Segundo o parlamentar, essa pode ser uma possibilidade de ampliar os tratamentos do autismo no SUS.
O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre Padilha. A solicitação não prevê a adoção imediata da terapia, mas a abertura de uma avaliação técnica sobre sua possível aplicação.
Segundo o parlamentar, a proposta é estimular o debate técnico e científico sobre novas possibilidades para o tratamento.
“Não estamos falando de adoção automática, mas de avaliar o que a ciência já aponta. Nosso dever é buscar alternativas que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas com autismo e dar mais suporte às famílias, sempre com responsabilidade e critério técnico”, afirmou da Fonte.
De acordo com o Censo Demográfico do IBGE, realizado em 2022, o Brasil apresenta 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista. Atualmente, o SUS oferece um tratamento multidisciplinar gratuito para pessoas com TEA, incluindo consultas com neuropediatras, psiquiatras, fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas.
Estudos conduzidos por pesquisadores vinculados ao American Journal of Clinical Nutrition e ao Journal of Child and Adolescent Psychopharmacology apontam benefícios metabólicos associados ao uso da vitamina B12 em pessoas com TEA.
Uma revisão sistemática publicada no Journal of Personalized Medicine também reúne evidências sobre a aplicação da vitamina B12 como terapia complementar, enquanto análises recentes na área neurológica reforçam a relação do nutriente com processos cognitivos e neuro metabólicos.

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