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sexta-feira, 20 de março de 2026

Deputado Dannilo Godoy se filia à Federação União Progressista em Pernambuco

O deputado estadual Dannilo Godoy oficializou, nesta sexta-feira (20/03), sua filiação à Federação União Progressista. A assinatura ocorreu ao lado do presidente estadual da federação, o deputado federal Eduardo da Fonte, e do vice-presidente do Partido Progressistas, deputado federal Lula da Fonte.

Prefeito de Bom Conselho por dois mandatos, Dannilo tem atuação no Agreste Meridional, com foco no fortalecimento do setor produtivo, especialmente da bacia leiteira e na defesa da interiorização da saúde.

Para Eduardo da Fonte, a chegada do parlamentar fortalece o trabalho da federação no estado. “Dannilo tem experiência administrativa e compromisso com o povo do interior. Sua chegada fortalece nossa capacidade de levar investimentos e garantir avanços para Pernambuco, especialmente no Agreste Meridional”, afirmou.

A filiação amplia a atuação da Federação União Progressista e reforça a pauta do desenvolvimento regional em Pernambuco.






João Campos assume pré-candidatura afirmando que “Pernambuco pode muito mais”

Agora falando como pré-candidato a governador de Pernambuco, João Campos (PSB) disse, no ato de lançamento no Recife, que decidiu entrar na disputa para mostrar que o Estado pode muito mais e precisa resgatar o protagonismo no Nordeste. Num discurso mais político, garantiu que não é de fazer jogo duplo e que, assim, montará a maior frente partidária para derrotar a governadora Raquel Lyra (PSD).

Apesar de o senador Humberto Costa (PT) e o presidente estadual do PT, Carlos Veras, terem faltado ao ato, João Campos garante que terá o partido no seu arco de alianças. A senadora Teresa Leitão (PT) compareceu. Campos também chegou ao Hotel Luzeiros acompanhando pela pré-candidata ao Senado pelo PDT, Marília Arraes, do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos).

              PERNAMBUCO PODE MAIS

Eu tive a oportunidade de ser eleito o prefeito mais jovem da história de Pernambuco de ser reeleito com a maior votação da história do Recife. E agora a gente reafirma o compromisso porque eu estou pronto, animado, preparado pra disputar a eleição do Governo do Estado de Pernambuco e para fazer um grande mandato, respeitando os adversários, respeitando quem pensa ser diferente. Mas chegou o tempo de Pernambuco acelerar, porque Pernambuco quer e Pernambuco pode muito mais do que ter vivido hoje”.

                 PERCORRER O ESTADO

“A partir de abril, eu vou começar a andar Pernambuco, vou em todos os municípios do nosso Estado. Eu fui o deputado federal mais votado da história de Pernambuco. Eu percorri esse estádio inteiro. Eu vou nos vilarejos, vou nos distritos na zona rural, nas pequenas e nas grandes cidades fazer o debate olho no olho. Apresentar o que há de melhor e, principalmente, saber ouvir saber ouvir as pessoas. Vamos construir uma frente ampla para poder fazer o que a gente faz no Recife.

                           AÇÕES

“Você pega a cidade que mais gerou vagas de emprego no Brasil foi o Recife. A que tem o maior programa de formação e tecnologia para juventude é Recife, batendo um recorde de investimento em área de morro é Recife. A gente pode acelerar muito mais. A gente viu o tempo que Lula e Eduardo Campos cuidaram de Pernambuco e do Brasil e a gente vai reinaugurar esse tempo. A gente vai poder mostrar que não adianta você ter briga política , ter perseguição adversários e carregar ódio, rancor. Eu estou feliz, cheio de esperança e muito animado. Eu tenho certeza que a gente vai fazer uma bela caminhada”.

              LEMBRANÇA DE EDUARDO

“Há exatos 20 anos, meu pai se lançou ao Governo percorrendo o Estado, subindo num caixote nos pátios de feira. Hoje, a gente reúne uma frente enorme. A gente começa, a partir deste momento, a construir um tempo novo para Pernambuco. Um tempo de oportunidade, de respeito e de força para o povo que mais precisa”.

                      APOIO DO PT

Respeito o PT. Queria saudar em nome da senadora Teresa Leitão, que está aqui hoje, uma querida amiga e uma grande senadora de Pernambuco, saudando em seu nome todos do PT. A gente teve muitas conversas com o presidente Edinho Silva e com o presidente Carlos Veras. É fundamental a gente respeitar o rito dos partidos. O PT tem um rito interno, democrático, que vai acontecer e que já tem reunião convocada para o dia 28. A gente está aqui hoje cumprindo um rito do PSB, do PDT, e do Republicanos. A gente está anunciando hoje a nossa pré-candidatura. Hoje não tem um anúncio de chapa formada, tem um anúncio de pré-candidaturas feitas e eu quero deixar muito claro que tudo está muito aliado com o PT, com o presidente Edinho, com a frente que sustenta o presidente Lula no apoio político. No tempo certo , respeitando as decisões do PT, a gente vai poder dar novos passos dentro da Frente Popular”.

                 PERDA DO PP E DO UNIÃO

“Política é feita de diálogo  então é importante a gente conversar com as pessoas. Eu estou muito seguro do time que a gente está construindo aqui. Um time que tem lado, que tem posição, que tem clareza política daquilo que a gente acredita. Esse time daqui vai vencer as eleições em Pernambuco, vai vencer as eleições no Brasil Nós não vamos fazer jogo duplo jogo oportunista, um jogo sem posição. Porque quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho funciona. Para a gente não é assim. A gente sabe onde quer chegar. A gente quer o Lula reeleito o presidente do Brasil. A gente vai ganhar as eleições daqui com o povo de Pernambuco. Então, nós vamos dialogar com outros partidos que ainda não estão aqui hoje. Mas é um processo dinâmico de construção e o mais importante é a gente estar com o povo”.

                        CANDIDATO

“Eu sempre disse que a Frente Popular teria um candidato ao Governo de Pernambuco. Eu pude escutar o clamor das ruas, das pessoas, dos partidos, de grupos organizados da sociedade que desejam um Estado que possa muito mais e não terceirize culpas as responsabilidades. Que não saia de casa para brigar uns com os outros, mas que saia de casa para resolver problema. E agora chegou o momento de eu afirmar ao povo de Pernambuco e ao povo do Recife que eu aceito esse desafio, que serei candidato a governador de Pernambuco, vamos montar a maior frente política dessas eleições e venceremos essas eleições com a confiança do povo”.

                       RESPEITO

“Na política deve ter adversário. Os adversários políticos que contarão com o meu respeito, mas eles também vão poder ver um candidato que vai fazer o dever de casa, que vai andar mais do que qualquer outro candidato nessas eleições, que vai percorrer o Estado inteiro, que vai fazer o debate, que vai trazer os números, que vai apresentar propostas diretas. E vai trazer o que é mais importante, que é o sentimento de esperança que o povo tem Pernambuco é um estado forte. Pernambuco não pode estar perdendo protagonismo no Nordeste, seja para a Bahia ou Ceará. É preciso ter força e compromisso, ter capacidade política e de gestão. Não adianta só falar é preciso”.


De "traidor" a aliado: Moro vai para o PL após guerra com os Bolsonaro

Cinco anos após deixar o governo acusando Bolsonaro de tentar blindar familiares por meio da PF e ser chamado por Flávio de "mentiroso e traíra", Moro deve concorrer a governador pelo partido do ex-presidente.

A aguardada filiação do senador Sergio Moro (União-PR) ao PL, prevista para os próximos dias, consolida uma aproximação que já vinha sendo reconstruída desde o segundo turno da eleição presidencial de 2022. Na quarta-feira, 18 de março, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apareceu ao lado do senador, declarou apoio à sua pré-candidatura ao governo do Paraná e recebeu de volta o gesto político: na legenda da publicação, Moro escreveu que apoia "o projeto de Flávio Bolsonaro à Presidência do Brasil". A movimentação dá ao PL um palanque competitivo no Estado e oferece a Moro uma estrutura partidária robusta para 2026, após dificuldades partidárias internas para se candidatar.

A costura, porém, não é trivial. Ela reúne personagens que passaram anos trocando acusações públicas. Moro deixou o Ministério da Justiça, no governo Bolsonaro, em abril de 2020, acusando o então presidente de tentar interferir politicamente na Polícia Federal. Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro o chamaram de traidor e mentiroso. Valdemar Costa Neto, futuro chefe partidário de Moro, disse que o ex-juiz "ultrapassou os limites da lei" e que ele e o ex-deputado Deltan Dallagnol "vão pagar caro".

A política costuma redesenhar alianças que antes pareciam impossíveis. No caso de Moro e do PL, a conveniência eleitoral se impõe sobre um arquivo pesado, marcado por frases que, até pouco tempo atrás, pareciam incompatíveis com qualquer reconciliação.

A ruptura que marcou o bolsonarismo

O ponto de fratura foi 24 de abril de 2020. Ao pedir demissão do Ministério da Justiça, Moro afirmou que Bolsonaro queria na direção da Polícia Federal alguém para quem pudesse "ligar, colher informações, que pudesse colher relatórios de inteligência". No mesmo pronunciamento, classificou a troca no comando da corporação como "interferência política". A acusação foi o gesto mais grave de rompimento de um ex-ministro com Bolsonaro durante o mandato.

Dias depois, o ex-ministro aprofundou a acusação. No depoimento prestado à PF em 2 de maio de 2020, depois divulgado pela imprensa, relatou a pressão de Bolsonaro sobre a superintendência do Rio de Janeiro e atribuiu ao então presidente a frase: "Moro, você tem 27 Superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro". A referência ao Rio deu lastro à leitura de que o interesse presidencial não era administrativo, mas político.

Em 23 de maio de 2020, já fora do governo, Moro foi mais explícito ao relacionar a crise à proteção da família Bolsonaro. Em rede social, escreveu: "Não cabe também ao Ministro da Justiça obstruir investigações da Justiça Estadual, ainda que envolvam supostos crimes dos filhos do presidente". Na mesma postagem, acrescentou: "As únicas buscas da Justiça Estadual que conheço deram-se sobre um filho e um amigo em dezembro de 2019 e não cabia a mim impedir". A referência era ao caso das rachadinhas que atingia Flávio Bolsonaro.

A partir dali, a divergência deixou de ser apenas institucional e se tornou pessoal. Bolsonaro reagiu em maio de 2020 chamando a versão de Moro de "mentira deslavada". Em março de 2022, quando o relatório da PF sobre o caso veio a público, voltou ao ataque em live: "Sergio Moro, além de traíra é mentiroso".

Em novembro de 2021, quando se apresentava como pré-candidato a presidente pelo Podemos, Moro fez alusão à principal acusação enfrentada por Flávio Bolsonaro em sua vida pública, a de que embolsa parte do salário de seus funcionários quando era deputado estadual. "Chega de rachadinha", discursou o então pré-candidato.

      O clã entra na briga

Os filhos do ex-presidente também ajudaram a consolidar Moro como adversário político. Em 30 de novembro de 2021, no ato de filiação de Jair Bolsonaro ao PL, Flávio Bolsonaro atacou o ex-ministro sem citá-lo nominalmente, mas de forma inequívoca: "A política pode até perdoar traição, mas não perdoa o traidor". Em seguida, emendou: "Traidor é aquele que por ação ou omissão interfere na Polícia Federal". O discurso foi feito justamente no evento que marcou a entrada de Bolsonaro no partido que agora deve receber Moro.

Moro não costumava mirar nominalmente Flávio, Eduardo ou Carlos com a mesma frequência com que atacava Bolsonaro, mas também respondeu. Em janeiro de 2022, após novas investidas dos filhos do então presidente, escreveu: "Já julguei bandidos perigosos, inclusive traficantes internacionais. Se nunca tive medo de enfrentar criminosos, não serão ofensas ou ataques mentirosos que irão me assustar".

Reaproximação começou em 2022

Apesar do histórico, a reconciliação política não nasce agora. Ela começou no segundo turno de 2022. Em vídeo publicado em 28 de outubro daquele ano, Moro declarou apoio a Bolsonaro contra Lula e afirmou: "Coloquei de lado minhas divergências com Bolsonaro". O gesto marcou a reentrada do ex-juiz no campo bolsonarista e funcionou como ponto de partida da acomodação que agora desemboca na possível filiação ao PL. Moro foi responsável pela condenação de Lula. O presidente passou mais de 500 dias preso em Curitiba. As condenações, no entanto, foram anuladas posteriormente após o STF apontar irregularidades no curso do processo comandado pelo então juiz da Operação Lava Jato.

A novidade de março de 2026 é que a reaproximação deixou de ser episódica e passou a ter forma partidária. Ao apoiar Moro para o governo do Paraná, Flávio sinaliza que o senador virou peça estratégica para o projeto presidencial do PL. E, ao declarar apoio ao "projeto" de Flávio para o Planalto, Moro mostra que a aliança deixou de ser apenas defensiva ou circunstancial.

Valdemar: do ataque à mesa de negociação

A entrada de Moro no PL adiciona outro elemento desconfortável: sua relação com o presidente do partido, Valdemar Costa Neto. Em janeiro de 2022, ainda como pré-candidato à Presidência, Moro afirmou em entrevista que "quem manda no Bolsonaro é Valdemar Costa Neto" e criticou o fato de haver "alguém que foi condenado criminalmente por receber suborno mandando no presidente da República". Era uma crítica frontal à influência do presidente do PL sobre o então chefe do Executivo.


Valdemar devolveu em tom igualmente duro. Em 5 de junho de 2023, em evento partidário em São José do Rio Preto (SP), disse que Moro e o ex-procurador e ex-deputado Deltan Dallagnol "ultrapassaram os limites da lei" e "vão pagar caro". Meses depois, manteve a ofensiva judicial do partido contra o senador.

"Vai acontecer mais ou menos no futuro o que está acontecendo hoje com o pessoal do Paraná. Eles tinham motivo para atacar o Lula? Eles têm que fazer a parte deles. Só que eles ultrapassam os limites da lei. Ultrapassaram. Vão pagar caro", declarou Valdemar, em alusão às acusações de que Moro e Dallagnol agiram em conluio e cometeram irregularidades no curso do processo que levou o petista à prisão.

O PL e o PT entraram com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a cassação do mandato de senador de Sergio Moro. Os dois partidos apontavam supostas irregularidades na campanha do ex-magistrado.

Em abril de 2024, ao justificar o recurso do PL contra a absolvição de Moro, Valdemar declarou à CNN: "Entrei com a ação para defender os interesses políticos do partido. Tem situações que preciso que entendam que tenho que defender nossos parceiros do PL".

A filiação de Moro ao PL foi acordada diante do veto do PP, que atuará como federação com o União Brasil neste ano, à sua candidatura a governador no Paraná. Com receio de ficar sem legenda para concorrer, Moro se aproximou do PL. A aliança interessa ao partido, que rompeu com o governador Ratinho Junior (PSD), pré-candidato à Presidência e eventual adversário de Flávio em outubro. Moro aparece à frente em todas as pesquisas de intenção de voto e abrigará o filho mais velho de Jair Bolsonaro em seu palanque.

O Congresso em Foco procurou as assessorias de Moro e Flávio para comentar sobre a aliança entre eles após desavenças públicas entre os dois. O senador paranaense informou que não se manifestará sobre o assunto. A reportagem aguarda retorno do gabinete do senador fluminense.







quinta-feira, 19 de março de 2026

Raquel Lyra abre espaço para diálogo sobre reivindicações da categoria e Sindifisco adia decisão sobre greve

O Sindifisco-PE, representante dos auditores fiscais e julgadores administrativo-tributários do estado, decidiu, por unanimidade, adiar para a terça-feira (24), durante nova Assembleia Geral Extraordinária (AGE), a votação sobre a deflagração de greve da categoria. A resolução é fruto de convite do Governo Raquel Lyra, por meio da Secretaria da Casa Civil, para conversa que acontecerá amanhã (20) sobre as reivindicações da classe. 

A abertura do diálogo é uma importante conquista do Sindicato, que vinha tentando, há meses, manter negociações para construção de soluções negociadas com a gestão estadual, mas não obteve sucesso diante da política deliberada de desvalorização da Secretaria da Fazenda. 

“A decretação de greve de qualquer categoria tem como objetivo trazer o outro lado para conversar. Felizmente, depois de muita discussão e publicações nos veículos de imprensa, antes da decretação que certamente seria aprovada hoje, o Governo nos chamou para conversar. Amanhã, participaremos da conversa com o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, e temos plena confiança de que chegaremos a um bom termo”, afirmou o presidente do Sindifisco-PE, Nilo Otaviano, em AGE realizada nesta quinta-feira (19) que contou com aproximadamente 400 participantes. 

No entanto, Nilo fez questão de deixar claro que, em caso de novas negativas do Governo, a categoria poderá sim decidir pela paralisação. “Os auditores fiscais seguem firmes na defesa de um sistema tributário eficiente, justo e capaz de sustentar o desenvolvimento do Estado. Porém, acreditamos que quando a estrutura responsável por esse processo é enfraquecida, toda a sociedade sente os efeitos”, explicou.

 A condução da política fiscal do Estado, até agora, marcada por decisões unilaterais e falta de diálogo, acende um alerta sobre os riscos à arrecadação e à própria capacidade de investimento público. Não se trata de uma reivindicação isolada, mas de um debate estrutural sobre o funcionamento da Secretaria da Fazenda. 

Ao longo dos últimos meses, o Sindifisco-PE tem buscado, de forma responsável, abrir canais de negociação e construir soluções equilibradas. No entanto, o que se observou foi um cenário de esvaziamento institucional, com medidas que fragilizam a atuação dos auditores e comprometem a eficiência da máquina arrecadatória. Esse contexto gera insegurança e impacta diretamente a sustentabilidade financeira do Estado.

 “Estamos apostando no entendimento com o governo, a partir da reunião de amanhã, de forma que, até a segunda-feira, cheguemos ao atendimento das questões principais do Fisco estadual. O momento atual exige responsabilidade fiscal e planejamento estratégico, pois a arrecadação deste ano servirá de referência futura para efeito de repasse de recursos do Fundo de Equalização de Receitas, com a implantação do IBS”, conclui Nilo Otaviano.






Vereador Carlinhos da Cohab anuncia apoio à reeleição de Diogo Moraes

O deputado estadual Diogo Moraes, representante do Polo de Confecções do Agreste na Assembleia Legislativa, ganhou mais um importante apoio na sua pré-candidatura à reeleição. Na manhã desta quinta-feira (19), durante entrevista a uma rádio em Santa Cruz do Capibaribe, o vereador Carlinhos da Cohab (PP) anunciou sua posição e declarou que caminhará junto com Diogo Moraes nas eleições 2026.


Carlinhos afirmou que o parlamentar sempre atuou em prol do grupo na cidade, fortalecendo o projeto Taboquinha em Santa Cruz do Capibaribe. “Meu deputado se chama Diogo Moraes. Anuncio agora aqui no programa. Eu voto em Diogo Moraes. Eu ia anunciar o dia, mas na política se tem que ter coragem, tem que ter lado, respeito, consideração e gratidão, que não tem prazo de validade”, afirmou o vereador.

Carlinhos exemplificou as últimas disputas na cidade, que contaram com apoio de Diogo e foram fundamentais para a vitória do grupo. Também comentou sobre o trabalho do parlamentar em prol do desenvolvimento estadual, sempre intercedendo pelas principais conquistas da cidade. Além de Carlinhos, o deputado também conta com apoio dos vereadores Deomedes Brito e Dr. Nanau.

Após o anúncio, Diogo Moraes comentou sobre o apoio recebido. “Recebo com muita alegria e gratidão o apoio de Carlinhos da Cohab, um vereador atuante, comprometido com o povo e que conhece de perto as necessidades de Santa Cruz do Capibaribe. Esse gesto fortalece ainda mais o nosso grupo e renova a nossa responsabilidade de seguir trabalhando com seriedade, ouvindo as pessoas e buscando sempre o melhor para a cidade e toda a região.”







Em nota a ex-Deputada estadual Alessandra Vieira declara afastamento da secretaria da prefeitura de Recife.

Hoje encerro um ciclo muito especial na Secretaria de Projetos Estratégicos da Prefeitura do Recife. Foram meses de muito aprendizado, desafios e, acima de tudo, de construção coletiva. Levo comigo não apenas a experiência adquirida, mas, principalmente, as pessoas incríveis que tive a oportunidade de conhecer e conviver: profissionais comprometidos e verdadeiramente dedicados a transformar vidas.

Tive a honra de contribuir com projetos que impactaram diretamente a vida de tantas pessoas, promovendo transformação social real e levando oportunidades a quem mais precisa. Isso é o que mais me orgulha: saber que, com trabalho sério e responsabilidade, conseguimos fazer a diferença.

Saio com a certeza de que dei o meu melhor em cada missão que me foi confiada e com profunda gratidão pela confiança depositada em mim e pela oportunidade de servir ao povo recifense.

Agora sigo para novos projetos e novos desafios, com a mesma disposição de sempre. Continuarei firme, seguindo a liderança de Miguel Coelho, como venho fazendo desde 2018.

Seguimos em frente, sempre com presença, trabalho e coração.

Muito obrigada a todos que fizeram parte dessa caminhada.

Alessandra Vieira







Silvio Costa Filho desiste do Senado e vai concorrer à Câmara

Decisão foi tomada após conversas com Lula e aliados; pesquisas indicavam baixo desempenho na disputa pelo Senado.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), usou seu perfil nas redes sociais, nesta quinta-feira (19), para anunciar oficialmente que disputará a reeleição para deputado federal em outubro. O movimento encerra a especulação de sua presença na chapa majoritária como candidato ao Senado e consolida a unidade em torno do prefeito do Recife, João Campos (PSB).

Em sua publicação, Silvio destacou que a decisão foi fruto de um "amplo diálogo" com o presidente Lula e com o seu campo político no estado.

"Depois de um amplo diálogo com o presidente Lula, com o nosso partido e com o nosso campo político no estado, tomamos a decisão de ser candidato à reeleição para deputado federal. Vamos trabalhar muito para ajudar na reeleição do presidente Lula Oficial e do nosso futuro governador JoaoCampos. Vamos juntos trabalhar por Pernambuco e pelo Brasil", afirmou o ministro.

A desistência de Silvio Costa Filho da disputa para o Senado, onde ele vinha se posicionando como um dos nomes naturais para escolha do prefeito do Recife, funciona como a peça que faltava no quebra-cabeça de João Campos. Decidindo pela Câmara Federal, o ministro evita a disputa com o PT de Humberto Costa e o PDT de Marília Arraes, que lideram as pesquisas para as duas vagas da Casa Alta em Pernambuco.

A decisão também passou pela vaga de vice-governador, que ficou com o irmão do ministro, Carlos Costa (Republicanos).

De volta de Brasília, onde se reuniu com as cúpulas nacionais do PT e PDT, João Campos não escondeu o entusiasmo com as costuras finais. "Não tenho nenhuma dúvida de que a Frente Popular de Pernambuco sairá a vencedora dessas eleições", disse.






Deputado Dannilo Godoy se filia à Federação União Progressista em Pernambuco

O deputado estadual Dannilo Godoy oficializou, nesta sexta-feira (20/03), sua filiação à Federação União Progressista. A assinatura ocorreu ...