Durante a entrevista, Eduardo deixou claro que a definição sobre alianças será construída de forma coletiva dentro da federação União Progressistas e respeitando o calendário eleitoral. A fala demonstra que, apesar das pressões nos bastidores, o deputado prefere manter margem de negociação antes de bater o martelo.
Mesmo diante do cenário já movimentado, com nomes como Marília Arraes e Humberto Costa colocados como pré-candidatos ao Senado no campo ligado a João Campos, Eduardo da Fonte foi direto: não recua da disputa.
O parlamentar reforçou que seu nome está credenciado pelas ações e investimentos realizados no estado, citando obras e articulações em áreas como infraestrutura e saúde, incluindo intervenções na Ponte Cascavel e aportes em unidades hospitalares importantes.
Nos bastidores, a leitura é de que Eduardo joga com o tempo, mantendo diálogo aberto com ambos os lados enquanto fortalece sua própria candidatura. A indefinição, neste momento, se transforma em estratégia e pode ser decisiva na formação das chapas para 2026.
Com isso, o cenário segue em aberto, e a movimentação do deputado indica que ele pretende ser protagonista na disputa por uma vaga no Senado, independentemente do palanque que venha a compor.
Informação-portaldascidadespe

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