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domingo, 10 de maio de 2026

Lula, Trump e a derrota melancólica dos Bolsonaro nos EUA

A visita a Trump não foi apenas diplomacia. Foi a resposta de Estado à chancelaria paralela que a família Bolsonaro montou nos Estados Unidos para pressionar o Brasil, proteger Jair Bolsonaro e fabricar a candidatura de Flávio.

A reunião de Lula com Donald Trump na Casa Branca deve ser lida para além da fotografia oficial, dos apertos de mão, das frases protocolares e da cordialidade calculada entre dois líderes que representam campos políticos opostos. O encontro, ocorrido em Washington, não produziu uma declaração conjunta espetacular nem resolveu, de uma só vez, os conflitos comerciais, tarifários e geopolíticos entre Brasil e Estados Unidos.  

Mas produziu algo politicamente decisivo: desmontou a operação simbólica construída pela família Bolsonaro desde que Eduardo Bolsonaro se instalou nos Estados Unidos. 

Lula não foi à Casa Branca pedir bênção a Trump. Foi mostrar ao Brasil que a relação com os Estados Unidos não pertence aos Bolsonaro. 

Essa é a chave do episódio. 

Desde que Eduardo Bolsonaro atravessou a fronteira política e passou a viver nos Estados Unidos, a extrema direita brasileira tentou transformar Washington em retaguarda do bolsonarismo. Eduardo não foi apenas morar fora. Foi instalar uma espécie de embaixada paralela da família Bolsonaro no coração do trumpismo. 

Ali, passou a cultivar relações com lideranças republicanas, setores da direita radical americana, figuras próximas a Steve Bannon, autoridades do entorno político de Donald Trump e operadores da guerra cultural internacional. 

Sua missão era dupla. 

A primeira era ficar fisicamente mais perto de Trump, de Marco Rubio, de Steve Bannon, da CPAC, dos parlamentares republicanos e do aparelho político que voltou ao poder nos Estados Unidos com a restauração trumpista. 

A segunda era permanecer fisicamente longe do Brasil — longe da Polícia Federal, longe do Supremo Tribunal Federal, longe do risco concreto de responder aqui, em território nacional, pelas consequências da ofensiva que ajudou a organizar contra as instituições brasileiras. 

Eduardo fugiu para atuar. Mas também fugiu para se proteger. 

A chancelaria clandestina dos Bolsonaro 

O que se montou nos Estados Unidos não foi turismo político. Foi uma chancelaria clandestina. 

Eduardo Bolsonaro passou a operar como se fosse representante internacional de uma família derrotada nas urnas, desmoralizada pelo 8 de janeiro, cercada por investigações e empenhada em transformar a política externa americana em instrumento de pressão contra o Brasil. 

A lógica era transparente: se a extrema direita brasileira já não conseguia controlar plenamente as instituições nacionais, tentaria constrangê-las a partir de fora. Se Jair Bolsonaro estava inelegível, condenado e politicamente interditado, seria preciso internacionalizar sua defesa.  

Se Alexandre de Moraes, o Supremo Tribunal Federal, a Polícia Federal e o sistema eleitoral haviam se tornado obstáculos à restauração bolsonarista, então a saída seria acionar Washington. 

Não por acaso, Eduardo e seus aliados passaram a trabalhar para que autoridades brasileiras fossem enquadradas como violadoras de direitos, alvo de sanções e objeto de pressão diplomática americana.  

O Brasil deixaria de ser tratado como nação soberana para ser apresentado como território em crise, supostamente sequestrado por juízes, comunistas, censores e inimigos da liberdade. Era a velha gramática do golpe traduzida para o inglês. 

O que antes aparecia nos acampamentos diante dos quartéis — “SOS Forças Armadas” — passou a aparecer, com outra roupagem, nos corredores da extrema direita: “SOS Trump”. 

Eduardo, Bannon e o método 

Steve Bannon não é um detalhe nessa história. É parte do método. 

O ex-estrategista de Trump ajudou a transformar a extrema direita global numa rede de ressentimentos conectados. Sua fórmula combina guerra cultural, desinformação, ataque às instituições, fabricação permanente de inimigos internos e pressão sobre sistemas eleitorais. O objetivo não é apenas vencer eleições. É corroer a confiança pública na democracia até que qualquer derrota da extrema direita pareça fraude, perseguição ou conspiração. 

Eduardo Bolsonaro aprendeu esse idioma. 

Nos Estados Unidos, passou a falar para a plateia que interessava ao bolsonarismo: trumpistas, conspiracionistas, setores religiosos conservadores, operadores digitais, parlamentares republicanos e militantes da guerra cultural. Seu papel era apresentar o Brasil como laboratório de uma suposta tirania judicial e transformar Jair Bolsonaro em versão tropical de Donald Trump: o líder perseguido, injustiçado, censurado e punido por enfrentar o sistema. 

A operação tinha finalidade eleitoral evidente: preparar o terreno para 2026. 

Jair Bolsonaro, condenado e inviabilizado, seria preservado como mito. Eduardo atuaria como operador externo. Flávio Bolsonaro seria apresentado como herdeiro eleitoral. Trump funcionaria como fiador simbólico. Bannon ofereceria o método. Rubio e outros republicanos seriam as portas institucionais. As Big Techs e as redes digitais fariam o resto. 

Era um projeto de poder com sede no Brasil, palco nos Estados Unidos e método internacional. 

Flávio, o candidato made in USA 

A candidatura de Flávio Bolsonaro não nasceu apenas em Brasília. Foi sendo fabricada também nos palcos da direita americana. 

Quando Flávio foi à CPAC e pediu “pressão diplomática” sobre as eleições brasileiras, não discursava apenas para simpatizantes estrangeiros. Sinalizava que a extrema direita brasileira pretendia transformar a eleição de outubro em assunto internacional.  

Pior: pretendia convocar uma potência estrangeira a vigiar, pressionar e constranger as instituições brasileiras. O gesto revela a essência do projeto. 

Enquanto Lula representa o Brasil como chefe de Estado, Flávio se apresenta como candidato de uma família que pede tutela externa. Enquanto Lula negocia com Washington a partir do Planalto, Flávio procura legitimação em palanques trumpistas. Enquanto Lula conversa com Trump sem renunciar à soberania, os Bolsonaro tentam oferecer alinhamento automático como moeda eleitoral. 

Esse contraste é o coração do novo momento político. 

A extrema direita brasileira tentou convencer o eleitor de que somente um Bolsonaro seria capaz de falar com Trump. Tentou vender a imagem de que Washington estava fechado para Lula e aberto apenas para a família Bolsonaro. Tentou transformar a Casa Branca em comitê informal da candidatura de Flávio. 

Foi essa fantasia que Lula atravessou. 

A derrota simbólica dos Bolsonaro 

A visita de Lula à Casa Branca foi, antes de tudo, uma derrota simbólica dos Bolsonaro. 

Derrota de Eduardo, que se mudou para os Estados Unidos para operar por dentro do trumpismo e vender a ideia de que a família Bolsonaro tinha acesso privilegiado ao poder americano. 

Derrota de Flávio, que tentava se apresentar como o candidato capaz de restaurar a relação com Washington. 

Derrota de Jair Bolsonaro, que sempre tratou Trump como espelho, escu do e inspiração. 

Derrota da narrativa segundo a qual o Brasil só seria ouvido nos Estados Unidos se voltasse a ser governado pela extrema direita. 

A cena de Lula sentado com Trump na Casa Branca desmanchou a fábula. Mostrou que o presidente brasileiro, eleito pelo voto popular, pode falar com qualquer governo do mundo — inclusive com um governo ideologicamente hostil — sem se fantasiar de trumpista, sem entregar a soberania nacional e sem pedir licença à família Bolsonaro. 

Trump não recebeu Lula por simpatia ideológica. Recebeu porque o Brasil importa. 

Essa é a diferença entre diplomacia e submissão. 

Estados Unidos e Brasil têm interesses concretos em comércio, tarifas, combate ao crime organizado, minerais críticos, energia, tecnologia, Amazônia, China, América Latina e segurança regional. O governo americano pode preferir ideologicamente a extrema direita, mas não pode ignorar o peso do Brasil. E Lula, ao compreender isso, transformou uma vulnerabilidade em vantagem. 

Foi política externa a serviço da política interna — sem deixar de ser política de Estado. 

Lula não pediu bênção; impôs realidade 

É aqui que o artigo da ScheerPost — site jornalístico independente dos Estados Unidos — oferece a melhor chave de leitura. 

Reportagem do ScheerPost observou que Lula queria que a conversa fosse bem-sucedida não apenas por razões diplomáticas, mas porque enfrenta uma batalha difícil nas eleições de outubro. A viagem a Washington foi, portanto, uma operação política interna. Mesmo sem grandes resultados concretos, o clima positivo relatado pelos dois presidentes representou uma vitória para Lula no contexto da disputa presidencial. 

A leitura é precisa. Lula foi a Washington para neutralizar a principal mercadoria eleitoral dos Bolsonaro: a promessa de acesso exclusivo a Trump. 

O bolsonarismo apostava que poderia dizer ao eleitor brasileiro: Lula está isolado; Trump nos apoia; os Estados Unidos confiam em nós; só Flávio pode reconstruir a relação bilateral; só a família Bolsonaro pode impedir o Brasil de se afastar de Washington. 

A reunião na Casa Branca destruiu esse roteiro. 

Lula não saiu de lá como aliado de Trump. Nem precisava. Saiu como presidente do Brasil reconhecido como interlocutor necessário dos Estados Unidos. Para a disputa interna brasileira, isso basta. Porque o objetivo não era converter Trump em lulista — o que seria absurdo. O objetivo era impedir que Trump continuasse sendo tratado como propriedade eleitoral dos Bolsonaro. 

A operação Eduardo acabou — e de forma melancólica 

A operação Eduardo Bolsonaro acabou. Não porque a extrema direita deixou de ser perigosa. Não porque suas redes internacionais tenham sido desmontadas. Não porque Steve Bannon, Marco Rubio, a CPAC e o trumpismo tenham desaparecido do horizonte da eleição brasileira. Nada disso. 

Acabou porque fracassou em seu objetivo central. 

Eduardo Bolsonaro fugiu para os Estados Unidos por duas razões. A primeira era ficar perto fisicamente de Donald Trump, de Marco Rubio, de Steve Bannon e das autoridades do governo americano que poderiam ser mobilizadas contra o Brasil.  

A segunda era ficar longe do Brasil — longe da Polícia Federal, longe do Supremo Tribunal Federal, longe do risco concreto de responder aqui, em território nacional, pelas consequências da ofensiva que ajudou a organizar contra as instituições brasileiras. 

Não foi exílio romântico. Foi fuga política. 

E foi fuga financiada pelo próprio pai. Jair Bolsonaro admitiu publicamente ter enviado R$ 2 milhões ao filho nos Estados Unidos. Disse que “lá fora tudo é mais caro”, que tinha netos no exterior e que não queria que Eduardo “passasse por dificuldades”.  

A frase, que pretendia soar doméstica, revela a dimensão política do episódio: enquanto a militância era convocada a resistir, o operador internacional do clã era sustentado a milhões de reais fora do país. 

Eduardo foi para os Estados Unidos para ser o embaixador informal de uma restauração bolsonarista. Voltaria, imaginavam eles, como ponte vitoriosa entre o trumpismo e o Planalto. Voltaria como o homem que abriu portas em Washington, pressionou o Supremo, constrangeu Alexandre de Moraes, internacionalizou a defesa de Jair Bolsonaro e preparou o terreno para a candidatura de Flávio. 

Mas não voltou assim. 

O que restou de Eduardo no Brasil é uma caricatura do projeto original: a tentativa de se abrigar como primeiro suplente de André do Prado numa chapa ao Senado por São Paulo, mesmo morando nos Estados Unidos.  

O deputado que pretendia falar diretamente com Trump agora depende de uma vaga lateral, subordinada, indireta, para tentar manter alguma presença institucional no país que abandonou. 

É um rebaixamento político brutal. 

O operador internacional tenta virar suplente. 

O “chanceler” paralelo virou apêndice de chapa. 

O herdeiro do bolsonarismo ideológico virou problema jurídico, eleitoral e familiar. 

O homem que foi aos Estados Unidos para acionar Washington contra o Brasil agora tenta disputar uma eleição brasileira à distância. 

Essa é a derrota mais melancólica da operação Eduardo Bolsonaro. 

Lula entrou na Casa Branca como presidente eleito do Brasil. Eduardo permaneceu nos Estados Unidos como deputado encolhido, investigado, politicamente rebaixado e reduzido à condição de suplente remoto. 

A Casa Branca não virou bunker da família Bolsonaro. E Eduardo não voltou como estrategista vitorioso. Voltou como sombra de uma operação que prometia tomar Washington — e terminou disputando uma suplência em São Paulo. 

Soberania contra vassalagem 

A disputa de 2026 será também uma disputa sobre o lugar do Brasil no mundo. 

De um lado, há um projeto de soberania pragmática: conversar com Estados Unidos, China, União Europeia, América Latina, África e mundo árabe sem subordinação automática a nenhum império. Defender interesses nacionais, negociar tarifas, proteger setores estratégicos, agregar valor aos minerais críticos, preservar a capacidade industrial e manter autonomia diplomática. 

De outro, há o projeto da vassalagem ideológica: alinhar o Brasil ao trumpismo, entregar a política externa à guerra cultural, tratar a soberania como obstáculo, pedir pressão diplomática estrangeira sobre eleições nacionais e transformar recursos estratégicos em moeda de troca para apoio político. 

É isso que está em jogo. E dessa vez, como na campanha em 2018, o Estadão vai publicar editorial com o título: Uma escolha muito difícil?




 


sábado, 9 de maio de 2026

Oficina de Audiovisual movimenta neste sábado Nova Jerusalém, em Fazenda Nova, Brejo da Madre de Deus

O Auditório Plínio Pacheco, na Pousada da Paixão, em Nova Jerusalém, está recebendo neste sábado a Oficina de Interpretação para Audiovisual, ministrada pela atriz, produtora e diretora colombiana Diana Giraldo. A atividade segue até às 17h e reúne participantes de diferentes cidades pernambucanas.

Entre os alunos estão integrantes da Companhia de Teatro de Fazenda Nova, além de participantes vindos de Caruaru, Carnaíba e Toritama. A oficina promove uma imersão prática voltada para atuação diante das câmeras, com exercícios de criação de personagens, expressão corporal, interpretação e dinâmica de set audiovisual.

Realizada dentro da cidade-teatro de Nova Jerusalém, considerada o maior teatro ao ar livre do mundo, a atividade também fortalece o intercâmbio cultural e artístico entre grupos e artistas do interior pernambucano.




Durante Cruzada em Barreiros ao lado de Adalto Santos, Eduardo da Fonte recebe gratidão da Igreja Assembleia de Deus

O deputado federal Eduardo da Fonte esteve presente, na noite desta sexta-feira (8/05), na Cruzada Evangelística da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no município de Barreiros, no Litoral Sul, ao lado do deputado estadual e evangelista Adalto Santos e do prefeito de Barreiros, Carlinhos da Pedreira.

No evento, o deputado recebeu o agradecimento do pastor Eslijanai Carlos, da IEADPE: “Eduardo da Fonte, eu quero fazer um agradecimento especial ao senhor: muito obrigado. Receba a gratidão da Igreja de Deus.”

“Tenho a honra de estar presente nas Cruzadas da Assembleia de Deus, a convite do deputado Adalto Santos, e ver o trabalho maravilhoso de evangelização da IEADPE que tem transformado vidas. Agradeço toda a atenção, o carinho e, principalmente, a oportunidade de testemunhar a fé e a união do povo de Barreiros. Minha gratidão ao pastor Eslijanai, ao deputado Adalto Santos, ao prefeito Carlinhos e a todos os irmãos que fazem desse movimento um exemplo de amor ao próximo.” 



Foto: Igor Toscano

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Federação União Progressista reafirma apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra e defende unidade por Pernambuco

Em evento no Recife que contou com a presença da presidente estadual do PSD e governadora Raquel Lyra, a federação União Progressista (UB-PP) reafirmou, na tarde desta sexta-feira (8), o seu apoio à reeleição da gestora estadual. Presidente da federação partidária no Estado, o deputado federal Eduardo da Fonte declarou, na ocasião, que o grupo está unido no propósito de reconduzir Raquel à renovação do seu mandato, sempre priorizando os interesses do povo pernambucano. O ato, realizado na sede do PP, no bairro do Pina, reuniu deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores e mais uma série de lideranças políticas de todas as regiões.

“Quero agradecer a Eduardo da Fonte pela sua capacidade de diálogo, que nos permitiu firmar essa parceria no dia de hoje. O Progressistas esteve conosco desde o primeiro momento, quando assumimos o governo lá em 2023. O povo sabe que quando a gente fala é para valer, e as pessoas estão vendo que nós fazemos diferente, e estamos levando segurança, saúde e educação de qualidade para os filhos de Pernambuco. Por isso, é hora de deixar as diferenças de lado e olhar para frente, para o que é essencial, que é o futuro do nosso povo”, cravou a governadora Raquel Lyra.

Anfitrião do evento, o deputado federal Eduardo da Fonte chamou atenção para a qualidade do trabalho que a gestora tem desenvolvido ao lado da sua equipe, e declarou que dentro do seu grupo o apoio à reeleição de Raquel é um desejo majoritário. “Temos ao nosso lado deputados, prefeitos, vereadores, pré-candidatos e, sobretudo, pessoas unidas que querem o bem de Pernambuco, que trabalham conosco defendendo os interesses do nosso povo. O tempo da política às vezes nos deixa um pouco ansiosos, mas tudo acontece na hora certa, e por isso estamos aqui hoje para selar o apoio a este que já é o maior time político do Estado de Pernambuco”, observou o parlamentar.

A vice-governadora Priscila Krause, por sua vez, destacou a importância da parceria da federação União Progressista com a base da governadora Raquel Lyra. “O dia de hoje é importante porque referenda a capacidade de diálogo, de juntar pessoas, construir pontes e tirar sonhos do papel. Temos a certeza da parceria forte e do caminho que vamos trilhar junto com a Federação União Progressistas”, pontuou Priscila.

“Eu sou testemunha do quanto essa governadora e a sua vice, Priscila, trabalham dia e noite por Pernambuco. É por isso que no dia 4 de outubro estaremos, juntos, celebrando a vitória de Raquel nas urnas”, disse o líder da bancada da Federação União Progressista na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Henrique Queiroz Filho.

O prefeito de Aliança e presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Pedro Freitas, ressaltou o apoio que Raquel garante aos prefeitos de todo o Estado desde o primeiro dia de seu governo. “Todos os prefeitos de Pernambuco sabem o que é governar contando com o apoio da governadora Raquel Lyra. Que essa parceria, da governadora com a Federação União Progressista, tenha vida longa e continue fazendo bem ao povo do nosso Estado”, disse.

Acompanharam o ato os deputados federais Lula da Fonte e Túlio Gadêlha; os deputados estaduais Dannilo Godoy, Claudiano Martins Filho, Kaio Maniçoba, Pastor Cleiton Collins, Joel da Harpa e Adalto Santos; além dos prefeitos Paquinha (Macaparana), Sérgio Colin (Toritama), Júnior de Beto (Palmares), Edmilson Cupertino (Moreno), Paulo Galvão (Itamaracá), Henrique Queiroz (Buenos Aires), Júnior de Rivaldo (Saloá), Júnior de Audálio (Manari), Carlinhos da Pedreira (Barreiros), Miruca (Água Preta), Berg de Hacker (Rio Formoso), Arnóbio Gomes (Terezinha), Wilson Lima (São João), Zé Elias Filho (Calçado), Gena Lins (Taquaritinga do Norte), além de vice-prefeitos, vereadores e outras de lideranças políticas.





VEREADOR JOÃO ROSAL PARABENIZA PREFEITO ROBERTO ASFORA PELO PAGAMENTO DO AUXÍLIO UNIVERSITÁRIO

O vereador João Rosal, relator da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Brejo da Madre de Deus, parabenizou o prefeito Roberto Alberto Asfora pela liberação do Auxílio Universitário destinado aos estudantes do município.

João Rosal destacou a importância do compromisso da gestão municipal com os jovens universitários, ressaltando que o pagamento do benefício representa mais apoio, dignidade e incentivo para que os estudantes possam continuar seus estudos.

“Fico muito feliz em ver esse projeto acontecendo de verdade e beneficiando tantos estudantes do nosso município. O Auxílio Universitário é uma conquista importante para a educação e para o futuro da nossa juventude. Parabenizo o prefeito Roberto Asfora por garantir que o Pix do auxílio chegasse aos estudantes”, afirmou o vereador.

O parlamentar também reforçou que continuará acompanhando e defendendo iniciativas que fortaleçam a educação e ampliem as oportunidades para os jovens brejenses.




Capital do Café celebra 139 anos de emancipação com a 40ª Corrida Rústica Viva Taquaritinga

No próximo domingo, 10 de maio, a cidade de Taquaritinga do Norte, conhecida como a Capital Pernambucana do Café, completa 139 anos de emancipação política e celebra a data com um dia intenso de esporte, lazer e civismo. A programação tem como destaque a 40ª Corrida Rústica Viva Taquaritinga, que reunirá 600 atletas.

A concentração será a partir das 5h, em frente ao Hotel Fazenda, no Sítio Placas. No local, a professora Aline Moura comandará alongamento e aquecimento para os participantes. A largada está prevista para 6h, com percurso de 7,6 km até a sede do município. Durante a prova, haverá cinco pontos de hidratação.

A cronometragem oficial será realizada pela Pace Time Cronometragem Esportiva. A partir das 9h, na área central da cidade, acontece a premiação seguida de manhã esportiva aberta ao público, com atrações como pau de sebo, cabo de guerra, corrida do saco e outras brincadeiras para toda a família.

                        *Premiação*

Categoria Geral (masculino e feminino): 1º ao 5º lugar – troféu + premiação em dinheiro;

Categoria Local: 1º ao 3º (masculino e feminino), PCD Local e Master 60+ – troféu + premiação em dinheiro;

Todos os 600 inscritos receberão kit com camisa, numeral de peito e medalha de participação.

Ainda na programação de aniversário, às 15h, ocorrerá o tradicional desfile cívico pelas ruas centrais da cidade, reunindo escolas, instituições e a população para celebrar os 139 anos de Taquaritinga do Norte.

A 40ª Corrida Rústica Viva Taquaritinga e as demais atrações são uma realização da Prefeitura Municipal de Taquaritinga do Norte.

                       *Serviço*


40ª Corrida Rústica Viva Taquaritinga


Data: 10 de maio de 2026 (domingo)


Concentração: 5h – Hotel Fazenda, Sítio Placas


Largada: 6h
Premiação e manhã esportiva: 9h


Desfile cívico: 15h – ruas centrais da cidade



quinta-feira, 7 de maio de 2026

Sudene libera R$ 161,2 milhões do FDNE para Transnordestina e parque solar em Pernambuco

Recursos reforçam obras estratégicas do Novo PAC, com impacto em logística, energia e desenvolvimento regional

As obras da Transnordestina, no Ceará, e do parque solar fotovoltaico Sol do Agreste, em Pernambuco, receberão aportes de recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) aprovou a liberação de R$ 161,2 milhões para os dois projetos nesta quinta-feira (7), sendo R$ 41,2 milhões para a ferrovia e o demais recursos para a empresa de energia renovável. 

Os dois projetos integram a carteira prioritária do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), do Governo do Brasil. Segundo o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, o FDNE é o principal instrumento de financiamento de longo prazo para grandes projetos estruturantes no Nordeste. “O FDNE é um instrumento essencial para viabilizar projetos estruturantes que ampliam a competitividade do Nordeste, geram empregos e reduzem desigualdades regionais de forma sustentável”, afirmou. 

A Transnordestina é uma das principais obras de infraestrutura em execução no País e é voltada à ampliação da capacidade logística do Nordeste, com impacto direto sobre o escoamento da produção industrial, mineral e agropecuária. O diretor de Gestão de Fundos e Incentivos Fiscais da Sudene, Wandemberg de Almeida, destacou que o aporte aprovado corresponde a uma parcela complementar do montante previsto para 2025, de R$ 1 bilhão. “Estamos garantindo a continuidade de uma obra que transforma a logística do Ceará e de todo o Nordeste, com geração de emprego, aumento de renda e fortalecimento da economia regional”, disse. 

Com orçamento total estimado em R$ 15 bilhões e conclusão prevista para 2029, a Transnordestina mantém ritmo acelerado de execução, com frentes de trabalho em diversos municípios cearenses. Atualmente, cerca de cinco mil trabalhadores atuam direta e indiretamente no projeto. A primeira fase já alcança 81% de execução e deve ser concluída em 2027. Há vários trechos em fase de comissionamento.

A Sudene exerce papel central na viabilização do empreendimento por meio do FDNE. A previsão é de aplicação de R$ 7,4 bilhões até 2027, dos quais R$ 6,6 bilhões já foram liberados, incluindo R$ 800 milhões oriundos do antigo Finor (Fundo de Investimentos do Nordeste). Além do aporte financeiro, a Autarquia participa da governança do projeto como acionista da Transnordestina Logística S.A. 

No setor de energia, os recursos aprovados contemplam o complexo Sol do Agreste, instalado nos municípios de São Caetano e Tacaimbó (PE). O empreendimento soma investimentos totais de R$ 327,3 milhões, sendo R$ 120 milhões financiados pelo FDNE, além de recursos próprios e do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

Com capacidade instalada de 170 MW, o complexo amplia a participação da energia solar na matriz elétrica brasileira. O projeto é composto por seis usinas - Sol do Agreste I a VI - que, juntas, totalizam 594 unidades geradoras. A empresa já se encontra em operação.





Lula, Trump e a derrota melancólica dos Bolsonaro nos EUA

A visita a Trump não foi apenas diplomacia. Foi a resposta de Estado à chancelaria paralela que a família Bolsonaro montou nos Estados Unido...