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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Em missão comercial na Coreia do Sul, Guilherme Coelho anuncia redução de tarifas para exportação de manga e avanço na abertura de mercado para a uva

O presidente da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas (Abrafrutas), Guilherme Coelho, integra a comitiva oficial do Governo Federal em missão à Coreia do Sul, com o objetivo de fortalecer as relações comerciais entre os dois países e ampliar as oportunidades para a fruticultura brasileira. Nesta segunda-feira (23), durante o Fórum Empresarial Brasil–Coreia, foram anunciadas medidas importantes para o setor.

Um dos principais avanços é a redução da tarifa de importação da manga brasileira de 30% para 5%. “Em 2023, abrimos o mercado para a manga brasileira e, em pouco mais de três anos, já conquistamos aproximadamente 18% do mercado de manga na Coreia do Sul. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, negociou a redução da tarifa para 5% no primeiro semestre, dentro de uma cota de 18 mil toneladas da fruta”, explicou Guilherme Coelho.

Os produtores de uva também têm motivos para comemorar. O processo de abertura do mercado coreano para a fruta avançou significativamente. “Ficou definida a realização da auditoria para o mês de setembro, e nossa expectativa é concluir todo o processo ainda este ano. Trata-se de um mercado rigoroso, com exigências fitossanitárias elevadas. No entanto, nossos produtores possuem experiência e capacidade técnica para atender plenamente a esses critérios”, ressaltou o presidente da Abrafrutas.

         Fórum Empresarial Brasil–Coreia

O Fórum Empresarial Brasil–Coreia foi o principal compromisso da agenda oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no país asiático. Promovido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o evento reuniu autoridades políticas e empresários brasileiros e coreanos.

Guilherme Coelho participou como palestrante no painel “Agrobusiness e Segurança Alimentar”. “Durante minha apresentação, destaquei o patamar de excelência que nossos fruticultores alcançaram em qualidade de produção, com respeito às exigências ambientais, sociais e fitossanitárias. A Coreia do Sul é um mercado estratégico, com 51,7 milhões de habitantes e a 13ª maior economia do mundo. Precisamos ampliar cada vez mais a presença das frutas brasileiras nesse mercado”, afirmou.

           Frutas brasileiras na Coreia

Em 2025, o Brasil exportou para a Coreia do Sul aproximadamente 3,3 mil toneladas de frutas, gerando uma receita de US$ 10,2 milhões. As principais frutas comercializadas foram manga e açaí. Além da uva, o Brasil também trabalha para viabilizar a exportação de melão e limão Tahiti para o mercado coreano.




Após 30 anos, vítimas da tragédia da hemodiálise ainda esperam por indenização: "Vamos continuar lutando"

A ‘Tragédia da Hemodiálise’, caso de intoxicação que matou cerca de 60 pacientes renais em Caruaru, no Agreste, completou 30 anos. Após todo esse tempo, algumas famílias de vítimas e sobreviventes continuam sem receber indenizações determinadas pela Justiça.

Trinta anos após a “Tragédia da Hemodiálise”, que causou a morte de mais de 60 pacientes do Instituto de Doenças Renais (IDR) de Caruaru, no Agreste, vítimas ainda continuam sem receber indenizações determinadas pela Justiça. Em 1996, cerca de 140 pessoas foram intoxicadas pela microcistina-LR, toxina presente na água usada nos procedimentos na clínica.

Diario conversou com a advogada Lucimary Passos, que representa 26 famílias, e entre elas, a própria. O pai dela, José Francelino dos Passos, faleceu aos 69 anos, dois anos após ser intoxicado e ter complicações de saúde, das quais nunca melhorou totalmente.

Ainda em 1996, os sócios do IDR, os nefrologistas Bráulio Coelho e Antônio Bezerra Filho, foram condenados a indenizar as vítimas e famílias. Eles foram absolvidos das ações penais em 2002. Apesar da condenação, poucas pessoas foram indenizadas. Segundo a jurista, quem ainda espera pelas indenizações “não encontra saída”.

“Pelo caminho de penhora de bens, pelo menos até o momento, a gente não encontra saída. Porque não tem como penhorar algo de um devedor que ele não tenha nada em canto nenhum, de forma nenhuma. Eu não vejo outro caminho. No campo judicial, a gente diz: ‘Ganhou, mas não levou’. Temos uma ação ganha, uma ação com 30 anos de existência”, compartilha.

“O início da via-crúcis”

Lucimary compara a busca por justiça dos últimos 30 anos à “via-crúcis”.

“A sentença foi favorável a nós e determinava que o Instituto pagasse 90 salários para parentes de vivos e 100 para familiares de vítimas fatais. A parte ré sabia que a busca seguinte seria para levantar meios de pagar isso. De imediato, começamos a buscar e não encontramos praticamente nada. Ninguém tinha carro, dinheiro ou bens. Eles recorreram, mas a sentença foi mantida. Aí começou nossa via-crúcis, na tentativa de encontrar alguma coisa que tivesse em nome, sob a responsabilidade deles, para que fôssemos contemplados”, recorda.

A única forma encontrada, à época, era o pagamento das indenizações com o dinheiro do convênio do IDR com o SUS, pontua a advogada.

“Uma colega pediu que esse pagamento feito pelo SUS a eles fosse 40% destinado às indenizações. Eles reagiram até ameaçando não dar continuidade às assistências aos pacientes, diziam que não tinham condição de pagar e iriam fechar. A justiça considerou parte das alegações e reduziu para 20%, o que também os deixou inconformados, não queriam nenhum desconto de nada”, detalha.

Segundo a advogada, o sistema de recursos foi usado como mecanismo para retardar os pagamentos.

“A gente tem um sistema recursal bastante amplo e longo e que contempla, principalmente, aquele que não tem intenção de pagar. Ele vai tentando barganhar, passar adiante com mais procedimento, com mais um instrumento que o sistema permite para fazer esse adiamento daquilo que ele é devedor. E foi o que aconteceu, tanto que o processo chegou até o Supremo (STF). Procedimentos seguiram para o Supremo até chegar de volta à vara. Quando retornou, não tinha nada, nem um sabonete que a gente pudesse dizer: ‘Pronto, vamos pegar aquele sabonete ali para lavar essa culpa’. Não tinha mais nada”.

Lucimary ainda chegou a receber duas parcelas da indenização, mas nada além disso.

“A indenização do processo do meu pai foi em cima de R$ 54 mil, na época, mas existiram valores muito mais elevados e até um pouco menores. Nós recebemos duas parcelas. Depois, eles fizeram um mecanismo e não estavam mais pelo SUS, e não houve mais nenhum pagamento. Várias pessoas não foram alcançadas (pela indenização)”, conta.

“Vamos continuar lutando”

Até hoje, o impasse na justiça é o mesmo: conseguir bens dos sócios para realizar a penhora. O sentimento de, após tantos anos, continuar lutando, é de revolta, diz Lucimary.

“É um sentimento, primeiro, de revolta. Porque não se admite que, num estado democrático de direito, a justiça não funcione. E segundo, de frustração, porque não tínhamos outro caminho que não fosse a busca por justiça, porque vimos o comportamento de instituições que achávamos que poderiam nos ajudar diante de uma história de completa injustiça, irresponsabilidade e ganância, que não teve um resultado à altura”, expressa.

Passados todos esses anos, muitas pessoas não conseguiram ver a completa resolução do caso, com as devidas indenizações feitas. Mesmo assim, Lucimary afirma que não vai parar de lutar.

“Daquele grupo, acredito que praticamente realmente não existe quase ninguém por conta da especificidade da doença, do tempo cronológico, da idade das pessoas. Quem vai receber alguma coisa, caso saia, serão já os sucessores. Mas a gente vai continuar lutando. Exatamente dessa forma, com a imprensa, a sociedade que apoia a causa, para que a gente continue lembrando”, reforça.

“Esquecidos”

Diario também conversou com Quitério Silva, de 51 anos, e Jéssica Borges, de 34. Ambos também continuam aguardando as respectivas indenizações.

Quitério sobreviveu à intoxicação, mas até hoje lida com uma Hepatite C, sequela da contaminação. Natural de Tacaimbó, no Agreste, ele fazia hemodiálise desde os 16 anos, três vezes por semana no IDR. Aos 21 anos, foi intoxicado.

Atualmente, ele não realiza mais hemodiálise, pois conseguiu um transplante de rim em 2013. Após todos esses anos, a única coisa que falta a respeito da tragédia é a indenização, obtida na Justiça, que nunca foi devidamente recebida. Para ele, os sobreviventes e muitas famílias estão sendo “esquecidos”.

“É uma luta. Ainda espero que seja cumprido o que a justiça pede. Sei que a justiça daqui da terra é muito falha, mas a de Deus não. Espero que um dia seja resolvido. Não vai trazer a nossa saúde de volta e nem a vida dos pacientes que infelizmente faleceram, mas para eles aprenderem a trabalhar direito na área da saúde. Temos que lutar para não sermos esquecidos, como estamos sendo”, diz.

Já Jéssica luta pela indenização pela morte do pai, José Francisco Borges, que faleceu aos 30 anos, também vítima da intoxicação na hemodiálise no Instituto de Doenças Renais (IDR) de Caruaru.

Ao Diario, ela destaca o sentimento de “impunidade”. Para Jéssica, conseguir a indenização significaria poder finalmente seguir em frente.

“Eles foram condenados e nada foi feito, é como se nada tivesse acontecido. A vida para eles continuou da mesma forma, já a nossa, não. Só houve consequência para as vítimas e para as famílias, não para os culpados. Eu falo pela minha mãe, pela minha irmã, foram anos de sofrimento e até hoje é assim. Crescer sem um pai dilacerou minha vida, faz muita falta mesmo. A gente queria que a justiça fosse feita para poder colocar um ponto final nessa história e seguir”, desabafa.





Eduardo da Fonte e Lula da Fonte apresentam projeto que cria Enfermeiro Navegador para agilizar atendimento no SUS

Os deputados Eduardo da Fonte (PP/UPB) e Lula da Fonte (PP/UPB) apresentaram um Projeto de Lei que cria, no Sistema Único de Saúde (SUS), a função de Profissional de Enfermagem Navegador. A proposta tem como objetivo organizar o caminho do paciente dentro da rede pública de saúde, principalmente nos casos de média e alta complexidade, como cirurgias e tratamentos oncológicos.

A proposta surgiu a partir de uma sugestão do Conselho de Saúde da Federação União Progressista, liderado pelo médico oncologista Dr. Tarcísio Reis. A criação do Enfermeiro Navegador integra um conjunto de medidas defendidas pelos parlamentares para modernizar e dar mais eficiência à saúde pública. Entre elas está o projeto de Unificação do Prontuário Eletrônico do SUS, de autoria de Eduardo da Fonte, que visa unificar os dados dos pacientes em todo o país, evitar a duplicidade de informações e exames, reduzir falhas na comunicação entre unidades de saúde e garantir mais segurança, agilidade e continuidade no atendimento.

Na prática, o profissional de enfermagem navegador vai acompanhar o paciente desde a suspeita da doença até o início e a continuidade do tratamento. Ele será responsável por orientar o paciente e a família, ajudar a agendar consultas e exames, acompanhar prazos, evitar atrasos e facilitar a comunicação entre hospitais, unidades de saúde e equipes médicas.

Os parlamentares também justificaram que a criação do Enfermeiro Navegador é necessária para reduzir o tempo de permanência dos pacientes nas unidades hospitalares, acelerar a liberação de leitos e abrir novas vagas para quem aguarda atendimento. Segundo eles, a medida fortalece a capacidade de resposta do SUS e contribui para um sistema mais eficiente e resolutivo.

O projeto prevê que o profissional poderá atuar presencialmente ou por telefone e ferramentas de telessaúde, sempre garantindo o sigilo das informações. Além disso, ele deverá monitorar indicadores como tempo para diagnóstico, início do tratamento, reinternações e satisfação dos pacientes.

Para Eduardo da Fonte, hoje um dos maiores problemas do SUS é justamente a falta de orientação ao paciente. “Muitas vezes a pessoa recebe uma suspeita de diagnóstico e não sabe qual é o próximo passo. Fica rodando entre postos, hospitais, exames e autorizações, sem informação clara e sem acompanhamento. O Enfermeiro Navegador vem exatamente para organizar esse caminho e garantir que ninguém fique sem atendimento por falta de orientação”, afirmou.

A função poderá ser exercida por enfermeiros e técnicos de enfermagem devidamente registrados e capacitados, respeitando as atribuições previstas na legislação da profissão.




domingo, 22 de fevereiro de 2026

Em Surubim, governadora Raquel Lyra prestigia Desfile das Virgens e faz balanço do Carnaval de Pernambuco

Ainda prestigiando eventos de Carnaval, a governadora Raquel Lyra participou, neste domingo (22), do tradicional Desfile das Virgens de Surubim, no Agreste Setentrional. Ao lado do prefeito Cléber Chaparral, a gestora acompanhou a festa e destacou a força do Carnaval pernambucano em todas as regiões. A Folia de Momo foi a mais segura desde 2004, com reduções significativas nos principais índices de criminalidade do Estado, com destaque para os roubos de celulares (-51%), assaltos (-40,1%), furtos (-16,8%) e homicídios (-5%).

“Temos a alegria de ter realizado o maior e melhor Carnaval da nossa história, e também o mais seguro da série histórica. Em Pernambuco, o Carnaval até termina oficialmente, mas a festa continua. A quarta-feira de cinzas chegou, mas aqui em Surubim o Carnaval seguiu na sexta, no sábado e neste domingo de festa. Quase três milhões de pessoas vieram para o Carnaval em Pernambuco, movimentando a nossa economia e a cultura popular”, declarou a governadora Raquel Lyra.

Para a festa em Surubim, a Secretaria de Defesa Social (SDS) reforçou o policiamento ostensivo e as ações integradas de prevenção e resposta rápida. Foram destinados 341 policiais militares para a operação, sob responsabilidade do 22º Batalhão da Polícia Militar, com reforço de unidades especializadas. A atuação ocorreu por patrulhamento com viaturas, policiamento a pé e efetivos motorizados. Já a Polícia Civil, teve reforço operacional, com 56 servidores. O Corpo de Bombeiros esteve em regime de prontidão, disponibilizando uma unidade de auto resgate (ambulância) no evento, além de atendimento pelo 193. 

Segundo o prefeito Cléber Chaparral, o apoio do Governo do Estado foi fundamental para ampliar a movimentação econômica do município. “Aqui já é uma festa tradicional, muito participativa e que reúne toda a região. Contamos com o apoio total do Governo do Estado, principalmente na segurança, que é um ponto muito importante e que a gestão tem investido para proteger os pernambucanos. Agradecemos esse apoio na área de segurança e também o incentivo cultural”, afirmou o gestor municipal, acompanhado da prefeita de Casinhas, Juliana Chaparral. 

O Desfile das Virgens é um dos maiores carnavais de rua do interior de Pernambuco. Realizada ao longo de três dias, a festa movimenta a economia e fortalece a cultura local. A programação contou com atrações nos trios elétricos e no palco principal, além de desfiles de diversos blocos, cortejos de cultura popular e apresentações que celebram as tradições do município.

Acompanharam a agenda os secretários estaduais André Teixeira Filho (Mobilidade e Infraestrutura) e Túlio Vilaça (Casa Civil): os deputados estaduais Doriel Barros e Edson Vieira; os prefeitos Histênio Sales (Vertente do Lério) e Lindonaldo (Frei Miguelinho); entre outras lideranças políticas.



Fotos: Miva Filho/Secom

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Prefeita Drª Cátia sanciona Lei do Rio Jataúba

O professor Antônio, autor e idealizador do projeto de lei 002/2025, que foi aprovado por humanidade pelos vereadores da Casa Inácio Viterbo de Araújo, em duas (2) votações. Destacou para o Blog do França, a importância sobre, a Lei do Rio Jataúba, que foi sancionada e publicada pela prefeita Drª Cátia Ribeiro no Diário Oficial dos Municípios do Estado de Pernambuco. "Recebemos uma grande notícia, agradeço aos vereadores, a prefeita Drª Cátia, aos colegas professores, alunos, a diretoria da minha escola, e a todos que acreditaram no projeto.


                  Lei Municipal nº 799/2025

                                 EMENTA: 

DÁ DENOMINAÇÃO DO RIO JATAÚBA, O ENTÃO CONHECIDO RIO DA RUA VELHA, E CRIA, NO ÂMBITO DO CALENDÁRIO ESCOLAR MUNICIPAL, UMA DATA COMEMORATIVA AO RIO JATAÚBA.

A Prefeita do Município de Jataúba, Estado de Pernambuco, no uso de suas atribuições legais conferidas pela Lei Orgânica Municipal, faz saber que o plenário da Câmara de Vereadores aprovou e a prefeita sanciona a seguinte Lei:

Art. 1º - Fica denominado Rio Jataúba, o então conhecido Rio da Rua Velha, criada no calendário escolar do Município Jataúba–PE, a data comemorativa ao Rio Jataúba.

§ 1º - Cada escola deverá organizar ações pedagógicas para promover a sensibilização dos educandos para o tema em sua data.

§ 2º - Fica a cargo da Secretária Municipal de Educação a responsabilidade pela informação do calendário escolar.

Art. 2º - A data a ser acrescida no calendário escolar municipal será em homenagem ao Ilustríssimo José Lopes de Siqueira, com a data de seu nascimento: 29 de Julho.

Art. 3º -Na respectiva data, as escolas trabalharão nos conteúdos pedagógicos temas específicos e contextualizados, que deem visibilidade ao componente curricular Rio Jataúba como elemento fundamental do meio ambiente e à figura histórica da construção do município de Jataúba.

Art. 4º -Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

MEC divulga calendário de pagamento do Pé-de-Meia 2026

Pagamentos para aprovações no ensino médio de 2025 iniciam em fevereiro, com parcelas adicionais para participantes do Enem e ajustes para maior segurança de dados.

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta quinta-feira (19), uma portaria com os calendários de pagamentos do programa Pé-de-Meia para 2026 e 2027. O programa federal é destinado a estudantes matriculados no ensino médio público e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).

Para os alunos aprovados em cada um dos três anos letivos do ensino médio em 2025, o pagamento de R$ 1 mil será depositado na conta da Caixa Econômica Federal, aberta em nome do beneficiário, entre 26 de fevereiro e 5 de março de 2026. Esse valor só poderá ser sacado após a conclusão de todo o ensino médio em 2025. Além disso, há uma parcela adicional de R$ 200 para quem participou dos dois dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2025, desde que tenha cursado o terceiro ano naquele ano.

O número de parcelas pagas aos estudantes permanece em nove, destinadas a quem atingir pelo menos 80% de frequência ao longo do ano no ensino regular. Para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), são até quatro parcelas por semestre. A portaria também encerra o calendário do Pé-de-Meia referente ao ano de 2025.

No calendário de 2026, os pagamentos das parcelas da ‘Poupança do Ensino Médio’ são baseados no mês em que a escola envia os dados de frequência. As datas são:

– 23 a 30 de março: parcelas de frequência escolar de janeiro/2026, incluindo a parcela de matrícula (pagamento único);

– 27 de abril a 4 de maio: frequência de fevereiro/2026;

– 25 de maio a 1º de junho: frequência de março/2026;

– 29 de junho a 6 de julho: frequência de abril/2026;

– 24 a 31 de agosto: frequências de maio e junho/2026, incluindo parcela de conclusão para alunos da EJA aprovados no 1º semestre de 2026;

– 21 a 28 de setembro: frequência de julho/2026;

– 19 a 26 de outubro: frequência de agosto/2026;

– 23 a 30 de novembro: frequência de setembro/2026;

– 21 a 28 de dezembro: frequência de outubro/2026.

                           Para 2027, o calendário inclui:

– 25 de janeiro a 1º de fevereiro: frequência de novembro/2026;

– 22 de fevereiro a 1º de março: parcela de aprovação anual de 2026, parcela extra para participantes dos dois dias de provas do Enem, e parcelas residuais (atrasadas) de frequência para o ensino regular;

– Março a junho de 2027: pagamento de parcelas residuais geradas após correção de dados pelas secretarias estaduais de educação.

A portaria introduz mudanças para adaptar o programa aos calendários das diversas redes de ensino. Para maior segurança de dados, o governo ampliou para 15 o número de janelas de transmissão de dados pelas secretarias de educação dos estados e do Distrito Federal, aumentando as oportunidades de comprovação da frequência dos estudantes e permitindo correções se necessário.

A data-base do CadÚnico para entrada no programa em 2026 é até 7 de agosto de 2026; inscrições posteriores só valerão para o ano seguinte. Em caso de matrícula tardia, mais de dois meses após o início das aulas, o aluno perde a parcela de matrícula, mas pode receber as parcelas de frequência e conclusão se estiver estudando normalmente.

O Pé-de-Meia funciona como uma poupança para incentivar a permanência de jovens nos estudos e a conclusão do ensino médio, com incentivos financeiros pagos pelo MEC via Caixa Econômica Federal.




PGR se manifesta contra prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro

Defesa de Bolsonaro alegou que o ex-presidente sofre de doenças que dariam a ele o benefício da prisão domiciliar humanitária

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa de Jair Messias Bolsonaro. O ex-presidente cumpre pena em regime fechado na Papudinha, no Distrito Federal.

A defesa de Bolsonaro alegou que o ex-presidente sofre de doenças que dariam a ele o benefício da prisão domiciliar humanitária. De acordo com Paulo Gonet, no entanto, “a realidade fática não sofreu alteração substancial, e considerando que o batalhão dispõe de assistência médica 24 horas e unidade avançada do SAMU”.

O Procurador-geral da República destacou que “permanece incólume o entendimento jurisprudencial do STF, o qual reserva a prisão domiciliar apenas aos casos em que o tratamento médico indispensável não possa ser ofertado na unidade de custódia, situação que não se verifica nos presentes autos“.

A manifestação foi enviada ao relator da execução penal no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes.


Com informações do portal Metrópoles.






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