Membro da executiva nacional e vice-presidente estadual do União Brasil em Pernambuco, Mendonça argumenta que a indefinição da federação no estado ocorre em um momento decisivo do calendário eleitoral. Segundo ele, o cenário exige urgência nas decisões, porque o país atravessa o período da janela partidária — etapa em que são definidas filiações, alianças e composições de chapas para as eleições. “A aproximadamente quatro meses das convenções partidárias, a ausência de uma definição clara da Federação em Pernambuco gera insegurança política e compromete a organização do processo eleitoral”, afirmou.
Aliado da governadora Raquel Lyra e defensor do apoio da Federação à sua reeleição, Mendonça sustenta que o Estatuto da Federação União Progressista prevê que, em caso de divergências nos estados, a decisão deve ser tomada pelas direções nacionais dos partidos que compõem a federação. O artigo 27, parágrafo primeiro, do Estatuto da Federação determina que esses impasses devem ser submetidos à deliberação das instâncias nacionais. “Se há uma divisão na estadual, nada melhor do que cumprir o estatuto. A decisão da direção nacional ajudará a dar “clareza política e estratégica” à atuação da federação em Pernambuco e permitirá melhor organização do processo eleitoral no estado”

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