Na denúncia, o SICONFI aponta, na gestão do presidente da Câmara Léo do AR, uma Despesa Total com Pessoal (DTP), da ordem de R$ 6.893.886,72, despesa extremamente excessiva para uma Câmara do tamanho de Gravatá.
A Câmara Municipal de Gravatá foi denunciada na quinta-feira, 10 de fevereiro, no Ministério Público Estadual de Contas do Estado de Pernambuco (MPCO), sob o protocolo GEPR N° 119/22, onde denunciam que vereadores aprovaram projeto de lei, autorizado a criação de dezoito cargos comissionados (CC- 01), em desacordo e desobediência ao que determina a Lei Federal.
As irregularidades foram apontadas pela Delegada Patrícia Domingos que foi responsável por 49 prisões de políticos, de funcionários públicos e empresários que participavam de esquema corrupto que as autoridades mantinham no Estado, dos radialistas Ângelo Marcio e José Fábio e de Rodolfo Silva.
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