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sexta-feira, 18 de agosto de 2023

Governadora Raquel Lyra participa, ao lado do deputado Eduardo da Fonte, de agenda no Hospital do Câncer de Pernambuco


O deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE), participou na manhã desta sexta-feira, 18, do evento de formalização do início dos trabalhos dos Comitês Consultivos do Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP), ao lado da governadora do Estado, Raquel Lyra, do Superintendente Geral do HCP, Sidney Neves, da Secretária de Saúde do Estado, Zilda Cavalcanti, do Presidente do Conselho do HCP, Ricardo de Almeida, e do Vereador da cidade do Recife, Tadeu Calheiros.

Agora, a sociedade civil passa a assessorar o HCP através desses Comitês. A ideia é apoiar a superintendência no desenvolvimento do hospital através dos Comitês: Orçamentário e Financeiro, Centro Cirúrgico, Quimioterapia e Radioterapia, Produção e de Acesso. 

“Temos uma preocupação muito grande em relação ao tratamento do câncer, não só no estado de Pernambuco, mas em todo Brasil. 

É preciso um esforço em conjunto, de toda a sociedade, para que a gente possa cuidar, tratar e dar dignidade aos pacientes. Estamos vendo os avanços na saúde na gestão da governadora Raquel Lyra, e vamos estar de mãos dadas para que a gente possa colaborar com esse crescimento e alcançar mais conquistas para o estado”, disse o deputado federal Eduardo da Fonte. 

A instituição é a principal referência para o tratamento da doença em Pernambuco, oferencendo aos pacientes consultas clínicas e multidisciplinares, cirurgias, medicamentos e demais procedimentos assistenciais. O parlamentar destacou também a necessidade da criação de polos de atendimentos, como na região do Araripe, através da integração entre hospitais do Sertão, do Agreste e da Região Metropolitana do Recife, afim de evitar o deslocamento dos pacientes para a capital. 

Além do extenso trabalho em prol do Hospital do Câncer de Pernambuco, Eduardo da Fonte também é um dos parceiros do Instituto do Câncer Infantil do Agreste (ICIA), em Caruaru, e luta pela implantação e investimentos para o Hospital de Câncer do Sertão, em Araripina.



Ibovespa sobe 0,37% e interrompe sequência de baixas. Na semana, queda é de 2,25%


Depois de acumular uma baixa de 5,7% em 13 pregões, índice fecha no azul pela primeira vez em agosto. Entenda as expectativas para o longo prazo, e veja como a China pode atrapalhá-las.

  Quem deu o azar de comprar ETF do Ibovespa no dia 1 de agosto tem o seu primeiro dia de alívio no mês. A leve alta desta sexta (0,37%) interrompeu a maior sequência de baixas da história do Ibovespa – 13 pregões seguidos até ontem, em pontos percentuais, -5,7%.

Obviamente o repique não bastou para tirar a semana do negativo. Desde a última sexta, a queda é de 2,25%, aos 115.408 pontos.
 
Foi um dia fraco de qualquer forma. A Vale, que tinha subido 1,41% ontem de carona na alta de 4% do minério de ferro, devolveu o ganho, e mais um tanto: -1,11 – mesmo com uma subida em sua commodity número 1 (2,94% em Dalian).
 
As maiores altas ficaram por conta de papéis voláteis, que costumam oscilar de forma mais violenta, seja para cima ou (mais frequentemente) para baixo: MGLU3, PETZ3, CRFB3… (veja na tabela mais adiante). E o exterior também não ajudou. O S&P 500 variou quase como se hoje tivesse sido feriado nos EUA: 0,01%.
 
Mais importante que o pregão morno desta sexta são as perspectivas para daqui em diante. No que toca o Brasil, elas não são ruins. Muito pelo contrário. A história mostra: nos últimos 10 ciclos de baixa na Selic, oito vieram acompanhados por altas do Ibovespa no longo prazo. A mediana é de 12% no primeiro ano e de 29% no acumulado de 24 meses.
 
Importante notar: os dois ciclos de corte nos juros em que o Ibovespa caiu foram atípicos. Um rolou entre 2001 e 2002, quando o mercado temia a iminente eleição de Lula (e ela se concretizou). O outro foi entre 2011 e 2013, quando a queda nos juros se deu por decisão política, num período de alta da inflação (o oposto do que teria sido uma decisão técnica). Veja mais na reportagem de capa da Você SA ;)
 
Se o ambiente interno colabora para uma bonança nos próximos meses, porém, não dá para dizer o mesmo sobre o mundo. Vamos a ele.
 
Um recado dos EUA de 1929 para a China de 2023 
O Nomura, banco de investimentos japonês, colocou mais lenha na fogueira chinesa. Além de reduzir sua previsão de crescimento para o PIB (de 5,1% para 4,6%), disse que o mercado global ainda subestima as consequências da crise imobiliária por lá.
 
Em outras palavras: este agosto do cão – com queda acumulada de 4,77% no S&P 500 e de 5,35% no Ibovespa até agora – seria só o começo de um novo bear market (quando o mercado cai 20% ou mais desde o pico mais recente).
 
Mas existe um lado meio cheio no copo chinês: o governo tem as portas escancaradas para conceder estímulos. "Estímulo" é o eufemismo economês para "imprimir dinheiro a rodo". Isso causa inflação? Sim, mas a inflação da China em 12 meses não é uma inflação; é uma deflação, de 0,3%.
 
O dado, que saiu no dia 9 de agosto, foi uma das causas para o comportamento depressivo das bolsas globais nas últimas semanas – pois indica forte desaceleração da segunda maior economia do planeta. Por outro lado, ele deixa claro que Xi Jinping pode imprimir dinheiro e jogar de helicóptero na rua, sem que isso eleve a inflação para além da meta local, de 3%. Por "imprimir e jogar de helicóptero" entenda "emitir moeda e emprestar para as construtoras e instituições financeiras que rumam para a insolvência".
 
Não é do feitio de Xi Jinping salvar empresas mal administradas, que fizeram mais dívidas do que poderiam pagar. Também não era a praia de Andrew Mellon, ministro da Fazenda dos EUA no início da Grande Depressão.
 
Mellon recusou-se a oferecer ajuda estatal para os bancos e empresas que derretiam após o crash de 1929. Disse que isso "limparia o sistema, que está podre". Que "as pessoas trabalharão mais, levarão uma vida mais de acordo com a moralidade. Os valores [preços das ações] vão se se ajustar [cair], e os empreendedores recolherão os destroços dos menos competentes".
 
Dali em diante o PIB dos EUA cairia 29% (entre 1929 e 1933); levando o planeta a uma crise generalizada e, mais tarde, à Segunda Guerra Mundial.
 
Que o Andrew Mellon interior de Xi Jinping fique bem quietinho.
 
Bom fim de semana.
 
MAIORES ALTAS
Magalu (MGLU3): 6,38%
Atacadão (CRFB3): 4,88%
Petz (PETZ3): 4,31%
Azul (AZUL4): 3,72%
Assaí (ASAI3): 3%
 
MAIORES BAIXAS
Weg (WEGE3): -2,22%
Rede D’Or (RDOR3): -2,01%
Irb Brasil (IRBR3): -1,52%
Eztec (EZTC3): -1,45
JBS (JBSS3): -1,18%
 
Ibovespa: 0,37%, aos 115.408 pontos. Na semana, -2,25%

Nova York:
Dow Jones: 0,08% (34.501 pontos)
S&P 500: -0,01% (4.370 pontos)
Nasdaq: -0,2% (13.290 pontos)
 
Dólar: -0,27%, a R$ 4,96. Na semana, o avanço foi de 1,3%
 
Petróleo
Brent: 0,80%, a US$ 84,80. Na semana, -2,32%
WTI: 0,95%, a US$ 80,66. Na semana, -2,31%
 
Minério de ferro: 2,94%, a US$ 105,77 por tonelada em Dalian




Secretária Lucinha Mota busca fortalecer parcerias em prol da ressocialização


Visando fortalecer o processo de ressocialização tanto na Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) quanto no Patronato Penitenciário, é que a secretária de Justiça e Direitos Humanos, Lucinha Mota, cumpriu agenda intensa nesta quinta-feira (17/08), em seu gabinete, no bairro do Recife, e se reuniu individualmente com o deputado estadual Joel da Harpa, e com representantes da pastoral carcerária.

Com o parlamentar, a gestora tratou do fortalecimento no envio de emendas voltadas para o processo de ressocialização desenvolvido pela SJDH, através do Patronato Penitenciário, órgão de execução penal que promove e acompanha os reeducandos em cumprimento de pena em regime aberto, livramento condicional e egressos (na condição de liberado definitivo),

O Patronato Penitenciário dispõe aos atendidos pelo órgão assistência jurídica, social, psicológica, pedagógica e inclusão produtiva, com o objetivo de diminuir a reincidência criminal. O órgão de execução penal oferece capacitação profissional e buscar reinserir os acompanhados no mercado de trabalho, através de parcerias com empresas públicas e privadas.

Já com o diácono da Arquidiocese Olinda e Recife, Ítalo Maciel, e com o coordenador da pastoral carcerária, Ramos Queiroz, a secretária abordou a atuação da entidade religiosa nas unidades prisionais do estado. “Entendemos que a ressocialização se dá por vários caminhos e o religioso é um deles. Por isso, acreditamos no engajamento da pastoral carcerária como grande propulsor nesse processo de reintegração na sociedade”, frisou Lucinha.

De acordo com a secretária, consolidar parcerias é fundamental para capilarizar ações necessárias que beneficiem a população em todos os eixos. “Estamos conversando com os deputados estaduais, com entidades públicas, privadas e religiosas, a fim de sensibilizá-los quanto à necessidade de robustecer as nossas temáticas do litoral ao sertão do estado, buscando garantir a segurança e o acesso às políticas públicas voltadas à proteção das pessoas, voltadas aos direitos humanos. O dever de cuidar das pessoas é de todos, de todas as esferas”, destacou a Lucinha.



Moraes autoriza quebra de sigilo bancário e fiscal de Bolsonaro e Michelle


Investigação tem como foco avaliar indícios de movimentação financeira ligada à venda de joias.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que a Polícia Federal realize a quebra de sigilo fiscal e bancário do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

A decisão foi tomada no âmbito da investigação que apura o transporte e venda de joias recebidas pela presidência, de acordo com fontes na corporação ouvidas pelo Correio.

 

Mais cedo, Moraes autorizou que a PF solicite cooperação com os Estados Unidos para ter acesso aos dados fiscais e bancários de Bolsonaro, Michele e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid.

 

As pedras preciosas foram levadas para o exterior e comercializadas em solo norte-americano. As investigações apontam que Michelle Bolsonaro e o ex-presidente seriam beneficiários de recursos obtidos com as negociações. O material foi devolvido posteriormente, por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).

 

As diligências apuram lavagem de dinheiro e descaminho, pois os pertences deveriam ser incluídos no acervo presidencial.

 

Mais cedo, Moraes autorizou que a PF solicite cooperação com os Estados Unidos para ter acesso aos dados fiscais e bancários de Bolsonaro, Michele e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid.

 

As pedras preciosas foram levadas para o exterior e comercializadas em solo norte-americano. As investigações apontam que Michelle Bolsonaro e o ex-presidente seriam beneficiários de recursos obtidos com as negociações. O material foi devolvido posteriormente, por determinação do Tribunal de Contas da União (TCU).

 

As diligências apuram lavagem de dinheiro e descaminho, pois os pertences deveriam ser incluídos no acervo presidencial.

 

Estas mesmas fontes acreditam que outras diligências, em solo brasileiro, devem ser autorizadas tendo Bolsonaro como alvo nas próximas horas e dias. As possibilidades aumentaram após a informação da defesa de Mauro Cid de que o cliente deve afirmar que vendeu as joias e repassou dinheiro em espécie para Bolsonaro.




quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Os pontos do depoimento de hacker à CPI dos atos golpistas


 Walter Delgatti Neto disse ter sido procurado pelo entorno de Bolsonaro para forjar provas de vulnerabilidade das urnas e assumir autoria de grampo contra Moraes. Ex-presidente teria lhe prometido indulto se fosse pego.O depoimento do hacker Walter Delgatti Neto à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos golpistas nesta quinta-feira (17/08) trouxe novas acusações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e membros de seu entorno em relação a tentativas para desacreditar o processo eleitoral.

Segundo o hacker, Bolsonaro e pessoas próximas a ele estavam por trás de um esquema para tentar forjar a fragilidade do sistema das urnas eletrônicas. O ex-presidente teria ainda lhe prometido um indulto caso ele se tornasse alvo da Justiça por essas ações.

Delgatti tornou-se conhecido em 2019, depois de vazar mensagens de telefones celulares de várias autoridades ligadas à operação Lava Jato na série de reportagens do site Intercept Brasil que ficou conhecida como Vaza Jato, que depois se tornou alvo de investigação da Polícia Federal (PF) na operação Spoofing.

Ele foi convocado a comparecer à CPI após uma operação da Polícia Federal (PF) que teve como um dos alvos a deputada bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP), que teria servido de ponto de contato entre o presidente e o hacker.

Os agentes da PF apuram a inserção de alvarás de soltura e mandados de prisão falsos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Delgatti está preso desde 2 de agosto pela invasão aos sistemas do CNJ.

Pedido para criar código-fonte falso.

À CPI, Delgatti ter sido aconselhado em uma reunião com assessores de campanha de Bolsonaro a criar um código-fonte falso no intuito de falsificar provas de que a urna eletrônica seria vulnerável e passível de fraude. Segundo disse, a intenção era anular as eleições e convocar uma nova votação.

A ideia teria sido apresentada pelo marqueteiro Duda Lima em uma reunião com Carla Zambelli, o presidente do PL Valdemar Costa Neto e outros, segundo ele. "A segunda ideia era no dia 7 de setembro, eles pegarem uma urna emprestada da OAB, acredito. E que eu colocasse um aplicativo meu lá e mostrasse à população que é possível apertar um voto e sair outro", disse o hacker.

"Eles queriam que eu fizesse um código-fonte meu, não o oficial do TSE. E nesse código-fonte, eu inserisse essas linhas, que eles chamam de 'código malicioso', porque tem como finalidade enganar, colocar dúvidas na eleição."

Delgatti afirmou que teria agido em razão de uma suposta ordem do então presidente, e que estava ciente que atuava de maneira ilegal. "Sim, eu sabia. Lembrando que era ordem de um presidente da República."

Ele disse que relatou o ocorrido à revista Veja porque estava com medo, justamente por saber que cometia um crime, e destacou que Bolsonaro teria lhe assegurado um "indulto em uma eventual investigação, uma eventual denúncia, ou processo ou condenação".

Perdão presidencial e emprego

Delgatti afirmou que se reuniu com Bolsonaro no Palácio da Alvorada antes das eleições de 2022. Na ocasião, o ex-presidente teria lhe garantido a concessão de um indulto caso fosse preso ou condenado por ações sobre urnas eletrônicas.

"A ideia ali era que eu receberia um indulto do presidente. Ele havia concedido um indulto a um deputado federal. E como eu estava com o processo da Spoofing à época, e com as cautelares que me proibiam de acessar a internet e trabalhar, eu visava a esse indulto. E foi oferecido no dia", afirmou.

O hacker também relatou que Zambelli teria prometido um emprego na campanha à reeleição de Bolsonaro, mas que isso acabou não ocorrendo. Ele ficou somente encarregado de cuidar das redes sociais da deputada.

Delgatti disse que se encontrou por acaso com Zambelli na cidade de Ribeirão Preto. Os dois teriam trocado contatos e ela teria lhe oferecido trabalho. "Ela disse que havia uma oportunidade de emprego para mim, no caso, seria na campanha do Jair Bolsonaro."

Relatório do Ministério da Defesa

Delgatti disse ainda ter orientado os técnicos do Ministério da Defesa que elaboraram um relatório oficial sobre as urnas eletrônicas. O documento, entregue ao TSE em novembro de 2022, não revelava nenhuma fraude, mas pedia "ajustes" no sistema eleitoral que já haviam sido rejeitados tecnicamente por órgãos de fiscalização.

O relatório do Ministério da Defesa, que tentava criar dúvidas sobre a isenção das urnas eletrônicas, ia na contramão de todas as entidades fiscalizadoras do processo eleitoral.

"Eu posso dizer hoje que, de forma integral, aquele relatório tem exatamente o que eu disse, não tem nada menos e nada mais", assegurou Delgatti.

Ações contra Alexandre de Moraes

O hacker relatou também ter ouvido durante uma ligação com Bolsonaro que pessoas associadas ao então presidente teriam conseguido grampear o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que à época também ocupava a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Bolsonaro teria sugerido que Delgatti se responsabilizasse pela escuta telefônica. "Segundo ele, eles haviam conseguido um grampo, que era tão esperado à época, do ministro Alexandre de Moraes. Que teria conversas comprometedoras do ministro, e ele precisava que eu assumisse a autoria desse grampo", afirmou.

De acordo com o hacker, a ideia seria evitar questionamentos da esquerda, uma vez que Delgatti teria prestígio entre os esquerdistas em razão de sua atuação na Vaza Jato.

Delgatti disse que Zambelli teria lhe entregado o texto de um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes, que foi inserido pelo hacker no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões do CNJ e descoberto em 5 de janeiro.

"A deputada me enviou um texto pronto, eu corrigi alguns erros e contextualizei, e publiquei a decisão. Ela me enviou, quem fez eu não sei", declarou.





Secretaria de Educação com o apoio da Prefeitura de Jataúba realizou a segunda avaliação do SAEJA em 2023


SAEJA é o programa de avaliação interna da Secretaria Municipal de Educação de Jataúba.

Aconteceu nos dias 15, 16 e 17 de agosto, a segunda prova do Sistema de Avaliação da Educação de Jataúba (SAEJA), em toda Rede Municipal de Ensino.

Participaram aproximadamente 3 mil alunos de 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) anos finais.

O SAEJA foi desenvolvido no ano de 2022 com objetivo de identificar o nível de proficiência dos estudantes da Rede Municipal de Ensino e construir estratégias para a recomposição das habilidades essenciais em cada etapa avaliada, aliadas a preparação para as avaliações externas SAEB e SAEPE. 

As disciplinas avaliadas são de Língua Portuguesa e Matemática e as provas foram elaboradas pela Equipe de Ensino da Secretaria de Educação. Em dezembro será realizada a avaliação final, com o SAEJA III.



Eduardo e Lula da Fonte defendem o fortalecimento da conexão entre governo e população


Os deputados federais Eduardo e Lula da Fonte (PP-PE), se reuniram em audiência com o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta, para discutirem implementações nas comunicações do país e de Pernambuco bem como a divulgação das ações do presidente Lula. O ministro, deputado federal licenciado do Rio Grande do Sul, ocupa uma das pastas mais importantes do governo Lula e é um dos parlamentares mais próximos do presidente. 

“É preciso que todos tenham acesso às ações que estão sendo desenvolvidas pelo governo do presidente Lula, para que as informações cheguem à população com clareza e seja noticiado pelos veículos de comunicação o que está sendo feito, de fato, na área da saúde, educação, infraestrutura, agricultura familiar, direito das mulheres, entre tantos outros temas. Garantir o acesso universal à comunicação é essencial para construir uma sociedade mais conectada e inclusiva e desempenha um papel fundamental no desenvolvimento econômico e social do nosso país”, disse o deputado federal Eduardo da Fonte.

Para Pernambuco, o deputado federal Lula da Fonte destacou a importância desse olhar para o estado. “A implementação de melhorias nas comunicações dos municípios pernambucanos não só impulsiona o desenvolvimento local, mas também contribui para a integração regional. Isso envolve garantir a cobertura em áreas remotas para que informações essenciais cheguem à população”, disse. 

Foi colocado ainda pelos parlamentares que a comunicação eficiente é crucial para garantir a transparência, a disseminação de informações corretas e a conexão entre o governo e a população. Além de auxiliar na promoção de políticas, programas e projetos para o país.



Proposta de Eduardo da Fonte prevê a proibição de uso de redes sociais para menores de 14 anos

O candidato ao Senado, deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP) defende, como proposta para seu mandato na Casa Alta, a criação de uma regr...