Em sentido oposto, o União Brasil lidera as perdas, com 18 saídas e apenas duas adesões. Para conter o esvaziamento, a sigla aposta na formação de uma federação com o Progressistas (PP), em uma tentativa de recompor a força política e manter a competitividade no cenário nacional. Outros partidos também registram movimentações relevantes. O PSDB aparece como o segundo em número de adesões, com nove novos deputados, o que indica tentativa de recuperação de espaço político. Já siglas como PSD, MDB e Republicanos apresentam trocas equilibradas, enquanto legendas menores registram movimentações pontuais.
Paralelamente, a pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quinta-feira, 2, mostra que PL e PT concentram a preferência de 52,4% dos eleitores. O PL lidera com 27%, seguido pelo PT, com 25,4%. Ainda, o levantamento aponta que 23,7% dos entrevistados afirmam não ter partido preferido. O estudo também revela um ambiente de forte polarização. A direita lidera a identificação ideológica com 36,6%, enquanto a esquerda soma 25,9%. Além disso, 47,1% dos brasileiros dizem ter mais medo ou preocupação com a reeleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 46,3% afirmam temer mais a eleição do Senador Flávio Bolsonaro (PL). Outros 6,5% declaram preocupação igual com ambos os cenários, o que reforça o equilíbrio e a tensão na disputa.
- A pesquisa também investigou as razões da rejeição. Entre os eleitores que rejeitam Lula, o principal motivo apontado é o envolvimento ou a conivência com corrupção. Já entre os que rejeitam Flávio Bolsonaro, a principal preocupação é a possibilidade de uma gestão semelhante à do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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