O texto prevê que bancos, fintechs e instituições de pagamento respondam objetivamente quando não adotarem mecanismos eficazes de prevenção, detecção e bloqueio de transações suspeitas, como movimentações fora do perfil do cliente ou transferências em sequência para contas desconhecidas.
A proposta também determina a adoção de sistemas automatizados de análise de risco, inclusive com uso de inteligência artificial, e a comunicação imediata ao consumidor em caso de indícios de fraude.
Segundo os autores, o objetivo é reforçar a proteção ao consumidor diante do aumento das fraudes bancárias, especialmente aquelas baseadas em engenharia social, e evitar que prejuízos decorrentes de falhas na segurança sejam transferidos aos clientes.

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