Minha lista de blogs

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

TSE manda Flávio Bolsonaro apagar vídeo falso sobre manifestação pró-Lula


Ministro determina retirada de publicações que associam ato na Avenida Paulista ao consumo de drogas.

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, nesta segunda-feira (12), que Flávio Bolsonaro (PL) e outros cinco políticos apaguem de suas redes sociais um vídeo que associa falsamente a manifestação pró-Lula, realizada no domingo (11), na Avenida Paulista, em São Paulo, ao consumo de drogas.

A decisão do ministro Marco Aurélio Belizze estabelece um prazo de 24 horas para a retirada das publicações. Caso a determinação não seja cumprida, as plataformas Meta e X deverão ser notificadas para remover ou tornar indisponível o conteúdo

TSE determina retirada de publicações

Além de Flávio Bolsonaro, a decisão atinge Carlos Bolsonaro (PL-SC), Pablo Marçal (PRTB), Rony Gabriel (Podemos-RS), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP).

Todos foram notificados a remover as publicações no prazo de 24 horas.

Em caso de descumprimento, Belizze determinou a expedição de ofícios à Meta, responsável pelo Instagram e Facebook, e ao X, para que as próprias plataformas retirem o conteúdo do ar.

A Meta também deverá remover uma publicação semelhante feita pelo perfil “Sociedade em Fatos”, além de identificar o responsável pela página.

Vídeo foi associado falsamente a ato pró-Lula

Nas publicações, os políticos deram a entender que o vídeo havia sido gravado durante a manifestação pró-Lula na Avenida Paulista, associando os participantes do ato ao consumo de drogas.

Ao analisar o caso, Belizze classificou a utilização das imagens como uma grave manipulação dos fatos por meio da descontextualização.

“Essa forma de apresentação falsa e manipulada dos fatos, mesclando acontecimentos reais e situações que de fato não ocorreram é extremamente deletéria e pode caracterizar, como no caso dos autos, grave manipulação por descontextualização”, afirmou o ministro.

A petição que fundamentou o pedido sustenta que a edição e a apresentação das imagens transformaram um vídeo preexistente em “elemento de uma narrativa eleitoral enganosa, reforçada pelas afirmações generalizantes feitas na publicação”.

Belizze ressaltou que a decisão não impede críticas ou manifestações de opinião sobre o ato político, mas busca coibir a utilização de conteúdos manipulados ou retirados de contexto para distorcer os acontecimentos.

Imagens já circulavam antes da manifestação

Segundo os documentos apresentados ao TSE, o vídeo teria sido publicado originalmente no Chile, no sábado (10), um dia antes da manifestação pró-Lula em São Paulo.

Na mesma data, uma conta no X baseada na Argentina também compartilhou as imagens.

O conteúdo foi divulgado ainda por uma usuária chilena que se identifica como “nacionalista” e “anticomunista”. Na publicação, ela associou a jovem filmada a um protesto em apoio à Palestina realizado no Chile, sem qualquer relação com o Brasil.

Apesar disso, as imagens foram posteriormente compartilhadas por políticos brasileiros como se tivessem sido registradas durante o ato na Avenida Paulista.

A utilização do vídeo fora de seu contexto original, acompanhada de afirmações sobre consumo de drogas, foi um dos pontos considerados pelo ministro na análise do pedido.

Ministro rejeitou pedidos mais amplos

Embora tenha determinado a retirada das publicações, Belizze rejeitou outros dois pedidos apresentados na ação.

O primeiro solicitava a suspensão imediata do perfil “Sociedade em Fatos”. O segundo pretendia estabelecer uma “proibição genérica de divulgação futura de conteúdo substancialmente semelhante ou equivalente”.

Com isso, a decisão ficou restrita à remoção das publicações identificadas no processo, sem determinar o bloqueio integral do perfil ou impor restrições preventivas a conteúdos futuros.




Flávio Bolsonaro visitará o pai na manhã desta terça-feira, após autorização judicial


O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, nesta segunda (12), a retomada dos encontros com o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, vai visitar na terça-feira seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), que está em prisão domiciliar, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) o autorizou, nesta segunda (12), a retomar os encontros a duas semanas do segundo turno das eleições.

Flávio Bolsonaro disputará o segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 25 de outubro, após ter obtido 47% dos votos no primeiro turno, em 4 de outubro, contra 45% do petista, de 80 anos, que busca um quarto mandato.

O senador, de 45 anos, estava proibido de visitar o pai desde julho por ter divulgado uma carta do ex-presidente em apoio à sua campanha durante uma transmissão no YouTube.

O ministro Alexandre de Moraes considerou na época que o senador violou a proibição imposta ao pai de se expressar nas redes sociais, inclusive através de terceiros.

A suspensão, de 90 dias, terminou no domingo.

Moraes o autorizou a retomar as visitas, mas proibiu que elas tivessem "finalidade político-eleitoral", segundo a decisão, à qual a AFP teve acesso.

Também proibiu a divulgação de "quaisquer manifestos ou declarações" de Jair Bolsonaro, inclusive por terceiros e por qualquer meio.

A defesa do ex-presidente havia pedido ao ministro, em 5 de outubro, um dia após o primeiro turno, que antecipasse o fim da restrição ou autorizasse Flávio a realizar, ao menos, uma visita de natureza exclusivamente familiar.

Moraes não tomou uma decisão antes do vencimento do prazo.

Flávio Bolsonaro disse a jornalistas nesta segunda-feira, em Brasília, que visitará o pai na manhã de terça-feira.

"Estou ansioso, são mais de três meses sem poder vê-lo", afirmou, após assistir a uma missa pelo dia de Nossa Senhora Aparecida.

O senador descreveu a suspensão das visitas como "uma decisão sem critério nenhum, sem nenhuma humanidade, sem nenhum amparo legal" para "tentar separar um líder político de quem está concorrendo à Presidência da República e um pai de um filho".

"Quero ver como está o ânimo dele com tudo o que aconteceu (...) Quero olhar no olho dele, dar um abraço", acrescentou.

Jair Bolsonaro, de 71 anos, é considerado líder da direita e da extrema direita no Brasil e seu filho fez campanha com a promessa de seguir seus passos na Presidência.

O senador obteve o apoio de outros candidatos da direita para o segundo turno e é favorito a vencer as eleições, segundo as pesquisas de intenção de voto.

"Estou ansioso, são mais de três meses sem poder vê-lo", afirmou, após assistir a uma missa pelo dia de Nossa Senhora Aparecida.

O senador descreveu a suspensão das visitas como "uma decisão sem critério nenhum, sem nenhuma humanidade, sem nenhum amparo legal" para "tentar separar um líder político de quem está concorrendo à Presidência da República e um pai de um filho".

"Quero ver como está o ânimo dele com tudo o que aconteceu (...) Quero olhar no olho dele, dar um abraço", acrescentou.

Jair Bolsonaro, de 71 anos, é considerado líder da direita e da extrema direita no Brasil e seu filho fez campanha com a promessa de seguir seus passos na Presidência.

O senador obteve o apoio de outros candidatos da direita para o segundo turno e é favorito a vencer as eleições, segundo as pesquisas de intenção de voto.

Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado em 2022 após perder as eleições para Lula.

Ele está em prisão domiciliar em Brasília por motivos de saúde resultantes de uma facada sofrida em 2018, durante a campanha que o levou ao poder.

Dias antes das eleições, sua esposa, Michelle Bolsonaro (PL-DF), eleita senadora, disse que ele estava ansioso e que tinha tido "dias difíceis".

Flávio tem insistido nos últimos dias que, se vencer o segundo turno, seu pai colocará nele a faixa presidencial.



Moraes autoriza visitas de Flávio Bolsonaro ao pai, mas mantém veto a declarações políticas


Visitas continuam limitadas a dias e horários do regime domiciliar

 O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou o senador Flávio Bolsonaro (PL) a retomar as visitas ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A proibição estava em vigor desde julho e ficou mantida durante toda a campanha presidencial.

Na decisão assinada nesta segunda-feira (12), Moraes afirmou que as visitas de Flávio ao pai não poderão ter “finalidade político-eleitoral” e manteve o veto à divulgação de manifestos ou declarações do ex-presidente, preso em regime domiciliar por tentativa de golpe de Estado.

A decisão devolve a Flávio a oportunidade de explorar a relação com o pai para tentar consolidar seus vínculos com o eleitor bolsonarista, a menos de duas semanas do segundo turno. O senador vem manifestando o desejo de subir a rampa do Palácio do Planalto com Jair Bolsonaro caso vença a eleição.

A campanha de Lula (PT), por sua vez, tem dado destaque à proximidade entre os dois e a pontos negativos do governo de Jair Bolsonaro para aumentar a rejeição a Flávio.

A autorização mantém as restrições de horário impostas ao ex-presidente quando foi concedida a prisão domiciliar. Ele pode receber os filhos nos mesmos dias e horários aplicados a detentos em unidades prisionais, às quartas-feiras e sábados em três horários diferentes.

Em julho, Moraes havia proibido as visitas de Flávio a Jair Bolsonaro por 90 dias, prazo que terminou no domingo (11). Na ocasião, o ministro afirmou que o senador e candidato à Presidência usou esse direito para obter uma carta do pai e divulgá-la nas redes sociais.

Para o ministro, o ato configurou desvio de finalidade e descumprimento da proibição de que Bolsonaro use redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros. Na carta, Bolsonaro chamava Flávio de “porta-voz” e o apontava como a melhor opção para o país.

Na decisão desta segunda-feira, Moraes afirmou que “não houve qualquer fato superveniente que indicasse a necessidade de eventual prorrogação” da proibição e citou um parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República), que não se opôs à volta do contato entre os dois.

O ministro já havia rejeitado, em decisões anteriores, pedidos para que os filhos Flávio, Carlos e Jair Renan tivessem acesso livre ao pai durante a prisão. Para Moraes, a concessão de regime domiciliar não significa a mudança das restrições impostas aos presos, como a limitação de visitas.

Desta vez, a retomada das visitas havia sido solicitada pela defesa de Jair Bolsonaro. Os advogados afirmaram que “não se mostra mais necessária a manutenção de regime excepcionalmente restritivo de visitas”. A peça fala em “uma única visita” de Flávio, de natureza exclusivamente familiar.

O pedido foi feito pelos advogados do ex-presidente na segunda (5), um dia após o primeiro turno das eleições presidenciais. No pleito, Flávio Flávio marcou 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula (PT).

Condenado a 27 anos de prisão, Bolsonaro está preso há um ano. Por quatro meses, ele ficou em regime fechado, na sede da Polícia Federal em Brasília e na Papudinha, como é conhecido o Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. Desde março, está detido em casa, com visitas limitadas e restrição ao uso as redes sociais.

O julgamento do ex-presidente foi realizado pela Primeira Turma do STF, que tinha na sua composição à época Moraes e os ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. Desses, apenas Fux votou para absolver Bolsonaro.

Depois do julgamento, a defesa de Bolsonaro entrou com um pedido de revisão criminal na corte, que é relatado por Kassio Nunes Marques, indicado ao tribunal pelo ex-presidente. O objetivo é modificar a condenação de Bolsonaro por envolvimento no plano de golpe de Estado depois de perder as eleições em 2022.

Como revelou a Folha de S.Paulo, Kassio quer julgar a ação logo após o segundo turno das eleições, que será realizado em 25 de outubro. O magistrado avalia libertar Bolsonaro por meio de uma decisão liminar, mas o cenário mais provável é de que o caso seja levado ao plenário da corte.

Se eleito, Flávio disse querer levar o pai para subir a rampa do Palácio do Planalto na data da posse. Embora o senador já tenha prometido um indulto ao ex-presidente, ele só conseguiria dar um perdão presidencial depois de já empossado. Ou seja, para que Bolsonaro esteja solto em 5 de janeiro de 2027, seu filho precisaria contar com uma decisão vinda do Supremo.



Área técnica do TSE diz não ter identificado postagens com fake news em canal de apoiadores de Lula

Foram analisadas postagens compartilhadas desde o dia 2 de outubro no canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG)


A Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou ao presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, não ter identificado, no canal "Exército do Lula", o compartilhamento de informações que foram classificadas pela campanha do senador Flávio Bolsonaro como fake news.

A área técnica do tribunal analisou

 postagens compartilhadas desde o dia 2 de outubro no canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para verificar se elas trariam "afirmações" de que Flávio Bolsonaro "pretenderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil, estaria envolvido com milícia, reduziria aposentadorias e o Benefício de Prestação Continuada ou teria mandado cancelar o reajuste do Bolsa Família".

A conclusão foi que não houve publicações desse teor identificadas.

A área técnica do tribunal analisou postagens compartilhadas desde o dia 2 de outubro no canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para verificar se elas trariam "afirmações" de que Flávio Bolsonaro "pretenderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil, estaria envolvido com milícia, reduziria aposentadorias e o Benefício de Prestação Continuada ou teria mandado cancelar o reajuste do Bolsa Família".

A conclusão foi que não houve publicações desse teor identificadas.

"Quanto à circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes, não foram localizadas, entre as publicações do canal no período de 2 a 11 de outubro de 2026, reproduções das afirmações examinadas nos autos. A verificação abrangeu os textos das mensagens, as pré-visualizações de links, inclusive as miniaturas e os títulos dos vídeos vinculados, assim como os áudios transcritos", registra o parecer do órgão.














Fantástico faz matéria sobre manifestações pró-Lula e fala em 10 quarteirões na Paulista

Marcha pela Democracia contou com a participação de milhares de pessoas, demonstrando força popular para a virada na reta final da campanha; assista ao vídeo

O domingo (11) foi marcado por um ato histórico em favor da reeleição do presidente Lula, realizado na Avenida Paulista, em São Paulo. A manifestação reuniu uma multidão, demonstrando força popular para a virada nesta reta final da campanha.

A Marcha pela Democracia contou com a participação de milhares de pessoas, entre estudantes, trabalhadores, movimentos sociais, partidos e outros apoiadores do presidente, transformando o ato em uma demonstração de mobilização para o segundo turno.

Em sua edição da noite deste domingo (11), o Fantástico, exibido pela Globo, dedicou mais de dois minutos para uma reportagem sobre a manifestação na Paulista, em 15 capitais e outras cidades do país.

Do estúdio, Maju Coutinho apresentou a reportagem: “O presidente Lula candidato do PT à reeleição participou de um ato de campanha na Avenida Paulista”.

O repórter Anselmo Caparica relatou: “A manifestação foi convocada por entidades estudantis, sindicatos e organizações ligadas à educação e ciência. Ocupou 10 quarteirões e se estendeu por outros trechos da Paulista”.

O jornalista disse, ainda, que, ao chegar ao evento, Lula destacou a votação em primeiro turno do fim da escala de trabalho 6×1, marcada para quarta-feira (14), no Senado. Também afirmou que espera a aprovação da PEC da Segurança Pública. A CCJ do Senado deve retomar a votação na quarta, antes de enviar o texto ao plenário.https://twitter.com/i/status/2109439799782428968

Ministério da Segurança Pública

“Na hora que for aprovada a PEC, está criado o Ministério da Segurança Pública pra gente poder dizer ao povo brasileiro o seguinte: para o povo trabalhador, para a comunidade, para o território, proteção. Para os bandidos, prisão, porque o governo vai fazer uma intervenção na segurança pública”, reafirmou Lula a jornalistas que estavam no local.

A reportagem mostrou, também que o presidente estava acompanhado do vice, Geraldo Alckmin; das ex-ministras Marina Silva e Simone Tebet; e dos governadores reeleitos do PT no Ceará, Elmano de Freitas; na Bahia, Jerônimo Rodrigues; e no Piauí, Rafael Fonteles.

O Fantástico ainda apresentou outros trechos do ato e do discurso de Lula. Assista ao vídeo:





domingo, 11 de outubro de 2026

Ato em apoio a Lula reúne milhares de pessoas no Recife

Manifestação reuniu estudantes, trabalhadores e movimentos sociais

Um ato em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu estudantes, movimentos sociais, trabalhadores da cultura e lideranças políticas no Recife, neste domingo (11).

A concentração ocorreu no Parque 13 de Maio, localizado no bairro da Boa Vista, área central da capital pernambucana.

A mobilização teve como objetivo apoiar o atual presidente na campanha pela reeleição no segundo turno. O pleito ocorrerá no 25 deste mês.

Nos cartazes e discursos, os manifestantes cobraram a aprovação do fim da Escala 6x1, que entrará em votação nesta quarta-feira (14).

Outras pautas em destaque no ato foram a defesa da soberania nacional e críticas ao projeto econômico de Flávio Bolsonaro.  



Informação Folha de Pernambuco 

Corregedor do TSE derruba suspensão do canal ‘Exército do Lula’; plenário decidirá

Corregedor Ricardo Villas Bôas Cueva reverteu decisão de Nunes Marques e restabeleceu provisoriamente canal com mais de 3 milhões de seguidores.

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, suspendeu neste domingo (11) a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que havia determinado a derrubada do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. Com a nova decisão, o espaço, que reúne mais de 3 milhões de seguidores, poderá voltar a funcionar até que o plenário da Corte analise o caso.

A medida reverte, de forma provisória, uma determinação tomada horas antes por Nunes Marques, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o g1, a decisão provocou divergências dentro do TSE, especialmente porque o pedido de suspensão já estava sob análise de Cueva, relator da ação apresentada pela equipe do senador.

Ao justificar a retomada do canal, o corregedor destacou a necessidade de preservar a liberdade de expressão e evitar restrições que ultrapassem o necessário para combater eventuais irregularidades eleitorais.

“Entendo que a preservação da liberdade de expressão e a necessidade de evitar restrições mais amplas do que aquelas estritamente justificadas pelos elementos disponíveis recomendam a apreciação imediata da questão pelo Plenário desta Corte”, afirmou Cueva.




TSE manda Flávio Bolsonaro apagar vídeo falso sobre manifestação pró-Lula

Ministro determina retirada de publicações que associam ato na Avenida Paulista ao consumo de drogas. Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dete...