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terça-feira, 15 de setembro de 2026
Sindifisco-PE divulga nota e questiona coerência do governo sobre remuneração de agentes públicos
Prefeito Clelson Peixoto e vice-prefeito Moisés Cordeiro, de Jucati, declaram apoio a Eduardo da Fonte para o Senado
Gestores do Agreste reforçam adesão ao projeto de Eduardo e defendem uma representação próxima dos municípios pernambucanos
O prefeito de Jucati, Clelson Peixoto, e o vice-prefeito Moisés Cordeiro declararam, nesta terça-feira (15), apoio à candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) ao Senado. A manifestação reforça a articulação política em torno do projeto de Eduardo e amplia o apoio à sua candidatura no Agreste de Pernambuco. A decisão também fortalece a construção de uma representação política comprometida com os municípios do interior e com a defesa de pautas importantes para o desenvolvimento do estado.
O apoio dos gestores de Jucati acrescenta ao projeto de Eduardo a força política de uma das cidades do Agreste e reforça a mobilização de lideranças municipais em torno da disputa do progressista à Casa Alta. A adesão também evidencia a busca dos municípios por uma representação capaz de manter diálogo permanente com as administrações locais e levar as prioridades do interior para o centro das decisões em Brasília.
Para Clelson Peixoto, a escolha de Eduardo está relacionada à perspectiva de ampliar a capacidade de articulação dos municípios pernambucanos e abrir novos caminhos para que as demandas locais sejam defendidas no Congresso Nacional. “Jucati sabe da importância de ter uma representação que conheça as necessidades dos municípios e esteja disposta a trabalhar para que essas demandas avancem. Eduardo tem experiência no Congresso e uma atuação que nos dá confiança de que ele poderá representar Pernambuco com muita força no Senado. Por isso, estamos colocando nosso apoio nesse projeto”, afirmou Clelson Peixoto.
Eduardo da Fonte agradeceu o apoio do prefeito e do vice-prefeito de Jucati e ressaltou que a adesão dos gestores amplia sua responsabilidade na construção de um projeto que pretende representar todas as regiões de Pernambuco. “Recebo o apoio de Clelson e Moisés com muita alegria e responsabilidade. Jucati tem uma importância enorme para o Agreste, e esse reconhecimento fortalece ainda mais o nosso compromisso com os municípios. Quero chegar ao Senado para ampliar a nossa capacidade de articulação, manter o diálogo com os prefeitos e transformar as prioridades de cada região em trabalho e resultado para Pernambuco”, afirmou Eduardo da Fonte.
Pernambuco lidera crescimento do comércio no Brasil no acumulado do ano
Pernambuco apresentou o maior crescimento do comércio varejista do Brasil no acumulado de janeiro a julho de 2026, segundo dados divulgados nesta terça-feira (15) pelo IBGE. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o volume de vendas cresceu 10,4% no varejo restrito e 9,2% no varejo ampliado, os melhores resultados entre as 27 unidades da Federação. No Brasil, as altas foram de 1,8% e 1,9%, respectivamente.
“Pernambuco mantém uma trajetória de crescimento do comércio muito acima da média nacional. Liderar o país no acumulado do ano, nos dois recortes da pesquisa, mostra a força do mercado pernambucano e a continuidade de um ambiente de atividade econômica aquecido”, destaca a secretária de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Danielle Jar Souto.
Na comparação entre julho de 2026 e o mesmo mês de 2025, o comércio pernambucano também apresentou desempenho nacional. O varejo restrito cresceu 7,1%, segundo maior resultado do país, enquanto o varejo ampliado avançou 6,1%, terceira maior expansão nacional. Nos dois indicadores, Pernambuco liderou o Nordeste.
O resultado de julho representa uma acomodação na margem, com recuo de 1,5% no varejo restrito e 1,8% no ampliado em relação a junho. O movimento, porém, ocorreu em boa parte do país. Pernambuco encerrou o mês com o nível de atividade do varejo ampliado em 117,4 pontos, o sexto maior patamar de toda a série histórica, iniciada em 2004.
DESEMPENHO
No acumulado de 12 meses até julho, Pernambuco também se destaca: o varejo restrito avançou 6,7%, maior crescimento do Brasil, enquanto o ampliado cresceu 5,1%, a quinta maior alta nacional e a primeira do Nordeste.
Fotos: Allan Torres/SDEC
Prefeito de Betânia, Erivaldo Bezerra, mais conhecido como Bebe Água, declara apoio a Eduardo da Fonte para o Senado
O prefeito de Betânia, Erivaldo Bezerra, mais conhecido como Bebe Água, declarou, nesta segunda-feira (14), apoio à candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) ao Senado. A manifestação, que também conta com a presença e o apoio do candidato a deputado estadual Bruno Marques, reforça a articulação política em torno do projeto de Eduardo e amplia o apoio à sua candidatura no Sertão do Estado. A decisão também fortalece a construção de uma representação política comprometida com os municípios do interior e com a defesa de pautas importantes para o desenvolvimento do estado.
A adesão de Erivaldo soma-se à mobilização de lideranças municipais em torno da candidatura de Eduardo e reforça a presença do projeto no Sertão. Para o prefeito, a escolha representa a aposta em uma atuação capaz de aproximar as demandas dos municípios das decisões tomadas em Brasília, ampliando o espaço de Pernambuco na discussão de políticas e investimentos de interesse das cidades do interior.
“Betânia precisa estar presente nas decisões que definem o futuro do nosso estado. O Senado é um espaço estratégico para defender Pernambuco, e entendemos que Eduardo tem a disposição e a capacidade de levar para Brasília as necessidades dos nossos municípios. Nosso apoio é uma demonstração de confiança nesse projeto e na construção de um estado cada vez mais forte”, afirmou Erivaldo Bezerra.
Eduardo da Fonte destacou que o apoio recebido em Betânia aumenta a responsabilidade de construir uma candidatura conectada às diferentes realidades de Pernambuco. O deputado ressaltou ainda que pretende transformar a experiência acumulada no Congresso em uma atuação voltada para resultados concretos para os municípios.A
“Eu recebo o apoio de Erivaldo com muita alegria, mas principalmente com muita responsabilidade. Cada prefeito conhece de perto os desafios da sua cidade, e ouvir essas lideranças é fundamental para construir um projeto que represente Pernambuco de verdade. Quero levar para o Senado uma atuação presente, com diálogo permanente com os municípios e capacidade de buscar soluções e investimentos para melhorar a vida das pessoas”, afirmou Eduardo da Fonte.
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Prefeito de Petrolândia, Fabiano Marques e candidato a deputado estadual Bruno Marques declaram apoio a Eduardo da Fonte para o Senado
O prefeito de Petrolândia, Fabiano Marques, o vice-prefeito Rogério Novaes e o candidato a deputado estadual Bruno Marques declararam, nesta segunda-feira (14), apoio à candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) ao Senado. A manifestação reforça a união de lideranças do Sertão do Estado em torno do projeto político do progressista e amplia a mobilização em favor de sua candidatura à Casa Alta.
O apoio de Fabiano, Rogério e Bruno também fortalece a construção de uma representação política comprometida com os municípios pernambucanos. Ao longo de sua trajetória na Câmara dos Deputados, Eduardo da Fonte tem pautado sua atuação pela defesa de investimentos para Pernambuco e pela busca de soluções para áreas como saúde, infraestrutura e desenvolvimento regional.
Ao comentar o apoio, Fabiano Marques destaca a escolha de Eduardo como uma decisão voltada à representação de Pernambuco no Senado e à capacidade de articulação em Brasília. “Eduardo é um deputado que conhece Pernambuco, conhece a realidade dos nossos municípios e tem uma trajetória de trabalho, principalmente, nos avanços na saúde que rende o fortalecimento da rede pública que atende pelo SUS. Petrolândia e toda a nossa região precisam de um senador que tenha força, experiência e disposição para defender as nossas pautas em Brasília. Por isso, estamos ao lado de Eduardo da Fonte nessa caminhada”, afirmou Fabiano Marques.
Eduardo da Fonte ressaltou a importância da manifestação de apoio e a responsabilidade de representar os municípios pernambucanos no Senado. “Recebo o apoio de Fabiano, Rogério e Bruno com muita alegria e, acima de tudo, com muita responsabilidade. Petrolândia é uma cidade importante para o Sertão de Itaparica, e ter o reconhecimento de lideranças que conhecem de perto as necessidades da região fortalece ainda mais o nosso compromisso. Quero chegar ao Senado para ampliar essa capacidade de trabalho e fazer Pernambuco ter cada vez mais força em Brasília”, afirmou Eduardo da Fonte.
STF julga hoje apuração contra Alexandre de Moraes no caso Master
O STF realiza nesta terça-feira (15), às 10h, sessão extraordinária que pode definir os próximos passos de uma das maiores crises internas recentes da Corte. Os ministros vão analisar a Petição 16.662, procedimento sobre relatório da Polícia Federal a partir de dados do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro que apontaram contatos com o ministro Alexandre de Moraes.
Além do conteúdo específico do caso, o julgamento coloca o STF diante de uma discussão institucional mais ampla: como devem ser conduzidos procedimentos e investigações que possam atingir integrantes do próprio Supremo e qual deve ser o papel da presidência e do Plenário nesses casos.
A sessão foi convocada pelo presidente do STF, Edson Fachin, na última quarta-feira (9), quando o ministro interveio em uma sequência de decisões conflitantes tomadas pelos ministros André Mendonça e Flávio Dino sobre o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
Desde então, a crise ganhou novos e vários capítulos. Fachin assumiu a relatoria da petição, ministros passaram a cobrar acesso integral aos dados extraídos do celular de Vorcaro e a PGR reiterou questionamentos sobre a validade do relatório produzido pela PF a pedido de Mendonça.
O processo relacionado às acusações contra o próprio Mendonça, por sua vez, ficou fora da sessão desta terça e está agendado para o dia 23 de setembro.
Relembre
A tensão no STF ganhou força a partir de decisões e investigações ligadas ao caso Banco Master, especialmente quando o ministro André Mendonça tirou o sigilo de relatório da PF que reunia supostos contatos entre Moraes e Vorcaro.
Após isso, em 3 de setembro, Alexandre de Moraes levou ao presidente da Corte, Edson Fachin, uma comunicação com acusações contra o colega e um relatório sem valor probatório.
Moraes afirmou que o colega teria ultrapassado os limites da relatoria ao direcionar investigações, interferir na condução de diligências e incluir como alvos o próprio Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Essa manifestação deu origem à Petição 16.704, parte do inquérito das fake news, que passou a concentrar parte das acusações.
O conflito se ampliou quando Mendonça determinou o afastamento da cúpula da Polícia Federal e adotou decisões que depois passaram a ser questionadas pela Procuradoria-Geral da República e por outros ministros.
No dia seguinte, Flávio Dino mandou reintegrar Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal e Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Fachin interveio e afirmou que a coexistência de procedimentos relacionados, sob diferentes relatorias, criava um "risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual".
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Suprema Corte
STF julga hoje apuração contra Alexandre de Moraes no caso Master
Plenário decide próximos passos de uma das maiores crises internas recentes da Corte.
Congresso em Foco
15/9/2026 6:39
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O STF realiza nesta terça-feira (15), às 10h, sessão extraordinária que pode definir os próximos passos de uma das maiores crises internas recentes da Corte. Os ministros vão analisar a Petição 16.662, procedimento sobre relatório da Polícia Federal a partir de dados do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro que apontaram contatos com o ministro Alexandre de Moraes.
Além do conteúdo específico do caso, o julgamento coloca o STF diante de uma discussão institucional mais ampla: como devem ser conduzidos procedimentos e investigações que possam atingir integrantes do próprio Supremo e qual deve ser o papel da presidência e do Plenário nesses casos.
Acompanhe ao vivo.
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A sessão foi convocada pelo presidente do STF, Edson Fachin, na última quarta-feira (9), quando o ministro interveio em uma sequência de decisões conflitantes tomadas pelos ministros André Mendonça e Flávio Dino sobre o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
Desde então, a crise ganhou novos e vários capítulos. Fachin assumiu a relatoria da petição, ministros passaram a cobrar acesso integral aos dados extraídos do celular de Vorcaro e a PGR reiterou questionamentos sobre a validade do relatório produzido pela PF a pedido de Mendonça.
O processo relacionado às acusações contra o próprio Mendonça, por sua vez, ficou fora da sessão desta terça e está agendado para o dia 23 de setembro.
A tensão no STF ganhou força a partir de decisões e investigações ligadas ao caso Banco Master, especialmente quando o ministro André Mendonça tirou o sigilo de relatório da PF que reunia supostos contatos entre Moraes e Vorcaro.
Após isso, em 3 de setembro, Alexandre de Moraes levou ao presidente da Corte, Edson Fachin, uma comunicação com acusações contra o colega e um relatório sem valor probatório.
Moraes afirmou que o colega teria ultrapassado os limites da relatoria ao direcionar investigações, interferir na condução de diligências e incluir como alvos o próprio Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Essa manifestação deu origem à Petição 16.704, parte do inquérito das fake news, que passou a concentrar parte das acusações.
O conflito se ampliou quando Mendonça determinou o afastamento da cúpula da Polícia Federal e adotou decisões que depois passaram a ser questionadas pela Procuradoria-Geral da República e por outros ministros.
No dia seguinte, Flávio Dino mandou reintegrar Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal e Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Fachin interveio e afirmou que a coexistência de procedimentos relacionados, sob diferentes relatorias, criava um "risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual".
O presidente do STF passou então a centralizar na Presidência informações relacionadas aos casos e suspendeu as duas liminares. Ao intervir nas decisões conflitantes, afirmou que o STF havia chegado a um quadro de "conflitos e sobreposições processuais" capaz de configurar "grave lesão à ordem pública e à integridade deste tribunal".
Fachin determinou sessão extraordinária na próxima terça-feira (15) para analisar pedido da PGR pela nulidade do relatório. Na mesma decisão, o ministro revogou a designação de Moraes para conduzir o chamado inquérito das fake news.
Na noite de quinta-feira (10), a discussão chegou a um novo patamar com a determinação de Fachin que solicitou a retirada do sigilo completo no inquérito sob relatoria de Mendonça, que atendeu ao pedido.
Moraes então enviou ofício ao presidente da Corte para informar a supressão de 180 documentos e requerer a divulgação, o que levou Fachin a estabelecer prazo de 24h para que as peças passem a constar no processo.
No sábado (12), o toma lá, dá cá continua. Gilmar Mendes pediu ao presidente da Corte que determine o fornecimento da cópia integral dos dados extraídos do celular de Vorcaro. Já Fachin começou a responder as peças protocoladas na noite anterior e negou pedido de Moraes para incluir caso contra Mendonça na sessão de terça. Em contrapartida, a petição entra na pauta do dia 23 de setembro.
No domingo (13), a disputa passou a se concentrar também no acesso à íntegra do celular de Vorcaro. A Polícia Federal informou a Fachin que poderia fornecer imediatamente cópias dos dados, o compartilhamento, porém, dependeria de autorização do presidente do STF.
Gilmar Mendes também elevou o tom contra a condução de Mendonça. O decano afirmou que os ministros haviam recebido apenas "recortes de diálogos selecionados" do celular de Vorcaro e que, sem acesso aos dados completos, os integrantes do Plenário ficariam reduzidos à condição de "espectadores do trabalho desenvolvido pelo relator".
Mendonça se posicionou contra a medida naquele momento. O ministro afirmou que acrescentar às vésperas da sessão informações que ainda não constavam dos autos "somente contribuiria para tumultuar o julgamento" e sustentou que os elementos usados no relatório já estavam integralmente disponíveis aos demais ministros.
Ainda no domingo, Moraes apontou uma nova peça que, segundo ele, permanecia fora do material disponibilizado aos ministros: a Petição 15.645. O ministro pediu a Fachin que retirasse o sigilo do processo e disponibilizasse a íntegra dos autos antes do julgamento da Petição 16.662.
Fachin encaminhou o pedido à PGR para manifestação, que concordou com o pedido. O presidente da Corte determinou nesta segunda-feira (14) a quebra de sigilo solicitada por Moraes, que já foi acatada.
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