Pelo texto, a alíquota zero não prejudica o cômputo do período para fins de carência e tempo de contribuição, nem o cálculo, a concessão ou a revisão de benefícios previdenciários. No caso do câncer, a proposta também dispensa a comprovação periódica da doença e não condiciona o direito à existência de sintomas, recidiva ou tratamento médico. Para garantir responsabilidade fiscal, o projeto prevê mecanismos de compensação com aumento da contribuição adicional de instituições financeiras de 2,5% para 3,5% e majoração de tributos incidentes sobre empresas de apostas de quota fixa, sem aumento de carga para trabalhadores e consumidores.
“Estamos propondo uma medida de proteção social para famílias que enfrentam despesas extras com saúde e cuidados. A alíquota zero permitirá mais renda disponível para medicamentos, tratamentos, terapias e equipamentos. Ao mesmo tempo, o projeto prevê a compensação da renúncia com maior contribuição de setores com elevada capacidade econômica, preservando a responsabilidade fiscal”, afirmou o deputado federal Eduardo da Fonte.

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