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domingo, 27 de setembro de 2026

Eduardo da Fonte fortalece diálogo com lideranças evangélicas ao lado de Edilson Tavares, Adalto Santos e Irmã Jane no Recife

Encontro reuniu lideranças cristãs no Clube Internacional e reforçou articulação em torno da candidatura de Eduardo ao Senado na reta final da campanha

O candidato ao Senado e deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) participou, neste domingo (27), de uma reunião com líderes evangélicos no Clube Internacional do Recife, no bairro da Madalena, na Zona Oeste da Capital, ao lado do candidato a deputado federal Edilson Tavares, do deputado estadual e candidato à reeleição Adalto Santos e de Irmã Jane Santos, segunda suplente da candidatura de Eduardo à Casa Alta. O encontro reuniu lideranças do segmento cristão e abriu espaço para o diálogo sobre a participação das comunidades evangélicas na vida pública de Pernambuco.

A reunião no Clube Internacional ocorreu poucos dias depois do encontro realizado por Eduardo da Fonte com pastores e integrantes da bancada evangélica de Pernambuco. Na ocasião, Eduardo reforçou sua trajetória de diálogo com as comunidades cristãs e pediu orações por Pernambuco, pela governadora Raquel Lyra e por sua candidatura ao Senado.

A presença de Edilson Tavares, Adalto Santos e Irmã Jane Santos reforçou a representação política e cristã no encontro. Candidato a deputado federal, Edilson Tavares integra o mesmo partido de Eduardo e participa da mobilização eleitoral para a Câmara dos Deputados. Adalto Santos disputa a reeleição para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), enquanto Irmã Jane integra a chapa de Eduardo como segunda suplente ao Senado.

O encontro deu continuidade à agenda de aproximação de Eduardo da Fonte com as comunidades cristãs de Pernambuco. Ao longo da campanha, o postulante à Casa Alta tem participado de cultos, celebrações e encontros com lideranças religiosas, mantendo o diálogo sobre temas relacionados à fé, à família, à vida e à atuação social das igrejas nas comunidades. A reunião deste domingo reforçou essa articulação na reta final do primeiro turno.

Ao lado de Edilson Tavares, Adalto Santos e Irmã Jane Santos, Eduardo destacou ainda a importância de ampliar a participação dos cristãos nos diferentes espaços da política pernambucana e de manter uma relação permanente de escuta com as igrejas e suas lideranças.

“É sempre uma alegria estar junto dos nossos irmãos, ouvir as lideranças e poder conversar sobre aquilo que realmente importa para as nossas comunidades. As igrejas estão presentes onde as pessoas mais precisam, acolhendo, ajudando famílias e levando esperança. Quero continuar esse diálogo com respeito e responsabilidade e levar para o Senado as demandas que chegam das nossas comunidades. É uma caminhada que a gente faz com fé, união e compromisso com Pernambuco”, afirmou Eduardo da Fonte.


*Fotos: Pedro Gonçalves.


Anderson Correia reúne protetores e amantes da causa animal em Encontrão Pet no comitê, em Caruaru

Na tarde deste sábado (26), o candidato a deputado estadual Anderson Correia (PP) reuniu protetores, tutores e amantes da causa animal, de Caruaru e de cidades vizinhas, durante o Encontrão Pet, realizado em seu comitê, em Caruaru. Diversas famílias participaram do momento acompanhadas de seus pets, entre eles animais que foram resgatados ao longo da atuação de Correia na causa animal e que hoje vivem em lares com seus tutores. O encontro também contou com uma roda de conversa, na qual o advogado animalista apresentou propostas, ouviu as demandas dos participantes e fortaleceu o diálogo com todos, em um momento de confraternização, registros de fotos e aproximação com apoiadores.

“Foi um momento muito especial, reunindo quem acredita e apoia o nosso trabalho e, principalmente, celebrando histórias de animais que passaram pela nossa atuação, foram resgatados e hoje têm uma vida digna ao lado de suas famílias. Aqui, conversamos, ouvimos os tutores, apresentamos nossas propostas e reafirmamos o compromisso com a causa animal. Este comitê é a casa de todos que acreditam nessa luta e querem construir, junto conosco, uma nova realidade para os animais em Pernambuco”, destacou Anderson Correia.




Após cinco meses, conta de luz voltará à bandeira verde em outubro


Tarifa extra da bandeira amarela deixará de ser aplicada

As contas de luz voltarão em outubro à bandeira verde, sem cobrança de tarifas adicionais, informou na sexta-feira (25) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A bandeira tarifária voltará a vigorar após cinco meses de bandeira amarela, que tem custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Segundo a Aneel, o retorno da bandeira verde se deve ao aumento no volume de chuvas, em especial nas regiões Sul e Sudeste, o que estabiliza o armazenamento nos reservatórios das usinas hidrelétricas.

A agência reguladora explica que, por esse motivo, será possível reduzir o uso de fontes de energia mais caras, como as usinas termelétricas, à base de combustíveis.

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Portanto, as cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Conheça os valores das bandeiras tarifárias

  • Bandeira verde: nenhum acréscimo;
  • Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;
  • Bandeira vermelha, no Patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumidos;
  • Bandeira vermelha, no Patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumidos.





Lula volta a criticar bets e diz que apostas viraram ‘desgraça na vida das pessoas pobres’

'Ninguém fica rico apostando em jogo. Quem fica rico é o dono', disse Lula durante ato de campanha em SP.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar as plataformas de apostas neste sábado (26), um dia após assinar uma medida provisória que determina o fim das chamadas bets no Brasil.

Durante uma caminhada em São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo, Lula afirmou que quem deseja ganhar dinheiro deve procurar formas consideradas por ele honestas de obter renda. O presidente também associou as apostas ao endividamento das famílias e ao vício em jogos.

“Ontem eu fiz uma medida provisória acabando com as bets no Brasil”, afirmou Lula. Segundo ele, as plataformas oferecem uma promessa de enriquecimento que, na prática, beneficia principalmente os próprios operadores.

“Ninguém fica rico apostando em jogo. Quem fica rico é o dono”, disse o presidente durante o ato.

A declaração ocorreu um dia depois de o governo federal publicar a medida provisória que proíbe a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas de quota fixa no país. A regra alcança tanto as apostas esportivas quanto os jogos on-line.

Encerramento das plataformas

De acordo com o cronograma estabelecido pela MP, os apostadores poderão retirar voluntariamente os valores mantidos nas plataformas até 5 de outubro. A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos de apostas deverão sair do ar.

Os saldos remanescentes deverão ser informados pelas empresas às instituições financeiras entre 7 e 8 de outubro. Os bancos terão de 9 a 14 de outubro para devolver os valores aos apostadores. Caso haja algum impedimento, a Caixa Econômica Federal poderá assumir a devolução.

A medida também determina a retirada de publicidade e patrocínios relacionados às bets. O prazo para a remoção desse material termina em 5 de outubro.

Governo cita endividamento e vício

Ao defender o fim das plataformas, Lula afirmou que as apostas podem provocar endividamento e problemas relacionados à ludopatia, termo usado para se referir ao transtorno associado ao jogo.

O governo federal apresenta a saúde pública e os impactos financeiros das apostas como justificativas para a medida. A MP prevê ainda multas que podem chegar a R$ 2 bilhões para empresas que descumprirem as novas regras.

Além da MP, o Executivo preparou um projeto de lei que prevê a criação de crimes relacionados à exploração e à divulgação de apostas de quota fixa. A proposta ainda precisa ser analisada pelo Congresso Nacional.


Raquel Lyra e Eduardo da Fonte reforçam articulação com lideranças do Agreste e mostram força em caminhada por Orobó


Governadora e candidato ao Senado participaram de agenda ao lado de Túlio Gadelha, Biu Abreu, Juliana de Chaparral e Cléber Chaparral na reta final da campanha

A chapa Pernambuco de Coração intensificou, neste sábado (26), a mobilização no Agreste Setentrional de Pernambuco com uma caminhada pelas ruas de Orobó. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD), o candidato ao Senado e deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) e o prefeito de Orobó, Biu Abreu, participaram da mobilização, ampliando a presença do grupo na região e fortalecendo o diálogo com lideranças e a população.

Ao chegar em Orobó, Raquel e Eduardo ampliaram novamente a presença política da chapa em diferentes regiões do Estado, acompanhados pelo candidato ao Senado Túlio Gadelha (PSD), pela candidata a deputada federal Juliana de Chaparral e pelo prefeito de Surubim, Cléber Chaparral. A agenda marcou mais um momento de aproximação da chapa com a população e de mobilização em torno do projeto encabeçado por Raquel Lyra.

A passagem por Orobó também deu sequência a um dia de intensa mobilização da chapa, iniciado com a caminhada em Petrolina e seguido pela grande caminhada na Rua da Aurora, no Recife. Ao longo da agenda, Raquel reforçou a importância de ampliar os investimentos no interior e destacou que a atuação conjunta com Eduardo da Fonte e Túlio Gadelha no Senado poderá fortalecer a capacidade de Pernambuco de buscar recursos e avançar em novas ações para as diferentes regiões do Estado. A governadora também voltou a pedir o apoio da população à candidatura de Eduardo da Fonte ao Senado, reforçando a parceria construída com o candidato ao longo da campanha.

Para Eduardo da Fonte, a passagem por Orobó reforçou a importância de manter uma atuação próxima dos municípios e de ouvir as demandas da população. O candidato destacou a união das lideranças da região e afirmou que pretende levar para o Senado a experiência construída ao longo de sua trajetória na Câmara dos Deputados. “Estar em Orobó, ao lado de Raquel, Biu Abreu, Juliana, Cléber, Túlio e de tantas lideranças e amigos da região, é uma demonstração da força da união que estamos construindo em Pernambuco. Quero chegar ao Senado com o compromisso de continuar ouvindo os municípios, conhecendo de perto suas necessidades e trabalhando para transformar essas demandas em investimentos e ações concretas. O Agreste pode contar comigo para seguir levando recursos e defendendo cada município de Pernambuco”, afirmou Eduardo da Fonte.


*Foto: Pedro Gonçalves.*




Diogo Moraes e João Campos fazem maratona de agendas no Pajeú

O sábado foi de agenda intensa para o deputado estadual Diogo Moraes (PSB), que percorreu diferentes cidades do Sertão do Pajeú ao lado do candidato a governador João Campos e de lideranças políticas da região. A programação reuniu visitas, entrevista, diálogo com a população e carreatas.  

A agenda começou pela feira livre de São José do Egito, onde Diogo esteve ao lado do ex-prefeito Evandro Valadares, da candidata ao Senado Marília Arraes e do deputado federal Lucas Ramos. O parlamentar aproveitou a passagem pela cidade para conversar com comerciantes e moradores e acompanhar de perto o movimento da feira.

Em seguida, Diogo concedeu entrevista à Rádio Gazeta, onde falou sobre sua atuação política, os projetos para Pernambuco e a importância do fortalecimento da representação do Sertão na Assembleia Legislativa.

De São José do Egito, a Diogo seguiu para Tuparetama. Ao lado de João Campos, do deputado federal Carlos Veras, do presidente da Câmara Municipal, Valmir Tinu, dos vereadores Tanta Sales e Priscila Filó e do empresário Gustavo Galvão, Diogo conversou com a população. 

Na sequência, a chapa da Frente Popular seguiu para Ingazeira, onde participou de uma carreata até o distrito de Santa Rosa. Ao lado do prefeito Luciano Torres e do deputado Lucas Ramos, João Campos destacou a importância de eleger Diogo Moraes para a Assembleia Legislativa de Pernambuco. "Vocês têm um grande deputado estadual, que é Diogo Moraes. É um cara sério, preparado, um cara decente, tá pronto para fazer mais um grande mandato e precisa do voto de vocês", disse João. 

A agenda continuou em Afogados da Ingazeira, onde Diogo acompanhou João Campos pelas ruas da cidade, durante mais uma atividade da campanha.

Encerrando a maratona pelo Pajeú, os candidatos seguiram para Carnaíba, onde estiveram ao lado do prefeito Berg Gomes e do candidato a deputado federal Anchieta Patriota.

"Foi um sábado intenso, percorrendo o Pajeú, encontrando as pessoas, ouvindo as demandas e reafirmando nosso compromisso com cada cidade. Estar ao lado de João Campos nessa caminhada é também assumir a responsabilidade de ajudar a construir um Pernambuco cada vez mais forte. Quero estar na Assembleia para contribuir com João e ajudá-lo a fazer um grande governo, levando mais investimentos, oportunidades e desenvolvimento para todas as regiões do nosso Estado”, afirmou Diogo.


Fotos: Samira Limeira


Justiça nega dois pedidos de Raquel contra propaganda de João sobre seu salário


Para o TRE-PE, propaganda da Frente Popular sobre o salário de Raquel Lyra não configura mentira, mas divergência de interpretação sobre fatos públicos.

Duas ações da governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), contra propaganda da Frente Popular, que é encabeçada pelo ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), que critica seu salário como procuradora do Estado, foram rejeitadas pelo TRE-PE (Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco).

O relator dos dois processos, desembargador Fernando Braga Damasceno, entendeu que a propaganda não mente. Segundo ele, a divergência entre as duas campanhas é sobre como interpretar fatos que já são verdadeiros e públicos, não sobre a invenção de dados.

O que a propaganda diz

A peça contestada, veiculada em rádio e TV, faz quatro afirmações. Diz que Raquel, com participação de uma prima que ocupa cargo de procuradora do Estado, sancionou uma lei que quase triplicou seu próprio salário. O material afirma que ela recebe R$ 60 mil por mês, contra um subsídio de governadora de R$ 22 mil, chama essa lei de inconstitucional e afirma que Raquel já recebeu R$ 1,2 milhão a mais do que deveria.

Essa é a mesma discussão que já vinha sendo travada publicamente pelas duas campanhas nas últimas semanas. Em entrevista coletiva na Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco (Adeppe), João Campos resumiu sua tese declarando que "o salário de governador é 22 mil reais e não 60 mil reais".

Raquel já havia rebatido a acusação, afirmando "receber tudo dentro da lei", e, em outra ocasião, defendeu que a norma que ampara sua opção salarial vale para qualquer servidor público em mandato eletivo, já que, em suas palavras, "a lei não tem CPF, nome ou sobrenome, não é para mim".

A decisão confirma que os valores citados na propaganda batem com dados oficiais. O subsídio de governador em Pernambuco é mesmo de R$ 22 mil, valor que resultou de um reajuste aprovado pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) ainda em 2022, elevando a remuneração de um patamar anterior de cerca de R$ 9,6 mil. Já os registros do Portal da Transparência do Estado mostram que Raquel recebeu, no mês de referência analisado no processo, cerca de R$ 60,9 mil em valores brutos, somando sua remuneração de procuradora com outras verbas.

A opção por receber pela Procuradoria em vez do subsídio de governadora tem base em outra norma, a Lei Estadual 18.139/2023, sancionada pela própria Raquel e publicada com a assinatura da procuradora-geral do Estado, que é sua prima. Essa lei permite que um servidor público eleito para um cargo executivo escolha continuar recebendo pelo cargo efetivo que já ocupava, em vez do subsídio do mandato.

A defesa de João Campos sustenta que essa opção, prevista no artigo 38 da Constituição Federal, valeria apenas para prefeitos e vereadores, não para governadores. Damasceno reconheceu que essa leitura tem respaldo em decisões do STF (Supremo Tribunal Federal), citando como exemplo um julgamento sobre uma lei semelhante em Alagoas. Para o desembargador, mesmo que essa interpretação viesse a se mostrar equivocada no futuro, ela ainda seria uma tese jurídica legítima, não uma mentira que justifique direito de resposta.

O Ministério Público Eleitoral, que atua fiscalizando esse tipo de processo, seguiu a mesma linha. Em um dos pareceres, o órgão registrou que a propaganda não criou arbitrariamente valores, cargos ou normas jurídicas, e que o que existe é uma disputa sobre a interpretação de fatos que ambos os lados reconhecem como verdadeiros.

Pedido de proibição futura

Um dos processos também pedia que a Justiça proibisse, de forma ampla, qualquer propaganda futura no mesmo tom. Damasceno negou esse pedido também, argumentando que esse tipo de ordem equivaleria a uma censura prévia. Cada nova peça publicitária, segundo ele, precisa ser analisada individualmente antes de qualquer restrição.

Com a decisão, o processo foi extinto com julgamento de mérito nas duas ações, o que na prática garante à Frente Popular e a João Campos o direito de continuar usando o argumento do salário na reta final da campanha. Ainda cabe recurso ao colegiado do TRE-PE.




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