a inflação.

"A voz do setor produtivo, de quem carrega o Brasil nas costas, precisa ser ouvida. Reafirmo meu compromisso, como presidente da Frente Parlamentar, com a aprovação da atualização da tabela do Simples Nacional e do MEI, uma medida importante para milhares de empreendedores brasileiros", destacou.

O parlamentar também defendeu a criação de um ambiente econômico mais favorável ao empreendedorismo, com regras estáveis, segurança jurídica e uma carga tributária compatível com o crescimento do País. "O Brasil só irá para frente quando valorizar a educação, apoiar quem produz e quem trabalha, criar regras estáveis e garantir condições para que as empresas possam crescer, investir e gerar mais empregos", afirmou.

"O brasileiro tem criatividade, espírito empreendedor e enorme capacidade de produzir. Infelizmente, esse potencial acaba sendo limitado pela falta de infraestrutura, pela baixa eficiência da educação e pelo peso da elevada carga tributária", concluiu o deputado.





Prefeito André Raimundo comemora sucesso da Fest Drilha das Mães em Cachoeirinha

O prefeito de Cachoeirinha, André Raimundo, comemorou o sucesso da Fest Drilha das Mães, realizada pelo município nesta terça-feira, 30 de junho, em homenagem às mães dos alunos da rede municipal de ensino.

O evento foi promovido pela Secretaria de Educação, em parceria com a Secretaria de Governo e Turismo, reunindo música, emoção e momentos de confraternização entre as famílias cachoeirinhenses.

A programação contou com shows de Elifas Jr. e Andreza Almeida no trio elétrico Asas da América, que saiu da Secretaria de Educação com destino ao Pátio de Eventos, levando animação e alegria para as milhares de participantes. A noite também foi marcada pelo sorteio de prêmios para as mães, com diversos eletrodomésticos, como geladeira, máquina de lavar, entre outros itens.

O evento contou ainda com a presença do deputado estadual Joãozinho Tenório, que acompanhou a programação ao lado do prefeito André Raimundo, da equipe de gestão e da população.

Para o prefeito André Raimundo, a Fest Drilha das Mães representa o reconhecimento e a valorização das famílias que fazem parte da educação municipal.

“Foi uma noite muito especial, preparada com muito carinho para homenagear aquelas que são a base das nossas famílias. As mães dos nossos alunos merecem esse momento de alegria, reconhecimento e celebração. Agradeço a todos que participaram e às equipes das secretarias de Educação, Governo e Turismo pelo empenho na realização desse grande evento”, destacou o prefeito.




Edson Vieira celebra entrega da ponte de Altinho e destaca compromisso de Raquel Lyra com a população

O deputado estadual Edson Vieira (Podemos) participou, nesta terça-feira (30), da entrega da nova ponte sobre o Rio Una, ligando o distrito de Barra do Jardim, em Agrestina, ao município de Altinho. A obra, aguardada há mais de 16 anos pela população, garante mais segurança, mobilidade e desenvolvimento para toda a região.

"Depois de tanto tempo de espera, o povo de Altinho finalmente recebe essa importante obra. Durante muitos anos, só existiram promessas. Raquel Lyra mostrou que governa de forma diferente. Ela trabalha, entrega e transforma a vida das pessoas", destacou Edson.

O parlamentar também ressaltou a parceria com o líder da oposição em Altinho, Israel Segundinho, e com os vereadores Novinho da Auto Escola e Naninho, que também atuaram em defesa da realização da obra. "Essas entregas mostram que o trabalho sério gera resultados e melhora a vida das pessoas. Com a governadora Raquel Lyra, Altinho vive um novo momento de desenvolvimento", concluiu Edson Vieira.




Hospital municipal de Jataúba instalou um novo gerador de energia de última geração

Foto: Sérgio retratista 
O Hospital Municipal de Jataúba, Ana Argemira Correia, passou a contar com um novo gerador de energia a diesel de última geração. O equipamento foi adquirido pela Prefeitura de Jataúba, por meio da Secretaria de Saúde, utilizando com recursos próprios.

 O objetivo principal: Funcionar como um sistema de backup seguro para garantir a continuidade dos serviços em eventuais quedas na rede elétrica convencional.

Com o aumento da demanda e a necessidade de um equipamento mais potente surgiu devido aos investimentos recentes da prefeita Drª Cátia Ribeiro em sua gestão nos últimos cinco anos município jataubense, com a instalação de novos aparelhos de diagnóstico e a climatização da unidade hospitalar.

 A instalação foi finalizada por técnicos especializados, cumprindo todas as normas e critérios de segurança exigidos pelos órgãos reguladores federais. Essa melhoria para o nosso município, traz muito mais autonomia e segurança tanto para os profissionais de saúde quanto para o bem-estar dos pacientes internados e atendidos no hospital.






Real faz 32 anos após superar traumas e resistências no Congresso

Nova moeda chegou às ruas em 1º de julho de 1994, mas antes teve de superar desconfiança, falta de quórum, MPs reeditadas, 286 emendas e resistência política.

Nesta quarta-feira (1º), o real completa 32 anos em circulação. A moeda chegou ao bolso dos brasileiros em 1º de julho de 1994 sob o trauma dos planos econômicos fracassados, especialmente o confisco do Plano Collor, e após enfrentar falta de quórum, medidas provisórias reeditadas, 286 emendas e resistência no Congresso.

A oposição desconfiava que a estabilização tivesse viés eleitoral e fosse sustentada ao menos até a eleição de Fernando Henrique Cardoso. Também dizia temer arrocho salarial, perda de renda, distorções em contratos e aluguéis, desemprego e efeitos sociais de um plano visto por petistas como incompleto e de inspiração neoliberal.

O real entrou para a história como a moeda que derrotou a inflação crônica, mas não foi apenas obra de economistas. Nasceu no Executivo, ganhou rosto político com Fernando Henrique, foi implantado por Itamar Franco e dependeu do Legislativo para ter sustentação legal. O primeiro teste da nova moeda, portanto, não foi no comércio. Foi no Parlamento.

Trauma e desconfiança

A desconfiança era parte central do ambiente de 1994. O país vinha dos planos Cruzado, Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2, todos frustrados na promessa de controlar a inflação. O trauma mais recente era o Plano Collor, de 1990, que bloqueou a poupança e aplicações financeiras dos brasileiros.

Por isso, qualquer promessa de nova moeda vinha acompanhada de perguntas: haveria congelamento? Perda salarial? Confisco? Os contratos seriam respeitados? O salário encolheria na conversão? O controle de preços duraria só até a eleição?

Essas dúvidas atravessaram o Congresso. Parlamentares cobravam explicações sobre a Unidade Real de Valor (URV), adotada em 1º de março de 1994, e sobre os efeitos sociais da transição. No Senado, Eduardo Suplicy (PT-SP) resumiu a cautela ao defender que o Congresso analisasse "com cuidado" as fases do plano que levariam à criação do real.

O diferencial do real

O diferencial do Plano Real foi a URV. Ela não era dinheiro físico, mas uma unidade de conta criada para reorganizar preços, salários, contratos e expectativas antes da troca da moeda. O cruzeiro real continuava circulando, mas a economia passava a se orientar por uma referência estável.

A aposta era atacar a inflação inercial, mecanismo pelo qual a inflação passada alimentava os preços futuros. Em vez de congelar preços ou confiscar ativos, como em experiências anteriores, o governo tentou fazer uma transição: primeiro criou uma unidade estável para medir valores; depois transformou essa unidade em moeda.

O antes e o depois com o real.

O antes e o depois com o real.Arte Congresso em Foco

Era por isso que os defensores do plano diziam que, desta vez, poderia dar certo. O real não começava com um choque único. A economia foi preparada pela URV, e a nova moeda viria acompanhada de controle de emissão, juros altos, câmbio valorizado e tentativa de ajuste fiscal. A promessa era quebrar a memória inflacionária sem repetir o trauma dos planos anteriores.

Também por isso a tramitação era sensível. Se a URV fosse alterada de forma profunda, a lógica do plano poderia ser comprometida. O governo precisava aprovar a base legal, mas temia que emendas desfigurassem o desenho econômico.

Resistência, emendas e derrotas

O Plano Real enfrentou resistência relevante no Congresso, mas não sofreu derrota de mérito. PT, PCdoB e PDT estiveram entre os partidos que mais vocalizaram críticas ao plano e à associação entre a nova moeda e a candidatura de Fernando Henrique. A resistência apareceu também no volume de emendas. A MP 482 recebeu 286 propostas de alteração, sinal de que deputados e senadores queriam interferir em temas sensíveis da transição.

Ainda assim, o Congresso não derrubou o Plano Real. O que houve foram derrotas procedimentais do governo: a primeira MP da URV perdeu eficácia sem votação final; a segunda também caducou; só a terceira versão avançou e virou lei.

O caminho do real no Congresso até a consolidação da moeda..Arte Congresso em Foco

O caminho legislativo começou em 27 de fevereiro de 1994, quando o governo editou a MP 434, que criou a URV. A medida entrou em vigor em março, mas não foi convertida em lei no prazo, em meio a insegurança política e dificuldade de quórum. A saída foi reeditar a proposta. Veio a MP 457, que também caducou. Só a terceira versão, a MP 482, avançou e deu origem à Lei 8.880, sancionada em 27 de maio de 1994.

A comissão mista foi presidida pelo senador Odacir Soares, com Esperidião Amin como vice. O relator decisivo foi o deputado Neuto de Conto, que preservou a espinha dorsal da proposta. Antes dele, Gonzaga Motta havia relatado a primeira tentativa de conversão da MP da URV, que acabou prejudicada.

É preciso cautela ao falar das votações. A tramitação ocorreu por MPs, reedições, comissões mistas, projetos de lei de conversão, encaminhamentos partidários e deliberações nem sempre nominais. Em várias etapas, o mais correto é falar em aprovação pelo Congresso, pareceres, acordos de plenário, votações simbólicas ou sem painel nominal consolidado. Na votação definitiva de 1995, PT e PCdoB ainda se posicionaram contra o texto que consolidou o Plano Real.

Críticas iam do PT a Bolsonaro

As críticas ao Plano Real vinham de diferentes campos, do PT a Jair Bolsonaro, então deputado em primeiro mandato pelo extinto PPR-RJ. Petistas acusavam a nova moeda de ter viés eleitoral e de ter sido calibrada para sustentar a candidatura de FHC até a votação. Lula dizia haver uma diferença central entre ele e Fernando Henrique: "Ele quer inflação zero, eu quero inflação zero; ele quer moeda forte, eu quero moeda forte. Só que ele quer salário fraco e eu quero salário forte".

Deputado e vice na chapa de Lula naquele ano, Aloizio Mercadante afirmava que "a inflação vai cair somente até as eleições" e que o PT não aderira ao plano por "profundas discordâncias com a concepção neoliberal" que o inspirava. Jaques Wagner chamou o plano de "maior confisco salarial da história recente", enquanto Bolsonaro atacava a URV por supostas perdas de militares e servidores. Ao criticar Rubens Ricupero, disse que "saiu um cara-de-pau" da Fazenda e "acabou de entrar outro lá".

Itamar, FHC e Ricupero

O Plano Real foi implantado no governo Itamar Franco. Fernando Henrique Cardoso, ministro da Fazenda até março de 1994, atuou como articulador político da equipe econômica e se tornou o principal rosto público da estabilização. Ao deixar o ministério para disputar a Presidência, levou consigo a associação direta com o plano.

Rubens Ricupero assumiu a Fazenda em março de 1994, no período decisivo de implantação da nova moeda, concebida por uma equipe de economistas que incluía Persio Arida, André Lara Resende, Gustavo Franco, Pedro Malan, Edmar Bacha, Clóvis Carvalho e Winston Fritsch, entre outros. Em 30 de junho, encaminhou a exposição de motivos que formalizou a criação do real.

Na véspera da entrada da moeda em circulação, Itamar fez pronunciamento em cadeia nacional. Pediu vigilância contra abusos e disse que não permitiria que "interesses particulares, nem sempre legítimos" se sobrepusessem aos "superiores direitos da coletividade". Ricupero também adotou tom duro contra remarcações abusivas: "Quem tentar passar preços abusivos vai quebrar".

A passagem de Ricupero pela Fazenda, porém, terminou em setembro, com o "escândalo da parabólica". O vazamento, por sinal de satélite, de uma conversa informal com o jornalista Carlos Monforte — na qual disse que "o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde" — levou à sua renúncia e abriu uma crise para a campanha de FHC. O impacto, no entanto, foi limitado pela queda rápida da inflação e pela identificação de Fernando Henrique com a estabilidade.

A moeda chegou, mas a tramitação continuou

A etapa final antes da estreia veio em 30 de junho de 1994, véspera da circulação da nova moeda. O governo editou a MP 542, que estabeleceu regras de emissão, conversão e funcionamento do real. A partir de 1º de julho, a unidade do Sistema Monetário Nacional passou a ser o real, com curso legal em todo o país.

A conversão foi feita com base na URV fixada para 30 de junho: CR$ 2.750 passaram a equivaler a R$ 1. Mas a entrada da moeda em circulação não encerrou o processo legislativo. O real chegou às ruas ainda amparado por medida provisória. A regulamentação continuou por meses, com sucessivas reedições até a Lei 9.069, sancionada em 29 de junho de 1995.

O efeito no bolso

A força política do real veio da velocidade do resultado. Em junho de 1994, antes da entrada da moeda, o IPCA havia chegado a 47,43% no mês. Em julho, caiu para 6,84%. Em agosto, já estava em 1,86%.

A queda dos preços reorganizou a campanha presidencial e reduziu o espaço para a oposição combater a moeda em si. As críticas passaram a mirar juros altos, câmbio valorizado, abertura comercial, ajuste fiscal e efeitos sociais da estabilização. O real transformou a eleição de 1994 em uma espécie de plebiscito sobre a estabilidade. Fernando Henrique venceu no primeiro turno. Itamar encerrou o governo associado à moeda que mudou a vida cotidiana dos brasileiros.

Trinta e dois anos depois, a memória do real costuma destacar a equipe econômica, FHC, Itamar e a inflação domada. Mas a moeda também teve uma história parlamentar. Antes de chegar às ruas — e mesmo depois disso, até a lei definitiva de 1995 —, o real teve de atravessar plenário, comissão, relator, emenda, prazo, oposição e negociação. Não venceu apenas a hiperinflação. Antes, teve de vencer o descrédito político acumulado pelos planos fracassados.







Eduardo da Fonte solicita prioridade no credenciamento do ICIA como Hospital Geral Pediátrico do Agreste

Os deputados federais Eduardo da Fonte (UP/PP) e Lula da Fonte (UP/PP) encaminharam ofícios à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e à secretária estadual de Saúde, Zilda do Rego Cavalcanti, solicitando prioridade e celeridade no processo de credenciamento do Instituto do Câncer Infantil do Agreste (ICIA), em Caruaru, como Hospital Geral Pediátrico. A iniciativa tem como objetivo ampliar a capacidade de atendimento especializado às crianças e aos adolescentes de Pernambuco, fortalecendo a rede pública de saúde e garantindo maior acesso a serviços pediátricos de alta qualidade.

O ICIA é referência no atendimento infantojuvenil e assiste pacientes de diversas regiões do Estado. Nos ofícios, os parlamentares destacam que toda a documentação necessária para o credenciamento já foi encaminhada à Secretaria Estadual de Saúde (SES), tendo o recebimento dos documentos sido devidamente confirmado. Diante disso, os deputados solicitam que o Governo do Estado adote as providências administrativas necessárias para assegurar a análise prioritária e a conclusão do processo no menor prazo possível. 

O fundador e diretor médico do ICIA, Dr. Luiz Henrique Soares, reforçou a importância da medida para a ampliação da assistência pediátrica no Agreste. "O credenciamento como Hospital Geral Pediátrico representa um passo fundamental para ampliar nossa capacidade de atendimento e oferecer um cuidado ainda mais completo às crianças e adolescentes. Essa conquista fortalecerá o ICIA como referência regional e permitirá que mais famílias tenham acesso a uma assistência especializada, humanizada e de excelência", afirmou.





Fisco de Pernambuco endurece o discurso e atuará no estrito cumprimento do dever legal

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