Ao lado do presidente Lula (PT), Marília Arraes defendeu o fim da escala 6x1, o combate ao feminicídio, o fortalecimento da Farmácia Popular e a inclusão de medicamentos injetáveis para o tratamento da obesidade no SUS.
Durante ato no Centro do Recife, na manhã desta sexta-feira (25), a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), ao lado do presidente Lula (PT), defendeu o fim da escala 6x1, o combate ao feminicídio, o fortalecimento da Farmácia Popular e a inclusão de medicamentos injetáveis para o tratamento da obesidade no SUS.
"O que vai ter de trabalhador descansando... É nenhuma mulher a menos, porque a gente vai acabar com o feminicídio no Brasil. É a Farmácia Popular garantindo tratamento com tecnologia de ponta para quem precisa, inclusive com a caneta que rico toma e que está incomodado porque o pobre vai passar a tomar no seu governo também", afirmou Marília.
A candidata também fez críticas ao movimento bolsonarista e à oposição. "A gente está vendo os ataques que os Estados Unidos e outras potências querem fazer aqui no Brasil. A gente está vendo o bolsonarismo aí, porque o inominável está preso e inelegível, mas aqui o nosso povo vai botar esse maloqueiro desse Flávio Bolsonaro na lata do lixo da história do nosso país", declarou.
No trio elétrico, também estiveram presentes o candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), o candidato à reeleição para o Senado, Humberto Costa (PT), e a senadora Teresa Leitão (PT).
No discurso, Marília associou a trajetória pessoal do presidente à parcela mais pobre da população e citou dona Lindu, mãe de Lula, ao defender um novo mandato do petista. Segundo ela, o presidente enxerga nas pessoas em situação de vulnerabilidade histórias semelhantes à de sua própria família.
“Eu sinto e vejo, durante todos esses anos, que, nos olhos do presidente Lula, quando ele olha para cada mulher, para cada criança, para cada homem trabalhador que tem o sofrimento do sol no seu rosto, ele vê uma dona Lindu, ele vê um Lula, ele vê alguém que sonha que agora vai ter oportunidade”, afirmou.
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