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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Jataúba - Prefeitura Municipal publica decretos com medidas de emergência de saúde pública

"Está medida vigorará até o dia 15 de junho de 2020."
A prefeitura Municipal de Jataúba, publicou na última sexta-feira (29/05) dois decretos, com medidas temporárias para o enfretamento da emergência de saúde pública decorrente do covid-19. Entre as medidas adotadas, a prefeitura decretou que a partir desta segunda-feira 1º de junho, QUARENTENA, no âmbito do município de Jataúba-PE, consistente em restrição de atividades de maneira a evitar a possível contaminação ou propagação do coronavírus, nos termos deste Decreto. Esta medida vigorará até o dia 15 de junho de 2020, podendo ser prorrogada.

Outra medida se refere a circulação de pessoas no município de Jataúba-PE, onde só será permitida para atendimento de necessidades essenciais e imediatas de aquisição de gêneros alimentícios, de remédios, de produtos de higiene, para a obtenção de atendimento ou socorro médico e para a realização de serviços bancários.

Confira aqui os decretos:
Decreto Municipal 24/2020 



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           Informaçaõ Blog Didi Ramos



















Dia da Imprensa: há o que comemorar?

" A informaçaõ sempre à frente."

Dia 1* de junho é o Dia da Imprensa no Brasil em celebração a publicação da primeira edição do Correio Brasiliense pelo exilado Hipólito José da Costa em 1* de junho de 1808. Detalhe que, como ele estava no exterior, o jornal só chegou ao Brasil em outubro daquele ano.

Pandemia, crise política e econômica, desrespeito às instituições, ameaças à democracia. Hoje (1º de junho), Dia da Imprensa, há mesmo o que comemorar no Brasil? Pergunta difícil, com múltiplas respostas. No que toca à imprensa é possível responder sim e não. Primeiro, o sim. A mais importante lição da pandemia para o jornalismo brasileiro é o resgate de sua credibilidade pelo público. Em meio a tanta desinformação - as famigeradas "fake news" - onde buscar informação de qualidade, apurada com método e rigor? Nos veículos profissionais de mídia, como jornais, TVs, rádios e sites de notícias. Foi o que confirmaram duas pesquisas feitas em março de 2020.
 
Realizado com 10 mil pessoas em 10 países, incluindo o Brasil, o levantamento da Edelman mostrou que 59% dos brasileiros (64% no mundo) buscam informações confiáveis sobre a pandemia nos meios de comunicação tradicionais. Já a pesquisa do DataFolha, que ouviu 1.558 pessoas no país, chegou a conclusão semelhante: 61% dos entrevistados confiam nos programas jornalísticos de TV; 56%, em jornais; 50%, em rádio; e 38%, em sites de notícias. 
 
Esse é o lado positivo da pandemia para a imprensa. E o negativo? É o agravamento da crise sofrida pelos veículos de mídia, cujo modelo de negócios tradicional vem fazendo água desde o surgimento da internet, na segunda metade dos anos 1990. Com a queda na receita de publicidade, os meios têm tentado diversificar as fontes de renda, mas não tem sido suficiente para segurar os empregos nas redações, que encolhem ano a ano.
 
Há ainda um segundo aspecto negativo, que se contrapõe ao reconhecimento conquistado desde o início da crise sanitária mundial. É o processo de deslegitimar a imprensa, o jornalismo e os jornalistas. Quando autoridades públicas, como o presidente Jair Bolsonaro, e militantes políticos radicais investem contra a mídia, desqualificando o seu trabalho de informar a sociedade, não fazem mais do que atacar o mensageiro.  
 
Pior quando os ataques descem ao nível pessoal, como mostram dados coletados pela Abraji. Em 2019, houve no Brasil 59 registros de discurso estigmatizante feitos por agentes políticos e públicos contra jornalistas; em 2020, foram 39 até agora. Os casos de assédio virtual foram 30 em 2019 e chegam a 20 este ano. Desde a chegada da pandemia ao Brasil, a Abraji registrou 24 violações à liberdade de imprensa entre 1º de março e 21 de abril, sendo 13 ataques a repórteres, nove discursos estigmatizantes e dois assédios virtuais. 
 
No caso das jornalistas mulheres, a situação é mais grave, pois o assédio assume  contornos machistas e misóginos, como mostram os casos de Patricia Campos Mello e Vera Magalhães, entre tantas outras.
 
Apesar do cenário desalentador, o jornalismo vive e sobreviverá à pandemia. Seu papel de fiscalizar o Estado e os poderes seguirá, pois é vital a toda democracia. Ideal seria que a imprensa e seus profissionais fossem respeitados e tivessem um ambiente seguro para trabalhar, garantido pelo Estado. Aí, sim, se poderia comemorar o Dia da Imprensa em sua plenitude.


Cristina Zahar é secretária executiva da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

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Celso de Mello compara Brasil à Alemanha de Hitler e diz que bolsonaristas querem 'abjeta ditadura

O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), faz alerta em mensagem enviada a ministros da corte
O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), enviou mensagem a ministros da corte alertando que a "intervenção militar, como pretendida por bolsonaristas e outras lideranças autocráticas que desprezam a liberdade e odeiam a democracia", nada mais é "senão a instauração, no Brasil, de uma desprezível e abjeta ditadura militar!!!!".

O magistrado, que é o decano da corte, compara o momento vivido pelo Brasil com o da Alemanha sob Adolf Hitler.

"Guardadas as devidas proporções, o 'ovo da serpente', à semelhança do que ocorreu na República de Weimar (1919-1933) parece estar prestes a eclodir no Brasil", diz ele. "É preciso resistir à destruição da ordem democrática, para evitar o que ocorreu na República de Weimar quando Hitler, após eleito pelo voto popular e posteriormente nomeado pelo presidente Paul von Hindenburg como chanceler da Alemanha, não hesitou em romper e em nulificar a progressista, democrática e inovadora Constituição de Weimar, impondo ao país um sistema totalitário de Poder", diz Celso de Mello.
O ministro relata o inquérito que investiga as acusações de Sergio Moro contra Bolsonaro sobre tentativas do presidente de interferir politicamente na Polícia Federal.

Leia, abaixo, a cópia da mensagem:

"GUARDADAS as devidas proporções, O "OVO DA SERPENTE", à semelhança do que ocorreu na República de Weimar (1919-1933) , PARECE estar prestes a eclodir NO BRASIL ! É PRECISO RESISTIR À DESTRUIÇÃO DA ORDEM DEMOCRÁTICA, PARA EVITAR O QUE OCORREU NA REPÚBLICA DE WEIMAR QUANDO HITLER, após eleito por voto popular e posteriormente nomeado pelo Presidente Paul von Hindenburg , em 30/01/1933 , COMO CHANCELER (Primeiro Ministro) DA ALEMANHA ("REICHSKANZLER"), NÃO HESITOU EM ROMPER E EM NULIFICAR A PROGRESSISTA , DEMOCRÁTICA E INOVADORA CONSTITUIÇÃO DE WEIMAR, de 11/08/1919 , impondo ao País um sistema totalitário de poder viabilizado pela edição , em março de 1933 , da LEI (nazista) DE CONCESSÃO DE PLENOS PODERES (ou LEI HABILITANTE) que lhe permitiu legislar SEM a intervenção do Parlamento germânico!!!! "INTERVENÇÃO MILITAR", como pretendida por bolsonaristas e outras lideranças autocráticas que desprezam a liberdade e odeiam a democracia, NADA MAIS SIGNIFICA, na NOVILÍNGUA bolsonarista, SENÃO A INSTAURAÇÃO , no Brasil, DE UMA DESPREZÍVEL E ABJETA DITADURA MILITAR !!!!"



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