Minha lista de blogs

sábado, 23 de maio de 2026

Joel da Harpa realiza ato político com Eduardo da Fonte em apoio Senado

Em clima de união e reconhecimento ao trabalho realizado em Pernambuco, o deputado estadual Joel da Harpa reafirmou o apoio à pré-candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte ao Senado Federal durante reunião com lideranças no Recife.

O encontro reuniu representantes de diversas regiões do estado e reforçou a articulação política em torno do projeto liderado por Eduardo da Fonte para 2026.

“Eduardo é uma pessoa pra cima, que fortalece todo o time em prol da saúde e do desenvolvimento de Pernambuco. Meu senador, sem dúvida, será Eduardo da Fonte, para mim e para todo o meu grupo”, destacou Joel da Harpa.

A reunião teve como objetivo alinhar estratégias e fortalecer o trabalho conjunto com lideranças e apoiadores. A parceria entre os parlamentares amplia a articulação da pré-candidatura de Eduardo da Fonte ao Senado em Pernambuco.


Fotos: Igor Toscano

Governadora nomeia Robertinho Asfora novo secretário de Turismo e Lazer

Foto: Divulgação

A família do prefeito Roberto Asfora, de Brejo da Madre de Deus, conta com dois integrantes ocupando cargos de destaque na gestão da governadora Raquel Lyra, atuando na mesma pasta.

Cláudio Asfora (Executivo): Irmão do atual prefeito e tio de Robertinho , ele ocupa o cargo de secretário-executivo de Gestão e Políticas Públicas dentro da mesma Secretaria de Turismo e Lazer. Cláudio chegou a responder interinamente pelo comando da pasta antes da oficialização do sobrinho. 

Roberto Asfora Filho (Titular): Nomeado como o novo secretário principal da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco. Ele se licenciou do seu quarto mandato de vereador no município do Brejo da Madre de Deus, para assumir a vaga da Secretaria de Turismo e Lazer. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado deste sábado (23).

Tio e sobrinho, ambos os nomes chegaram aos cargos por meio da articulação política e indicação direta do Partido Progressistas (PP) de Pernambuco.




Kaio Maniçoba destaca força política ao lado de Raquel Lyra em maratona de entregas no Sertão do Araripe

O deputado estadual Kaio Maniçoba esteve ao lado da governadora Raquel Lyra, nesta sexta-feira (22), no Sertão do Araripe, para a entrega do novo mamógrafo da Unidade Pernambucana de Atendimento Especializado (UPAE) de Ouricuri, fortalecendo a assistência à saúde da mulher. Na ocasião, ainda foi autorizado o início das obras do Centro de Atendimento Multidisciplinar Especializado na Perspectiva Inclusiva (Ceame) com investimento de R$ 7,5 milhões. A gestora também cumpriu agenda no município de Trindade, onde entregou um Centro de Referência da Mulher e autorizou a construção de uma nova creche. 

Durante o evento, que atraiu uma multidão, Kaio Maniçoba enfatizou o perfil realizador da atual gestão estadual e o cumprimento dos compromissos firmados com a população do sertão.

"Todas as obras que estão sendo tiradas do papel foram prometidas no passado, mas ninguém teve a coragem e a capacidade de fazer como a governadora Raquel Lyra. Esse é o time que está mudando Ouricuri, o Sertão do Araripe e Pernambuco", afirmou o deputado.

O demógrafo foi estrategicamente instalado para descentralizar o acesso à saúde, evitando longos deslocamentos das mulheres para realizar o procedimento, reduzindo o tempo de espera pelo diagnóstico. O serviço irá beneficiar 11 municípios do Araripe: Ouricuri, Araripina, Bodocó, Exu, Granito, Ipubi, Moreilândia, Parnamirim, Santa Cruz, Santa Filomena e Trindade. 

“Nós entregamos aqui um mamógrafo totalmente novo para que as mulheres da região possam cuidar da saúde. Ainda autorizamos a construção de um Centro Especializado para neuro divergentes, para que possam ser atendidos e cuidados da forma adequada, e de uma creche. Estamos investindo no Sertão do Araripe como um todo, e o Governo do Estado está suprindo demandas antigas que a população esperou por tanto tempo”, ressaltou Raquel Lyra.





Eduardo da Fonte destaca importância da fé para as famílias pernambucanas em cruzada no Agreste

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) esteve presente, na noite dessa sexta-feira (22), na Cruzada Evangelística da Igreja Assembleia de Deus em Pernambuco na cidade de Toritama, Agreste pernambucano. Durante o evento, o deputado, que é pré-candidato ao Senado, celebrou o momento e destacou o papel da fé na reconstrução das famílias.

“É no amor de Deus que famílias encontram força para recomeçar, restaurar vínculos e reconstruir histórias que pareciam perdidas. Quando o amor se torna a base do lar, a esperança volta a florescer. Esse tem sido o papel das igrejas na vida das famílias pernambucanas”, expressou Eduardo da Fonte.

O deputado esteve ao lado do deputado estadual Adalto Santos (PP/UP), do pré-candidato a deputado federal Edilson Tavares, do prefeito de Toritama, Sérgio Colin, e do pré-candidato a deputado estadual Ronaldo Lopes.


Foto: Igor Toscano

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Lula descola de Flávio Bolsonaro e abre 4 pontos em eventual 2º turno, aponta Datafolha

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 4 pontos percentuais à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas simulações de segundo turno das eleições presidenciais de 2026, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (22/05).

Lula aparece com 47% das intenções de voto (+2 pontos percentuais desde a última pesquisa, divulgada em 16 de maio)

Flávio Bolsonaro tem 43% (-2 p.p. desde a última pesquisa)

Na última pesquisa, os dois apareciam empatados com 45%.

Apesar da vantagem numérica de Lula, os dois candidatos estão tecnicamente empatados, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi a primeira em que o Datafolha entrevistou todos os eleitores após a divulgação dos áudios entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, banqueiro do Master — e segue a tendência de outras sondagens realizadas após o caso, como a pesquisa Atlas Intel.

Clique aqui para ver as estimativas de intenção de voto para presidente no Agregador de Pesquisas da BBC News Brasil.https://www.bbc.com/portuguese/articles/czd2prld130o

A pesquisa foi realizada com 2.004 eleitores entre 20 e 22 de maio.

Ainda no cenário de segundo turno entre Lula e Flávio, 9% dizem que votarão em branco, nulo ou em nenhum dos dois. Os que estão indecisos representam 2%.

O Datafolha também simulou segundo turno com outros dois pré-candidatos. Lula passou de 46% para 48% nas disputas com os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD), de Goiás, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais. Caiado aparece com 39%, mesmo percentual do último levantamento, enquanto Zema oscilou de 40% para 39%.

O instituto também testou o nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Num hipotético segundo turno contra Lula, ela teria 43%, enquanto o presidente marcaria 48%.

Primeiro turno

No cenário de primeiro turno, Lula ampliou de 3 para 9 pontos a vantagem sobre Flávio Bolsonaro.

Lula (PT): 40% (+2)

Flávio Bolsonaro (PL): 31% (-4)

Branco/nulo/nenhum: 9%

Ronaldo Caiado (PSD): 4% (+1)

Romeu Zema (Novo): 3%

Renan Santos (Missão): 3% (+1)

Samara Martins (UP): 3% (+1)

Não sabem: 3%

Augusto Cury (Avante): 2%

O Datafolha também testou uma pesquisa espontânea, quando o entrevistador não apresenta uma lista de candidatos aos participantes. Nela, Lula tem 28% das intenções de voto, e Flávio, 17%.

Rejeição

A pesquisa também mostra que a rejeição permanece alta entre os dois principais candidatos.

Os que não votariam de modo algum em Flávio Bolsonaro são 46% (eram 43% no último levantamento).

Os que não votam em Lula são 45% (eram 47%). Michelle tem 31% de rejeição.

O senador agora é numericamente o pré-candidato com o maior nível de rejeição.





Com regras mais duras, cláusula de barreira ameaça futuro de partidos


Regra exigirá mais votos, presença em mais Estados e bancadas maiores para garantir fundo partidário e tempo de propaganda.

A eleição para deputado federal será, em 2026, uma prova de capilaridade nacional para partidos e federações. Mais do que eleger bancadas, as siglas terão de demonstrar força distribuída pelo país para superar a nova etapa da cláusula de desempenho (ou cláusula de barreira), mecanismo que condiciona o acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de propaganda no rádio e na televisão.

A regra ficará mais dura em relação a 2022. Na última eleição geral, partidos e federações precisavam obter pelo menos 2% dos votos válidos nacionais para deputado federal, distribuídos em ao menos nove Estados, com mínimo de 1% em cada um deles; ou eleger 11 deputados federais, também em pelo menos nove unidades da Federação.

Cláusula de barreira: a corrida de obstáculos dos partidos para alcançar fundo partidário e tempo de TV.Arte Congresso em Foco

Em 2026, o corte sobe para 2,5% dos votos válidos nacionais, com mínimo de 1,5% em nove Estados; ou eleição de 13 deputados federais distribuídos por nove unidades federativas. Em 2030, a régua subirá novamente: serão exigidos 3% dos votos válidos nacionais, com ao menos 2% em nove Estados, ou 15 deputados federais em nove unidades.

Mapa dos votos

O novo patamar muda a lógica da disputa proporcional. Partidos com votação concentrada, bancadas pequenas ou dependência de poucos puxadores de votos terão de ampliar sua presença territorial. A cláusula não mede apenas o tamanho da bancada, mas também a distribuição dos votos e dos eleitos pelo país.

Mudanças na cláusula de barreira para as eleições de 2026.

A fotografia partidária também mudou desde 2022. Fusões, incorporações e novas federações alteraram o ponto de partida de algumas siglas para 2026. O PSC foi incorporado pelo Podemos; o Pros, pelo Solidariedade; PTB e Patriota se fundiram para formar o PRD; o PMN passou a se chamar Mobiliza; o PTC virou Agir; e o PMB foi autorizado pelo TSE a passar a se chamar Democrata. Não confundir com o antigo Democratas (DEM), que DEM já havia se fundido há quatro anos ao PSL para formar o União Brasil.

No resultado original de 2022, segundo levantamento divulgado pelo TSE, apenas 12 partidos ou federações superaram a cláusula de desempenho: as federações PT-PCdoB-PV, PSDB-Cidadania e Psol-Rede, além de MDB, PDT, PL, Podemos, PP, PSB, PSD, Republicanos e União Brasil. Desde então, fusões, incorporações e federações mudaram a composição do sistema partidário e a base de cálculo político para 2026.

Como foi o desempenho dos partidos na eleição para a Câmara em 2022.

A peneira que divide o sistema partidário

A cláusula de desempenho nasceu como resposta à fragmentação partidária, mas nunca foi consensual. Para seus defensores, ela força partidos a terem base social real, presença nacional e identidade programática, reduzindo o espaço para legendas sem densidade eleitoral. Para os críticos, o filtro favorece siglas grandes, dificulta a sobrevivência de partidos menores e pode empobrecer o pluralismo político.

O debate acompanha a regra desde sua formulação. Em 2015, durante audiência pública na Câmara, o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Dias Toffoli, defendeu a criação de uma cláusula de desempenho e afirmou que a fragmentação poderia piorar a cada eleição caso a legislação não fosse alterada. "É mais fácil criar um partido do que apresentar um projeto de iniciativa popular", resumiu Toffoli na ocasião.

Na Câmara, defensores da medida apresentaram a cláusula como forma de combater partidos criados apenas para negociar apoio, tempo de TV e recursos públicos.

Do outro lado, parlamentares de partidos menores criticaram a medida como restrição à diversidade política, alegando que o mecanismo acaba com o pluralismo político.

Federações ganham peso

O endurecimento da regra ajuda a explicar o crescimento das federações partidárias. Diferentemente das antigas coligações proporcionais, as federações obrigam os partidos a atuar juntos por pelo menos quatro anos. Para efeito da cláusula de desempenho, os votos e deputados das legendas federadas são somados.

Hoje, há cinco federações registradas no Tribunal Superior Eleitoral: União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas; Renovação Solidária, formada por PRD e Solidariedade; Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV; PSDB-Cidadania; e Psol-Rede.

Esse arranjo é decisivo para siglas menores. PCdoB, PV, Cidadania e Rede disputam dentro de federações que ampliam sua capacidade de superar a cláusula. PRD e Solidariedade também se juntaram para enfrentar 2026 em bloco. No outro extremo, União Brasil e Progressistas, que já tinham força separadamente, passam a competir como uma federação de grande porte.

A lógica é simples: sozinho, um partido pequeno pode não atingir a votação mínima nacional nem eleger bancada suficiente em nove Estados. Em federação, passa a somar votos, cadeiras, estrutura e tempo político com outra legenda. A união, porém, tem custo: os partidos federados precisam atuar de forma conjunta durante todo o ciclo político.

O custo de ficar fora

O partido que não superar a cláusula não é extinto. Pode continuar registrado, lançar candidatos e disputar eleições. O prejuízo está no funcionamento: a sigla deixa de ter acesso ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de propaganda no rádio e na televisão. A sigla também perde o direito de ter uma liderança partidária na Câmara. Pode indicar um representante, mas com prerrogativas limitadas no processo legislativo, o que reduz a possibilidades de influenciar na pauta legislativa.

O impacto é prático. Sem fundo partidário, ficam comprometidas despesas como manutenção de sede, passagens, atividades administrativas, formação política e organização nacional. Sem tempo de rádio e TV, o partido perde visibilidade eleitoral e poder de negociação em alianças.

Perda de oxigênio

Na prática, a cláusula não mata formalmente os partidos, mas tira deles parte do oxigênio político. Uma legenda sem recursos públicos permanentes, sem propaganda gratuita e com bancada vulnerável tende a perder competitividade, atrair menos candidatos e ter menor capacidade de articulação nacional.

Há ainda reflexo sobre a fidelidade partidária. A Emenda Constitucional 97 assegura aos eleitos por partidos que não preencham os requisitos da cláusula o direito de manter o mandato e se filiar, sem perda do cargo, a outra legenda que tenha superado o desempenho mínimo. Isso amplia a vulnerabilidade das siglas que ficarem abaixo da linha de corte.

A eleição de 2026, portanto, será um teste de escala. Para partidos grandes, a tarefa será preservar margem. Para médios, evitar concentração regional. Para pequenos, a disputa exigirá crescimento nacional ou sobrevivência por meio de federações, fusões e incorporações. A cláusula de barreira não define apenas quem terá cadeira na Câmara, mas quem terá estrutura para continuar competindo nos quatro anos seguintes.





Fisco PE enrijece discurso e programa ato na sede da Sefaz

Depois de mais uma negativa do Governo Raquel Lyra em avançar nas tratativas sobre os pleitos dos auditores fiscais e julgadores administrativo-tributários do Estado, a categoria definiu os próximos passos do seu movimento. Em plenária da AGE Permanente realizada na manhã desta quinta-feira (21), na sede do Sindifisco-PE, foi definida a realização de um ato de protesto na sede da Secretaria da Fazenda, na Rua do Imperador, no dia 28, além da manutenção do Estado de Greve e do Estado Permanente de Assembleia. 

A categoria aguardava a confirmação de uma sinalização positiva do secretário da Fazenda, Flávio Mota, em relação a dois pleitos da classe: a paridade remuneratória e a recriação da participação dos auditores e julgadores na recuperação de créditos fiscais inscritos na Dívida Ativa, como já ocorre em relação aos procuradores do Estado. 

Sobre o primeiro ponto, no final do mês de abril, foi proposta pelo Secretário da Fazenda a retomada da paridade remuneratória entre ativos, aposentados e pensionistas a partir de junho de 2026. Com relação à recriação da participação, o secretário sugeriu a retomada a partir do envio, para a Assembleia Legislativa, de uma proposta de criação de um novo Programa Especial de Recuperação de Créditos (PERC). Faltava apenas a apresentação das minutas de resolução do Conselho da Administração Fazendária e lei complementar. 

No entanto, depois de mais de três semanas de trégua nas paralisações das atividades que haviam sido definidas pela classe, o Governo de Pernambuco ainda não apresentou os detalhes sobre o projeto de lei complementar do PERC e retirou a proposta da recuperação da paridade remuneratória. “Além de ter voltado atrás na palavra dada, o secretário não concretizou nada relativo às sinalizações apresentadas quanto a outros itens da nossa pauta”, destacou Nilo Otaviano, presidente do Sindifisco.

Diante das sucessivas negativas, a categoria decidiu intensificar as ações na luta pelos direitos perdidos. “Nosso movimento não visa nenhum aumento de remuneração. É uma questão de recuperação de um princípio muito caro à categoria: a paridade salarial entre ativos, aposentados e pensionistas já era um direito conquistado, que o atual governo retirou. Agora o governo precisa desfazer esse prejuízo causado a aposentados e pensionistas”, ressaltou Nilo.






Joel da Harpa realiza ato político com Eduardo da Fonte em apoio Senado

Em clima de união e reconhecimento ao trabalho realizado em Pernambuco, o deputado estadual Joel da Harpa reafirmou o apoio à pré-candidatur...