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quinta-feira, 27 de junho de 2024
SAD firma acordo de cooperação técnica com Estônia Hub para impulsionar ações de Governo Digital no Estado
Cachorros levam alegria e diminuem o estresse no Hospital dos Servidores do Estado
Uma vez por mês uma turma para lá de especial irá fazer uma visita aos pacientes do Hospital dos Servidores do Estado (HSE). São eles: Dom, Surf, Gibbs, Thor, Leo e Aurora. Cães da raça Golden retriever, que fazem parte do Programa de Apoio Assistidos por Animais (PAAA). Uma parceria entre o HSE e Projeto ParcerIAA – Intervenção Assistida por Animais.
No primeiro dia do projeto Dom, Surf e Thor, chegaram com suas bandanas (a farda de trabalho deles). Esperando ansiosamente pela visita estava a aposentada Marilene Rocha Cavalcanti, de 75 anos. “Estou esperando por eles desde cedo”. Extremamente feliz, a paciente alisou os cachorros, deu ração e se emocionou ao falar do seu cachorro. “Estou com saudades do meu cãozinho. Com essa visita estou tão feliz, que por um instante até esqueci que estava em um hospital”, disse. Marilene está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), desde o dia 28 de maio, tratando uma doença pulmonar.
Os animais visitaram além da UTI Geral, o setor de oncologia, a Geriatria e o internamento geral. Por onde passavam olhos atentos e sorrisos os seguiam. Acompanhantes, funcionários e pacientes de ambulatórios, se rendiam à visita canina. “O bem-estar vai além do paciente. A ideia é trazer leveza, motivação de um modo geral, para o ambiente hospitalar”, afirma Cássia Leoncio, psicopedagoga e idealizadora do ParcerIAA.
A ideia de levar o projeto para o Hospital partiu do setor de fisioterapia. “Um de nossos pacientes, que estava em estado avançado de um câncer, disse que queria ver seu cão. Trouxemos o cão, durante o passeio terapêutico que fizemos no jardim do hospital e vimos o bem que aquele momento propiciou. Foi quando procuramos esse projeto para fazer uma parceria”, explicou o Gestor do Núcleo da Saúde Funcional do HSE, Ery Magalhães.
Antes de receber a visita dos animais é feita uma triagem dos pacientes que estão aptos e querem receber o animal. “É analisado se os pacientes possuem condição médica, se possuem alergia, como está seu sistema imunológico, e, claro, se gostam de cachorros”, salienta Ery.
Para o diretor médico do HSE, Rogério Ehrhardt, a terapia com animais tem o intuito de melhorar o estado emocional do paciente diminuindo a ansiedade e o estresse com o internamento. “Além de melhorar o emocional dos nossos pacientes, em alguns casos ajuda a diminuir a dor pela liberação de hormônios, e trazem um pouco de alegria no tratamento tão sofrido quanto o oncológico. É mais um benefício para os nossos doentes”, salienta.
Esse benefício foi visto e sentido por Helena Maria de Oliveira, de 82 anos. Internada há um mês, tratando um câncer, ela teve uma tarde diferente. “Essa visita me trouxe tanta felicidade. Poder ver essas carinhas lindas e alisar o pelo deles me deu um novo ânimo”. A filha e acompanhante da idosa, Joselena de Oliveira, elogiou o trabalho. “Atividades como essa mudam a rotina do paciente e a nossa. Deixa o ambiente mais leve”.
Sempre acompanhados por seus tutores, os cães permanecem todo o tempo na guia (tipo peitoral) e todos são adestrados. Da mesma forma que é feita com os pacientes, também é feita uma triagem com os cães. Eles precisam estar aptos para entrar em unidade de saúde. “Mostramos o certificado de vacinação, exames de fezes, mostrando que estão livres de verminoses e levamos lenços umedecidos para limpar as patas dos animais antes de entrar na instituição”, explica a coordenadora do ParcerIAA, Cássia Leoncio.
Neste primeiro momento o projeto acontecerá um sábado por mês, no período da tarde, com duração máxima de duas horas, respeitando sempre as necessidades dos pacientes e animais. A contrapartida do Hospital, ficou em custear o banho e o transporte dos animais.
quarta-feira, 26 de junho de 2024
Preço da passagem aérea cai 10,7% desde o início de 2023
Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indicam que a tarifa aérea média dos primeiros cinco meses do ano (R$ 584) foi 2,4% menor que os preços médios praticados em 2023 (R$ 598). Por sua vez, o valor foi 8,6% menor que o preço médio praticado no mesmo período de 2022 (R$ 653).
A queda acumulada do valor do bilhete desde janeiro de 2023 foi de 10,7%. Parte disso, explica o ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, se deve à queda de aproximadamente 26,2% no preço do querosene de aviação (QAV) no mesmo período. O combustível representa cerca de 40% do custo operacional das empresas do setor.
Os números mostram que a tarifa aérea média em maio foi de R$ 534 e ficou 4% menor que o preço médio praticado no mesmo mês do ano passado. “Nada menos que 60% dos bilhetes foram comercializados por até R$ 500 e que oito de cada 10 tíquetes custaram até R$ 700”, analisa Sílvio Costa Filho.
“Ainda há muito a fazer, mas é um sinal que está dando certo o trabalho coletivo do Governo Federal para estimular a ampliação da oferta de assentos. Isto ajuda a reduzir o custo da passagem e permite que mais brasileiros possam viajar pelo país, além de promover o desenvolvimento econômico e gerar emprego e renda”, disse o ministro.
Dados estatísticos
A queda no preço médio do bilhete aéreo tem colocado cada vez mais viajantes no modal aéreo. De janeiro a maio deste ano, foram transportados quase 37 milhões de passageiros no mercado doméstico, valor que representa acréscimo de 0,30% no período. O indicador foi fortemente impactado pelo fechamento do aeroporto Internacional Salgado Filho, no Rio Grande do Sul, que teve suas operações interrompidas desde 3 de maio.
Em viagens para o exterior, o crescimento do número de turistas transportados foi de 22%, passando de 8,2 milhões para mais de 10 milhões. Esse foi o melhor resultado no mercado brasileiro de aviação desde o início da série histórica (em 2000).
Exploração sustentável da caatinga reduz dependência na importação de insumos para o setor farmacêutico
Recife (PE) - Reduzir o volume de importação de insumos estrangeiros para produzir medicamentos é um dos objetivos do programa Impacta Bioeconomia destacados pelo superintendente Danilo Cabral. Durante sua participação em um programa de entrevistas realizado nesta quarta-feira (26) no município-sede da Sudene, o gestor comentou os impactos positivos do projeto que busca estabelecer novas cadeias produtivas a partir da exploração sustentável dos biomas presentes na área da Sudene, sobretudo da caatinga.
“Um dos eixos da nova política industrial do Governo Federal é o complexo econômico industrial da Saúde, que representa 10% do PIB brasileiro, considerando indústrias e serviços. São 10 milhões de trabalhadores envolvidos, representa 35% da pesquisa do nosso país e tem hoje uma forte dependência comercial externa. Temos um déficit nesta balança de exportação de R$ 20 bilhões. Grande parte disso representada pelos fármacos importados. Ao mesmo tempo, a gente tem uma grande oportunidade no bioma da caatinga para explorar, no bom sentido, econômica, social e ambientalmente essa biodiversidade”, comentou o superintendente.
A estruturação da rede Impacta Bioeconomia envolve, inicialmente, a identificação das organizações socioprodutivas com maior nível de solidez para a realização de estudos com espécies vegetais e animais. A partir do olhar para a biodiversidade, haverá uma busca de bioativos e bioinsumos que possam ser extraídos de forma sustentável do território, gerando renda, industrialização, desenvolvimento socioeconômico e proteção ambiental. Além de fármacos, o Impacta Bioeconomia poderá identificar o potencial de desenvolvimento de itens das indústrias de cosméticos e alimentícia a partir de insumos típicos da caatinga. O projeto conta com R$ 553 mil investidos pela Sudene, movimentando uma rede de pesquisadores das Universidades Federal de Pernambuco (UFPE) e Federal do Vale do São Francisco (Univasf).
Valor local
Para o professor Luiz Alberto Soares, do curso de Farmácia da UFPE, o programa reconhece o valor agregado que o manejo sustentável da caatinga confere ao território nordestino. “O mais importante nesta iniciativa é fortalecer o território. A gente tem visto muitas iniciativas que terminam não trazendo grandes transformações porque a tecnologia e a inovação não chegam aos territórios, às comunidades. Então esse projeto é um bom exemplo de como uma iniciativa local é capaz de trazer um produto de padrão de classe internacional, que pode ocupar tranquilamente espaço no nosso mercado e no futuro disputar com produtos oriundos de empresas transnacionais”, disse.
Licuri, maracujá-do-mato, pitanga, umbu, melão de São Caetano e acerola são alguns dos frutos que serão objeto de estudo pelos pesquisadores do Impacta Bioeconomia. Também está previsto o desenvolvimento de tecnologia de ponta para exploração de peptídeos a partir dos escorpiões amarelos que habitam o bioma. Este material da fauna é capaz de gerar produtos terapêuticos e defensivos agrícolas biodegradáveis.
A geração da renda localmente é um dos aspectos mais positivos do programa Impacta Bioeconomia na avaliação do economista e professor da UFPE André Magalhães. “É fazer com que o pequeno produtor entre na cadeia econômica ganhando muito mais. Buscamos encontrar os passos deste processo, os possíveis parceiros e integrar os pequenos nesta transformação, evitando que os atravessadores, que são importantes, levem todo o dinheiro. É aumentar o poder das associações locais”, explicou o pesquisador.
Governo do Estado abre 10 leitos de UTI pediátrica no ICIA, em Caruaru
"Nossa atenção com esse período de sazonalidade da Síndrome Respiratória Aguda Grave é total e não estamos medindo esforços para oferecer a melhor assistência às famílias pernambucanas. Além dessa ação em Caruaru, já contratamos leitos em diversos outros municípios do Estado. Estamos trabalhando para ter nossas crianças protegidas e bem cuidadas", afirmou a governadora Raquel Lyra.
A UTI Pediátrica possui 10 leitos de suporte intensivo, com equipamentos de ponta, com toda estrutura pronta para atender a demanda do Governo do Estado. O funcionamento é 24 horas, sete dias da semana, sem interrupção da continuidade entre os turnos, com leitos qualificados para o atendimento destinado a pacientes críticos. "Seguindo o compromisso de descentralização e regionalização da saúde, abrimos mais esses leitos dentro do contexto da sazonalidade da pediatria, no decreto da emergência sanitária, para que as crianças sejam atendidas perto de suas casas com toda assistência necessária”, reforlou a secretária de Saúde, Zilda Cavalcanti.
Os leitos irão atender, principalmente, os pacientes da 4ª e 5ª Gerência Regional de Saúde, 2ª macrorregião de saúde, que serão encaminhados ao ICIA através da Central de Regulação de Leitos. “É mais um serviço que chega para fortalecer, como parceiro, aqui na região de Caruaru. Isso permitirá uma maior assistência, com equipe engajada, presente e comprometida com a qualidade dos atendimentos para os nossos pacientes”, complementou a secretária executiva de Regulação em Saúde, Fabiana Emerenciano.
Para o diretor da unidade, Luiz Henrique Souza, a abertura da UTI é um momento histórico para a unidade. "O ICIA sempre recebeu ajuda e muita colaboração da sociedade. Hoje oferecemos esse retorno em um momento tão importante, cumprindo as necessidades e a função que a própria instituição tem de dar assistência à saúde da criança e do adolescente”, explicou.
Fotos: Divulgação
Vereador Chico de Irineu reafirma parceria com a prefeitura municipal nem evento do 2º Fórum Comunitário Selo UNICEF
Confira o vídeo na íntegra da fala do presidente da Câmara Municipal Legislativa de Jataúba.
Vereadores de Caruaru e Santa Cruz, Anderson Correia e Emanuel Ramos discutem políticas públicas para o Agreste
Além disso, foi debatido também medidas para combate aos maus-tratos, em consonância com a Lei nº 9.605 de 1998, que trata de crimes ambientais. Após o encontro, os parlamentares ressaltaram a importância deste intercâmbio entre representantes do Poder Legislativo de municípios importantes da região, em prol da implementação de políticas públicas animalistas eficazes para o Agreste.
“Nossa luta pelos direitos dos animais vai além de fronteiras municipais, mas buscamos unir forças com todos que estão dispostos a trabalhar em prol desta causa tão nobre, dando vez e voz aos que tanto precisam, que são os animais não-humanos. Por isso, nossa reunião foi de extrema importância para o crescimento das políticas públicas animalistas em nossa região. Quero parabenizar o vereador Emanuel por sua desenvoltura e prontidão em dar sua contribuição em pautas como essas, importantíssimas para nossas cidades”, destacou Anderson Correia.
“Esse debate é rico em progresso não só para Caruaru e Santa Cruz do Capibaribe, mas para toda uma região. Precisamos unir forças entre os poderes legislativos, que são importantes na introdução de leis e políticas capazes de mudar cenários de necessidades, como os presentes na causa animal. Deixo meus agradecimentos ao vereador Anderson por contribuir de forma muito incisiva nesta discussão em prol dos animais, sempre fundamentado nas leis, fazendo um grande trabalho de reconhecimento a nível estadual”, conclui Emanuel Santos.
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